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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Chefs mulheres desafiam 'machismo do sushi' no Japão

Atrás do balcão do Nadeshico Sushi, em Tóquio, jovens mulheres vestidas com o tradicional jaleco happi cortam e servem sushi em meio a sorrisos e breves diálogos com os fregueses.

Sua animação contagia o ambiente e os comensais, a maioria deles jovens japoneses e turistas curiosos, divertem-se.

A cena chama atenção porque tradicionalmente mulheres não são treinadas para fazer sushi no Japão. Há diversas explicações para essa discriminação de gênero, muitas delas míticas – por exemplo, o argumento de que as mãos femininas são mais quentes e, por isso, afetariam a qualidade do peixe fresco.

Mas o Nadeshico Sushi, encravado em uma ruela no bairro de Akihabara, transformou-se em um bastião contra o machismo gastronômico: tem apenas mulheres “pilotando” as esteiras.

Tradição

Yuki Chizui, a gerente, sempre foi apaixonada por sushi. Nos tempos de estudante, trabalhou como hostess em um restaurante, mas o que queria mesmo era se juntar à equipe preparando a comida.

Ela passou seis anos observando os chefs até conseguir uma chance de realizar seu sonho. Tudo ocorreu em 2010, quando Chizui viu um anúncio de emprego recrutando mulheres que soubessem fazer sushi.

Akihabara é um bairro conhecido pelos cafés em que garçonetes se vestem com uniformes de empregada. O dono do Nadeshico, Kazuya Nishikiori, porém, resolveu aproveitar o cultura local para criar um estabelecimento pioneiro.

Chizui quase não acreditou quando viu o projeto, mas logo foi contratada e treinada nas artes do sushi. Normalmente, um aprendiz precisa ser ensinado por 10 anos com um chef, mas ela fez um intensivo de apenas duas semanas antes de assumir uma equipe de mulheres tão estreante quanto ela.

“O Japão é um país muito tradicional, e as gerações mais velhas são especialmente resistentes a mudanças. Por isso tivemos a clientela estrangeira como público-alvo e até queremos começar a dar aulas para os turistas”, conta Chizui.

Mas não foi fácil. As complicações ocorriam até em operações básicas, como comprar peixe fresco: o principal mercado de Tóquio, o Tsukiji, é quase totalmente administrado por homens.

Chiziu não era levada a sério quando aparecia para comprar quantidades industriais de peixes e frutos do mar. Mas graças a um contato no Facebook, conheceu a dona de um barco pesqueiro em outra vizinhança, que se ofereceu para fornecer matéria-prima semanalmente para o restaurante.

O Nadeshico pode parecer uma novidade turística, mas as mulheres que trabalham por lá levam seus empregos a sério. Independentemente do desafio, elas promovem a mensagem de que mulheres também sabem fazer sushi. E esperam contribuir para diminuir a discriminação de gênero, ainda tão prevalecente no Japão.

De BBC Brasil


Por Alisson Schneider

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Vinho pode melhorar desempenho físico

O vinho tinto pode melhorar o desempenho físico 
(Foto: divulgação/cleverlychic.net)
Existem muitos benefícios do vinho à saúde. Agora, descobriram que o vinho tinto é um dos alimentos que traz em sua composição um antioxidante natural que influi positivamente na melhora do desempenho físico, nas funções cardíacas e no sistema circulatório, o resveratrol. Também encontrado em algumas frutas e nozes.

Uma pesquisa realizada na Universidade de Alberta, no Canadá, sugere que a combinação de suplementos de resveratrol e atividades físicas aumentam os efeitos benéficos dos exercícios.

O estudo foi realizado em camundongos. Dois grupos de animais foram submetidos às mesmas atividades físicas, sendo que um grupo recebia o suplemento do composto antioxidante e o outro, não.

Após 12 semanas de acompanhamento, os camundongos que consumiram o resveratrol apresentaram melhor rendimento em relação aos que apenas fizeram os exercícios. O relatório final concluiu que a substância ajuda a prevenir os efeitos do sedentarismo, pois evita o envelhecimento dos músculos e aumenta a densidade dos ossos.

Segundo o professor do Departamento de Pediatria e Farmacologia da Universidade de Alberta, Jason Dyck, o resveratrol pode ajudar os pacientes que queiram praticar exercícios, mas são fisicamente incapazes. “O antioxidante pode imitar os benefícios do exercício para essas pessoas ou melhorar os resultados das atividades feitas”, explica o pesquisador.

Vinho tinto

O vinho tinto possui mais resveratrol que o branco
Vale ressaltar que os benefícios são para o consumo moderado de vinho tinto e que a substância não é um substituto para os exercícios. O resveratrol ajuda a desacelerar o processo de deterioração do corpo e melhora a circulação sanguínea. "É muito gratificante o avançado da pesquisa básica em laboratório. Poderemos avançar para testes em humanos, em um curto período de tempo.", completa.

Dyck e sua equipe irão em breve começar o uso do resveratrol em pacientes diabéticos e com insuficiência cardíaca, para analisar se o composto natural pode melhorar a função cardíaca. O estudo de 10 semanas está previsto para começar nos próximos meses.

Fonte: Sobre Vinho

Por Alisson Schneider

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Cerveja pode ajudar a fortalecer os ossos, diz estudo

O consumo moderado de alguns tipos de cerveja pode ajudar a fortalecer os ossos, segundo um estudo americano publicado pela revista especializada Journal of the Science of Food and Agriculture.

Segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia, a cerveja seria uma fonte importante de silício, componente da dieta que contribui para melhorar a densidade óssea.

Pesquisas mais antigas já indicavam a importância do silício para o crescimento e o desenvolvimento dos ossos.

Apesar disso, alguns nutricionistas advertem que os possíveis benefícios da cerveja podem ser cancelados pelo consumo excessivo de álcool, já que a ingestão de mais de duas unidades de álcool por dia aumenta o risco de fraturas dos ossos.

O estudo do Departamento de Ciência dos Alimentos da Universidade da Califórnia analisou cem marcas de cervejas comerciais e verificou que elas tinham uma quantidade de silício entre 6,4 miligramas por litro e 56,5 miligramas por litro.

Não existem recomendações mínimas para o consumo de silício, já que, segundo o Departamento de Agricultura do governo americano, o consumo do mineral não é considerado essencial.

Grão da cevada

Segundo os cientistas da Universidade da Califórnia, o silício é encontrado no grão da cevada utilizado para a fabricação do malte da cerveja e também, em menor quantidade, no lúpulo.

O estudo indicou que as cervejas com as maiores quantidades de silício são as ales (cervejas de fermentação a temperaturas mais altas) claras e as lagers (com baixa fermentação ou fermentação a frio).

Nas cervejas escuras, o processo de torração dos grãos de cevada reduziria a quantidade de silício.

As cervejas feitas com trigo, segundo os pesquisadores, teriam uma quantidade pequena de silício.

Os pesquisadores disseram que os resultados da pesquisa mostram que o consumo moderado de cerveja pode ajudar a combater a osteoporose, doença que provoca a deterioração da densidade dos ossos ao longo do tempo e favorece a ocorrência de fraturas.

O estudo foi coordenado por Charles Bamforth, professor de ciências da cerveja na Universidade da Califórnia, num posto acadêmico patrocinado pela fabricante de cervejas Anheuser-Busch.

Cautela

O resultado das pesquisas foi recebido com cautela por outros cientistas e nutricionistas.

Claire Bowring, da Sociedade Nacional de Osteoporose, da Grã-Bretanha, disse que não recomenda a ninguém aumentar o consumo de álcool com base no resultado dos estudos.

“Enquanto pequenas quantidades de álcool parecem trazer benefícios para a densidade óssea, já se demonstrou que o consumo em quantidades maiores enfraquece os ossos e aumenta o risco de fratura”, disse ela à agência britânica de notícias Press Association.

“Também há muitas outras preocupações de saúde relacionadas ao álcool que não podem ser ignoradas”, diz.

Catherine Collins, nutricionista do hospital-escola St. George, em Londres, observa que as quantidades necessárias de consumo de silício são pequenas e seus benefícios para os ossos menos importantes do que os relacionados ao consumo de cálcio e vitamina D.

De BBC Brasil

Por Alisson Schneider

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Estudo sugere que café pode melhorar memória

Um estudo americano sugere que o café, além de servir como estimulante, ajuda a melhorar a memória.

O estudo, publicado na revista especializada Nature Neuroscience, testou a memória de 160 pessoas durante 24 horas.

Os pesquisadores observaram que pessoas que tomaram comprimidos de cafeína tiveram um desempenho melhor em testes de memória do que as que ingeriram placebos.

O estudo, da Universidade Johns Hopkins, envolveu pessoas que não bebiam ou consumiam produtos com cafeína regularmente.

Os pesquisadores recolheram amostras de saliva dos voluntários para verificar os níveis de cafeína e os submeteram a um teste em que tiveram que olhar para uma série de imagens.

Cinco minutos depois, parte deles recebeu um comprimido de 200 miligramas de cafeína, o equivalente à cafeína presente em uma xícara grande de café segundo os pesquisadores, ou então um placebo.

Os cientistas então recolheram outra amostra de saliva 24 horas depois.

No dia seguinte, os dois grupos foram avaliados para ver a capacidade de reconhecer as imagens vistas no dia anterior. Os voluntários foram expostos a uma mistura de algumas das imagens vistas no primeiro dia com algumas imagens novas e também algumas imagens sutilmente diferentes.

Ser capaz de diferenciar entre os itens semelhantes, mas não idênticos, é chamado de padrão de separação e indica um nível mais profundo de retenção na memória.

Entre os voluntários que consumiram cafeína, o número de pessoas capazes de identificar corretamente imagens "semelhantes" era maior que o que repondia - de forma errada - que eram as mesmas imagens.

"Se tivéssemos usado uma tarefa padrão de reconhecimento pela memória, sem estes itens semelhantes e enganadores, não teríamos descoberto o efeito da cafeína", disse Michael Yassa, que liderou o estudo.

"Mas, estes itens exigem que o cérebro faça uma discriminação mais difícil, o que chamamos de padrão de separação, que parece ser o processo que é melhorado pela cafeína em nosso caso", acrescentou.

O período de apenas 24 horas pode parecer curto, mas não é este o caso para os estudos sobre a memória. A maior parte do esquecimento ocorre nas primeiras horas depois que a pessoa aprende algo.
Poucos efeitos

A equipe agora quer analisar o que acontece no hipocampo, o "centro de memória" do cérebro, para compreender o efeito da cafeína.

Apesar dos resultados promissores, Michael Yassa afirmou que as pessoas não devem beber muito café ou tomar comprimidos de cafeína.

"Tudo com moderação. Nosso estudo sugere que 200 miligramas de café beneficiam aqueles não ingerem cafeína regularmente", disse Yassa.

O cientista afirmou que pode haver um outro tipo de resposta o que "sugere que doses mais altas (de cafeína) podem não ser tão benéficas".

"Tenha em mente que, se você é um consumidor regular de cafeína, esta quantidade pode mudar", acrescentou.

"E, claro, é preciso lembrar dos riscos para a saúde. Cafeína pode ter efeitos colaterais como nervosismo e ansiedade em algumas pessoas. Os benefícios precisam ser medidos em comparação com os riscos."

Para Anders Sandberg, do Instituto Futuro da Humanidade da Universidade de Oxford, o estudo demonstrou que tomar cafeína logo depois de ver as imagens "melhora o reconhecimento delas 24 horas depois, dando apoio à ideia de que ajuda o cérebro a consolidar o aprendizado".

"Mas, não houve melhora direta na memória de reconhecimento graças à cafeína. Ao invés disso, o efeito foi uma pequena melhora na habilidade de distinguir entre as novas imagens que pareciam com as antigas das que eram realmente as antigas."

Para Sandberg, a cafeína pode ajudar uma pessoa a prestar mais atenção, mas a melhor forma de consolidar o aprendizado é dormir, o que pode ser um problema com o consumo de café

De BBC Brasil

Por Alisson Schneider

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Por que a pressão alta mata?

A pressão alta é uma das principais causas de morte no planeta, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). De acordo com estudos recentes, a hipertensão arterial é responsável por 9,4 milhões de mortes por ano.

A pressão alta mata porque ela altera os padrões de funcionamento do coração e do cérebro. Entre as pessoas que apresentam hipertensão arterial, 45% sofrem ataques do coração e 51% passam por derrames cerebrais.

Atualmente, 40% dos adultos com mais de 25 anos sofrem de hipertensão. O nível de pressão considerado preocupante começa partir de 140 por 90 mmHg, índice que já indica uma pessoa hipertensa.

A hipertensão arterial afeta os vasos do corpo e dificulta o processo que transporta o sangue pelo organismo. Quando o sangue não é bombeado da forma adequada, o corpo passa por um desgaste do endotélio, o revestimento dos vasos.

Este processo prejudica as artérias e aumenta a formação de placas de gordura. Quando isto acontece no coração, a pessoa pode sofrer um infarto, e quando acontece no cérebro, pode resultar num AVC.

A hipertensão arterial também compromete os rins, causando insuficiência renal. O maior perigo desta doença é que ela não se manifesta de forma aparente, sendo um problema silencioso.
Pessoas com pressão arterial elevada devem reduzir o consumo de sal, manter uma alimentação saudável e abandonar o cigarro e as bebidas alcoólicas.

Fonte: Site de Curiosidades

Por Alisson Schneider

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