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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

5 supostas práticas da maçonaria que você precisa conhecer

Antes de tudo, vamos esclarecer uma coisa: a maçonaria não é uma sociedade secreta, mas sim um grupo centenário de existência bastante conhecida. Afinal de contas, se não fosse assim não estaríamos aqui falando sobre ela, não é mesmo? É inegável, no entanto, que a maçonaria é rodeada por muitos segredos e mistérios que há séculos inflamam o imaginário popular. Separamos algumas das supostas práticas mais curiosas que estão associadas a esta sociedade fraternal. Se são verdadeiras ou não, somente os verdadeiros maçons poderão afirmar! 1. Os maçons nunca testemunham uns contra os outros Não sabemos se esta prática ainda é aplicada nos dias de hoje, mas no passado os maçons se recusavam a testemunhar contra outros membros da ordem maçônica em julgamentos. Pior do que violar a lei - ao negar ou dar falso testemunho perante um processo judicial - para um maçom era inconcebível a traição de um companheiro, sendo este um "crime" imperdoável para os membros da sociedade. 2. Os iniciantes são "enforcados" Calma, não tem nada a ver com pessoas mortas penduradas pelo pescoço. Nos rituais de iniciação a forca é usada como um símbolo para os maçons, representando o cordão umbilical materno ou ainda um sinal para que possam manter o silêncio sobre os segredos da Ordem. Como dissemos na introdução deste artigo, somente os verdadeiros maçons saberão ao certo a simbologia por trás deste ato "ameaçador". 3. Obsessão pelo Sol Os maçons acreditam no incrível poder que a energia solar possui e, supostamente, costumam admirar o astro-rei durante a sua transição diária na Terra, de leste para oeste. Aliás, por este motivo, os edifícios maçons costumam ser construídos virados para um desses sentidos, leste ou oeste. Na maçonaria ainda há a crença de que o leste (nascer do sol) simboliza o "renascimento". 4. Acolhem todas as crenças - menos os ateístas A maçonaria não é considerada uma religião, por isso não distingue os seus participantes pelas suas crenças, sejam católicos, muçulmanos, budistas e etc. Todos são bem-vindos... menos os ateístas. O motivo é simples: para ser maçom você precisa acreditar numa força superior, coisa que não é levada a sério pelos ateus. Aliás, a maçonaria é conhecida por aceitar os grupos que são tradicionalmente excluídos pela sociedade, como os homossexuais, por exemplo. E mesmo as mulheres ainda não sendo aceitas em várias das lojas maçons, já existem diversos grupos mistos, onde homens e mulheres atuam de modo igualitário e sem discriminações. 5. São poderosos e controlam o mundo Na realidade isto é mais uma crença do que uma possível prática na maçonaria. Sempre existiu a ideia de que os maçons são indivíduos cultos, de grande sucesso e poder. Provavelmente, esta imagem surgiu pelo fato de muitos membros da organização serem pessoas envolvidas em questões políticas e econômicas, intelectuais ou artistas. Célebres personalidades como Winston Churchill, Nelson Mandela, Martin Luther King Jr., Dom Pedro I, Beethoven e George Washington foram membros da maçonaria, fazendo com que a áurea do "poder" permanecesse e crescesse. BÔNUS: Maçonaria para jovens Uma das condições básicas para fazer parte da maçonaria é ser maior de idade, mas isso não impede as crianças e jovens de também pertencerem a comunidade maçom. Existem algumas ordens especiais que são destinadas exclusivamente para os pequeninos: Ordem Internacional do Arco-Íris e a Ordem Internacional das Filhas de Jó: para meninas, entre os 11 e 20 anos. Távola dos Escudeiros: para meninos, entre os 9 e 11 anos. Ordem DeMolay: exclusivo para membros do sexo masculino, entre 12 e 21 anos. Douglas Masson "Os Doze Passos. É um presente à humanidade, e tem curado e salvado milhares de vidas no mundo inteiro." 1º Passo: Admitimos que éramos impotentes perante os efeitos de nossa separação de CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu), que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas. Não devemos procurar nada complicado ou profundo para entender o 1º Passo. Em vez disso, rendemo-nos e encaramos a dor de frente. Talvez tenhamos passado a vida toda evitando, escondendo ou medicando a dor. O 1º Passo é uma oportunidade para enfrentar a realidade e admitir que nossa vida não está funcionando sob nosso controle. Aceitamos nossa impotência e paramos de fingir. 2º Passo: Viemos a acreditar que nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) poderia devolver-nos à sanidade. Passo é sobre a fé, Confiar e crer. A fé não é intelectualizada, simplesmente é. A fé não é adquirida, é uma dádiva. A fé não é opcional, é uma necessidade. Muitas águas turbulentas e agitadas nos esperam em nossa recuperação. CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) sabe disso e nos prepara, colocando fé em nossos corações. Quando, finalmente, "olharmos" para CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu), teremos a fé para crer que Ela está ali. 3º Passo: Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu). Passo por meio de um processo de tomada de decisão. Pense em outras grandes decisões que tomamos em nossas vidas. Por exemplo, ao decidir sobre a compra de uma casa, levamos em conta coisas sobre a casa tais como o custo, localização, condição, etc. Também tomamos em consideração coisas a nosso próprio respeito, tais como nossa capacidade de pagar, necessidades de moradia, preferências pessoais, etc. Finalmente, quando tudo foi ponderado, tomamos uma decisão. Pomos em prática o 3º Passo de modo parecido. Considerando nossas necessidades, a capacidade da consciência, o futuro. Refletimos sobre as mudanças. E, finalmente decidimos que nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu), é o único capaz de controlar nossa vida, que sua vontade é o melhor pra nós. 4º Passo: Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos. Passamos percebemos que há áreas de nossas vidas que precisam de atenção. Também percebemos que não conseguimos ver todas estas áreas. A negação manteve-nos cegos à sujeira em nossos cantos. A falta de amor-próprio fez-nos ignorar a beleza e o valor de nossas vidas. Neste Passo, Nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) vem até nós como o amigo zeloso, Ele abre nossos olhos para as fraquezas em nossas vidas que precisam mudar e nos ajuda a edificar nossas forças. Assim como uma empresa faz um inventário de seu estoque, no 4º Passo fazemos o inventário de nossas vidas. Com uma prancheta, percorremos os corredores de nossas vidas e anotamos áreas de fraqueza e de força. Quando chegamos aos relacionamentos, anotamos os ressentimentos e rancores, mas também examinamos nossos relacionamentos amorosos e saldáveis. quando chegamos a nossa comunicação, anotamos as mentiras, mas também relacionamos e os caminhos positivos que partilhamos com os outros. Neste processo, devemos pedir para que nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) nos guie. Ela conhece o que nosso armazém contém muito melhor do que nós. INVENTÁRIO MORAL: É uma lista de nossas forças e fraquezas. Neste texto, as fraquezas também são citadas como: ofensas, faltas e defeitos de caráter. Esse inventário é uma coisa que realizamos piedosamente com a ajuda da CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu). É para nosso próprio benefício. 5º Passo: Admitimos perante nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu), perante a nós mesmos e perante a outro ser humano a natureza exata de nossas falhas. Vemos a luz do dia espantar os demônios da escuridão e da sombra. Nossas vidas são como casas fechadas. Todos os nossos segredos infames, comportamentos embaraçosos e esperanças pedidas estão escondidos. O ar de nossa vida é mofado por que temos medo de abrir portas e janelas aos outros com medo de sermos descobertos, rejeitados ou humilhados. O 5º Passo é nossa saída. Quando admitimos a natureza exata de nossas falhas a Deus, a nós mesmos e a outro ser humano, abrimos as portas e janelas de nossas vidas. Mostramos nosso verdadeiro eu. Pomos em prática o 5º Passo sendo sinceros e honestos com nós mesmos, com nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) e partilhando nosso inventário moral com alguém que confiamos alguém que nos compreenda que nos incentive e não nos condene. 6º Passo: Prontificamo-nos inteiramente a deixar que nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) removesse todos esses defeitos de caráter. Passo, a atividade cessa durante uma temporada. As sementes de mudança que nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) plantou tem tempo para germinar e crescer. Nossas emoções tem tempo para alcançar nossas novas experiências. Aramos, preparamos e agora damos poder necessário à consciência para criar em nós uma mudança interna. Pomos em prática o 6º Passo estando preparados para o momento em que nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) traz mudanças em nossas vidas. Estar preparados não parece atividade, mas é, atividade espiritual e racional. Nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) só pode nos mudar se quisermos que ela, o faça e até agora não lhe pedimos mudanças. Só ficamos conscientes de nossa condição e admitimos nossa necessidade. Em passos futuros, pediremos à CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) para eliminar nossos defeitos e ajudar-nos a endireitar as coisas. Neste Passo, esperamos que Ele faça algum trabalho interno e precisamos ser sensíveis às mudanças que está fazendo em nossos corações. 7º Passo: Humildemente rogamos à CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) que ela nos livrasse de nossas imperfeições. Quem já esteve gravemente doente ou machucado sabe o que é precisar dos outros. É, na verdade, humilhante quando estamos no leito de doente, incapazes de nos mover e de cuidar de nós mesmos. Até a necessidade mais simples precisa ser satisfeita por outra pessoa. Quando chegamos ao 7º Passo, percebemos estamos em um leito de doente e só nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) pode satisfazer nossas necessidades. Até agora, todos os passos reforçaram o mesmo tema: Somos incapazes, mas nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) é capaz! Assim, enquanto estamos desamparados e humildes no leito de nossa doença, rogamos: "Elimina minhas imperfeições". Passo requer oração. É de joelhos que o pomos em prática. Nossa condição, nossa sinceridade e nossa dor nos fizeram humildes por isso, agora precisamos abrir a boca e rezar. Aqui a tentação é refletir de forma geral. Somos tentados a rogar à nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) para eliminar tudo como se fosse um negócio. Mas não é assim que o programa funciona. Se formos meticulosos, nosso inventário do 4º Passo relacionou cada defeito de caráter separadamente. Nossa confissão do 5º Passo também foi feita item por item, e, mais tarde, nossas reparações serão feitas individualmente, assim, agora nossa tarefa do 7º Passo é a reflexão humilde pela eliminação de nossas imperfeições - uma falha de cada vez. 8º Passo: Fizemos uma relação de todas as pessoas a quem tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados. Isso lhe parece familiar? As crianças adoram culpar os outros por seus problemas e detestam aceitar responsabilidades. De vez em quando, nós adultos as obrigamos a aceitar a responsabilidade e as constrangemos a um pedido de desculpas forçado. Mas elas nunca dizem espontaneamente: " Sinto muito. Me comportei mal". Passo, começamos a crescer; a fazer o que pessoas amadurecidas espiritualmente fazem - aceitar a responsabilidade de nossos atos, sem levar em conta o mal que os outros nos fizeram. Em todos esses passos estivemos lidando com material nosso. O 4º Passo era nosso inventário moral - de ninguém mais. Nossas admissões do 5º Passo eram de nossas falhas. Estamos aqui para examinar e corrigir apenas as nossas próprias imperfeições. No 8º Passo continuamos a examinar. Mas desta vez estamos levando em conta os que foram prejudicados por nossos defeitos de caráter. Pomos em prática o 8º Passo por meio de séria reflexão. Com a ajuda de nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu), recordamos os nomes e as fisionomias das pessoas que prejudicamos. Nossa tarefa é anotar seus nomes e apreciar cada pessoa com atenção. Precisamos examinar nosso relacionamento com as pessoas e refletir na maneira como as prejudicamos. Ajudaremos a nós mesmos, sendo mais minuciosos possível em nossas notas e considerações. 9º Passo: Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-lo significa-se prejudicá-las ou a outrem. A prática do 9º Passo envolve contatos pessoais com aqueles a quem prejudicamos. Percorremos nossa lista do 8º Passo, pessoa por pessoa. Abordamos cada uma delas com delicadeza, sensibilidade e compreensão. A nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) pode nos ajudar a descobrir o melhor jeito de fazer o contato. Algumas pessoas requerem um encontro frente a frente, enquanto outras situações podem ser resolvidas com mudanças de nosso comportamento. Seja qual for o caso, nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) nos concede a sabedoria e a orientação que precisamos. 10º Passo: Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente. Nossa recuperação ocorre de forma semelhante. Outrora, pertencíamos às "ervas daninhas" - nossos comportamentos derrotistas -, mas nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) nos ajudou a plantar um jardim em nossas vidas. Arrancou as ervas daninhas e fez com que coisas maravilhosas crescessem em lugar delas. Nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu) usou os Passos como instrumento e nos levou a um lugar onde as coisas são diferentes. Estamos começando a ver a promessa de frutos, a promessa de mudança duradoura. No meio deste novo jardim, também podemos ver a volta das ervas daninhas, que não morrem facilmente. De fato, enquanto vivermos, nossos velhos hábitos derrotistas buscaram reconquistar nossas vidas. Por essa razão, precisamos estar sempre vigilantes para por em prática o 10º Passo. Precisamos continuar fazendo o inventário pessoal e a proteger nosso jardim. O INVENTÁRIO PESSOAL: Parece-se muito com o inventário moral do 4º Passo. A diferença é a natureza contínua e frequente. A ideia de pessoal é para nos lembrar que o inventário é sobre nosso comportamento e emoções, e não sobre os outros. Este inventário nos auxilia a identificar nossos erros e a necessidade de corrigi-los para nosso próprio benefício. 11º Passo: Procuramos através da prece e da meditação, melhorar nosso contato com Deus, rogando apenas o conhecimento de sua vontade em relação a nós, e forças para realizar essa vontade. A comunicação sincera é essencial para um relacionamento saudável. Se os parceiros decidem não conversar um com o outro, o relacionamento sofrerá em todas as áreas e acabará fracassando. Por outro lado, quando existe comunicação, relacionamentos se fortalecem ou, se foram rompidos, são curados e recuperados. O relacionamento com Deus é nosso relacionamento mais importante. E é impossível sem a comunicação. Ao nos aproximarmos de Deus na prece e na meditação, aproximamo-nos de nossa fonte de poder, serenidade, orientação e cura. Ignorar a comunicação com Deus é desligar nossa fonte de força. Pomos em prática o 11º Passo por meio da prece e da meditação. Na prece, ou oração, conversamos com Deus, e na meditação nós o ouvimos. Entretanto, muitos de nós lutamos com a oração. Conhecemos orações, mas não sabemos como rezar. O 11º Passo é a comunicação com Deus. É o processo de aprender a intimidade e o poder da prece e da meditação. É o ato de nos aproximarmos de nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu). 12º Passo: Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a estes Passos, procuramos transmitir esta mensagem aos outros e praticar estes princípios em todas as nossas atividades. Em quase todas as casas com crianças, há uma parede ou um batente de porta com marcas de lápis. Essas marcas, com datas ou idades ao lado, acompanham o crescimento. Com intervalo de alguns meses, as crianças encostam-se na parede e a mamãe ou papai marcam sua altura. Às vezes o crescimento mal é notado, em outras ele é drástico. Passo é ocasião para notar o crescimento. Pela Graça Divina e o nosso compromisso de pôr em prática os Passos, passamos por uma experiência espiritual que mudou nossas vidas. Começamos esta viagem como tiranos amedrontados, agarrados desesperadamente ao controle de nossos pequenos reinos. Mas terminamos este ciclo de nossa viagem com um novo rei no trono: DEUS. Passamos por uma rebelião que conduzimos contra nós mesmos (ego). Com a ajuda reflexão, eliminamos nosso reino e estabelecemos o da CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu). Embora, saibamos que crescemos por meio desse procedimento, a marca na parede está um pouco mais baixa - não inclui a coroa. Nós nos preparamos para o 12º Passo assegurando que Deus tenha feito parte de todos os aspectos de nosso programa. Se simplesmente O acrescentarmos como ingrediente de nossa recuperação, não notaremos nenhum despertar espiritual no 12º Passo. Se mantivermos controle em todos os Passos, mas os praticamos com zelo rigoroso, não encontraremos nenhum despertar espiritual agora. Entretanto, o despertar espiritual do 12º Passo será nosso, se tivermos feito o seguinte: confiado na presença de nossa CONSCIÊNCIA MAIOR (O verdadeiro Eu), praticado os passos em parceria com ela e entregado à ela o controle de nossas vontades e de nossa vida. (Adaptação - Douglas Masson) Prece do Maçom Oh! Supremo Arquiteto do Universo, Faça que minhas decisões, meus dias, meus pensamentos, Sejam os exatos reflexos dos seus ensinamentos, E eu possa, assim, caminhar com integridade... Quando fizer algo em favor dos outros, Que meu nome seja simplesmente, como os demais, citado, Sendo em tempo algum, jamais exaltado, Pois, apenas estarei cumprindo minha obrigação de Maçom. Supremo Arquiteto do Universo, Fazei com que eu não me sinta inebriado por nada, Que minhas palavras brotem do fundo do coração, E não sejam, simples arranjos de letras fabricados em meu cérebro e transmitidos,apenas para causar comoção!!! Não permita que meu ego aprenda a conjugar somente a primeira pessoa do singular, Incute em meu ser, o sentido do "nós"!!! E que minhas ações sejam corretas e se difundam, brandamente, Por intermédio da minha voz. Se um dia detiver o poder em minha vida profana, Que seja ele manso, digno, algo que não se ufana, Posto que é efêmero! Que eu não imponha regras quando ajudar a um irmão, Pois deverei fazê-lo com carinho, desprendimento, empolgação, Não permita que eu aprenda a julgar... Ensina-me a perdoar, A não guardar ódio em meu coração, Pois se assim não for, serei apenas mais um na multidão. Sentimentos como a cobiça e a vaidade, Afaste-os do meu caminho. Pois, caso contrário, é certo que um dia estarei sozinho. E assim, quando o limite máximo me for imposto, Que a serenidade esteja presente em meu rosto, Que a alegria do dever cumprido se faça presente. Ai então, os amigos haverão de lembrar que pela repetição dos meus atos, Colecionei e emoldurei todos os fatos, Se não fiz melhor, ao menos tentei. Não importa quem eu seja, Aprendiz, companheiro, mestre ou venerável, Devo trazer o rosto sempre afável, Pois esta é a verdadeira razão... Gestos, sinais, simbologias, Para dar sentido às nossas vidas, muitas vezes, vazias. É por isso que nos reunimos... Para tratarmos de assuntos que enlevam o espírito, Para polirmos nossas imensas pedras brutas, Para vivermos em paz, para vencermos nossas lutas... Combater o despotismo, a tirania, os vícios humanos, Referimo-nos aos de fora como profanos, E muitas vezes, cometemos as mesmas e velhas falhas!!! Supremo Arquiteto, Obrigado pela oportunidade que eu tive, Obrigado pelos irmãos que ganhei, E, especialmente, por esta vida que passei!!! Se outra oportunidade me fosse dada, Se outra vida pudesse ser vivida, Se tivesse a opção de escolher, Seria eu novamente um membro dessa loja, Onde se aplicam normas de consciência e retidão, E assim, teria eu novamente a chance de poder dizer, Que fui um verdadeiro Maçom !!!
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