Arquivo do blog

Theme Support

comunidade

Unordered List

esporte

Recent Posts

Tecnologia do Blogger.

Colombo

Postagem em destaque

Milhares ouve João Arruda na Rádio Cidade AM 670

https://www.facebook.com/radiocidade670/ A Hora do João começa às 8 horas na Rádio Cidade 670.  Desde que estreou  o grande comunicador,...

Pesquisar este blog

Geral

Binho - Aviário

Binho -  Aviário

Flickr Images

Cultura

About us

About us

Flickr Images

domingo, 10 de dezembro de 2017

As duas Primeiras Damas Fernanda Richa e Margarita Sansone


Curitiba e o Paraná tem duas primeiras damas que não envergonha ninguém. Os trabalhos destas duas guerreiras é incansável, sempre com sorriso na face, fazem a diferença e representam as mulheres de uma  maneira louvável e aplausível, em tempos de degradação estás duas mulheres são excepcionais. 

  Alma de Mulher

Nada mais contraditório do que ser mulher...
Mulher que pensa com o coração,
age pela emoção e vence pelo amor.
Que vive milhões de emoções num só dia
e transmite cada uma delas num único olhar.

Que cobra de si a perfeição e vive
arrumando desculpas para os erros,
daqueles a quem ama.
Que hospeda no ventre outras almas, dá à luz
e depois fica cega, diante da beleza dos filhos que gera.

Que dá as asas, ensina a voar, mas que não quer ver partir
os pássaros, mesmo sabendo que eles não lhe pertencem.
Que se enfeita toda e perfuma o leito, ainda
que seu amor nem perceba mais tais detalhes.

Que como numa mágica transforma
em luz e sorriso as dores que sente na alma,
só pra ninguém notar.
E ainda tem que ser forte para dar os ombros
pra quem neles precise chorar.

Feliz do homem que por um dia souber,
entender a Alma da Mulher!
Lucinete Vieira///////////////////////// - ////////////////////
Fernanda Richa: a mulher que pode ser a primeira prefeita de Curitiba

Nesta entrevista, a secretária do Estado da Família e Desenvolvimento Social fala sobre trabalho social, família e a possibilidade de chegar à prefeitura


Foi em um sábado à noite que recebi uma mensagem de WhatsApp de Fernanda Richa, perguntando se eu poderia encontrá-la na segunda-feira seguinte. A vontade de entrevistar a primeira-dama do Paraná e atual Secretária de Estado da Família e Desenvolvimento Social para o TOPVIEW Journal era antiga e a mensagem foi muito bem recebida. Acertados os detalhes, fui recebida no gabinete, no Palácio das Araucárias, por uma mulher sorridente e informal, que retocava as unhas. Se existia algum “gelo” em entrevistar a (possivelmente) mulher mais poderosa do Paraná, ele cessou naquele momento. Em uma conversa de pouco mais de meia hora, Fernanda Richa falou sobre sua paixão pelo trabalho social e pelos netos e não descartou a possibilidade de ser a primeira prefeita da história de Curitiba.
TOPVIEW: Você tem se destacado no trabalho social, primeiro à frente da FAS (Fundação de Ação Social de Curitiba) e, agora, na Secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social. No que a assistência social pode melhorar?
Fernanda Richa: Comecei na prefeitura em 2004, então, são treze anos de trabalho na área. O que eu vejo é que tudo pode ser melhorado, em todos os sentidos e segmentos. Na assistência, sinto que temos que [proporcionar] qualificação, capacitação para inserção no mercado de trabalho. Essa é a grande porta de saída para o problema de assistência do nosso país: qualificar as pessoas para que elas possam ter empregos, para que possam ser protagonistas das suas vidas, abrirem o seu negócio, enfim, não dependerem do assistencialismo que o governo federal e os governos estaduais vieram fazendo como se fosse uma medida normal. [O assistencialismo] não é emancipatório – muito pelo contrário, mantém as pessoas nesse sistema. Não vejo alegria nenhuma em presidentes que passaram por nosso país citarem que cresceu o Bolsa Família, que aumentaram as famílias contempladas. Eu acho isso muito triste. Bom seria dizer que estamos diminuindo o auxílio a essas família, porque estão emancipadas, porque estão saindo da pobreza e da miséria, porque estão caminhando. Manter as coisas por bolsas e auxílios é meio que uma maneira de controlar um público que está sofrendo. E, na necessidade em que vive, ele se agarra, claro.
TV: Ou seja, a solução passa pela educação?
FR: Passa por tudo. Nós fazemos o Família Paranaense [criado em 2012], que passa por 19 secretarias e empresas estaduais que trabalham em conjunto (Educação, Saúde, Meio Ambiente, Esporte e Lazer, Segurança, Justiça, Habitação…). Se não resolver o problema de toda a família no mesmo momento, a gente não consegue tirá-la da vulnerabilidade. Algumas precisam de medicamento e vacina, outras precisam de qualificação para os pais, outras precisam de habitação, são várias situações.
TV: E o seu dia a dia é muito na rua, vendo de perto a situação dessas famílias?
FR: Depende. Tem semanas em que eu fico muito no gabinete. Mas tem semanas que são de visitas fora, em Brasília, em São Paulo. Se dependesse do trabalho do estado, seria 100% dentro do gabinete, mas daí você não sente o que a rua está precisando. O gestor que não colocar o pé na rua, que não sentir o que a população está vivendo, não consegue mensurar a necessidade de mudança ou de adequação nos programas.
TV: Existe alguém que faça um trabalho social e em quem você se inspire?
FR: Eu gostava muito da dona Ruth Cardoso, pois ela tinha como ideal emancipar as pessoas. Ela sempre foi contra todos os tipos de auxílio constante e pensava que, se um dia atuasse nesse setor, seria dessa maneira. Foi no governo Fernando Henrique Cardoso que foi criada a bolsa-auxílio, a bolsa-educação. Mas, para que as famílias recebessem essa ajuda, elas tinham que trazer contrapartidas: as crianças deveriam estar em sala de aula, com assiduidade, vacinadas. A família se comprometia para sair daquela situação de vulnerabilidade e risco. Depois que o Fernando Henrique saiu, houve outros presidentes que passaram a régua e disseram que bastava ser pobre para receber o auxílio. E aí nós começamos com a manutenção da pobreza. Hoje a gente vê famílias e mais famílias que recebem esse auxílio e que têm outro filho, fazem outro filho, só vão ampliando o benefício, porque é muito fácil. Não é um programa que estanque a pobreza. São mais ou menos R$ 86 bilhões entre benefícios continuados e bolsas-auxílio no nosso país. Se metade desse valor fosse gasto em capacitação, em qualificação, em inserção no mercado de trabalho, com certeza o número de famílias em situação de risco, de vulnerabilidade social, não seria tão elevado.

Não acredito que ser socialite melhore ou piore a vida de uma pessoa. São as atitudes que mudam e que fazem o que ela é.”

TV: E na agenda ocupada de secretária e primeira-dama, como fica a Fernanda avó [são três netos]?
FR: Ah, a Fernanda avó é apaixonada. A gente sempre arranja um momento. Dá tempo de fazer tudo nesta vida. Tem quintas-feiras em que eu vou buscar os gêmeos na escola. Tem sábados e domingos que a gente passa com eles, cuidando, trocando fraldas, dando “mamá” – é a vida em família. Fui uma mãe presente e sou uma avó presente. E no que a Fernanda avó é diferente da Fernanda mãe? Em tudo. É incrível. Sempre fui uma mãe muito companheira, amiga, estive com eles [Marcello, André e Rodrigo] o tempo todo. Mas eu tinha que educar, ser enérgica em certas situações, cobrar em outras; tinha que passar valores éticos, morais, religiosos, formar o caráter dos meus filhos. Como avó, não que eu não forme o caráter, mas são os pais que têm a obrigação de educar. É uma coisa mais carinhosa, mais gostosa, muito mais leve do que a responsabilidade de formar e educar. Essa, eu já fiz a minha parte. Então, meus filhos que façam.
TV: Você tem um lado de eventos, de primeira-dama e também de socialite, de vir de uma família conhecida. Incomoda ser vista dessa forma?
FR: Eu nunca me posicionei como socialite, apesar de ter nascido em uma boa família, graças a Deus [Avelino Vieira, avô de Fernanda, e Tomaz Edison Andrade Vieira, o pai, foram lideranças do setor financeiro nacional]. Eu não renego, não escondo, acho que meu pai trabalhou muito para conquistar o que é dele. Mas (…) não acredito que ser socialite melhore ou piore a vida de uma pessoa. São as atitudes que mudam e que fazem o que ela é.
TV: Você é vaidosa?
FR: Acho que todas nós, meninas, somos um pouquinho vaidosas. Com o tipo de vida que levo, se ficar demais, às vezes atrapalho quem convivo. Se ficar de menos, talvez deprecie quem eu vá receber. Então, procuro estar no meio-termo. Posso ir com esta roupa a um chá, lanche, almoço, missa. E posso, eventualmente, continuar em um jantar informal. Gosto de ir ao salão, pinto o cabelo, faço pé e mão, faço depilação – mulher como todas. Vou ao dentista, faço mamografia, faço meus exames anual e rigorosamente. Me preocupo com a saúde, não como gordura, não posso comer glúten, lactose, cafeína. Desafio qualquer pessoa a dizer que não se cuida quando tem uma oportunidade de fazer diferença. Me cuido primeiro por mim, tenho que estar bem para fazer o que quero, e a coisa de que eu mais gosto é manter a minha família bem e atender as pessoas. Se eu estiver bem, carrego todo mundo para o lado que considero do bem.
TV: Depois de todos estes anos de exposição, você aprendeu a lidar com a opinião pública? Como reage quando escuta alguma crítica ou comentário?
FR: Dizer para você que não machuca… machuca. Machuca quando uma coisa não está correta e é comentada; machuca quando, involuntariamente ou deliberadamente, propagam coisas que não conhecem. Mas, hoje, depois de tanto tempo – estou casada com o Beto há 32 anos, meu sogro já era político –, aprendi a ter uma audição seletiva. Escuto o que quero e sofro com o que acho que devo sofrer. O que não me interessa, eu desligo, aprendi a viver assim. E não levo para casa sofrimento. Essa foi a melhor maneira que encontrei para caminhar. E, se você me pergunta se me arrependo de estar nessa vida, vou dizer que não me arrependo nem um pouco. Acho que tudo o que fiz até hoje foi de coração aberto, com muita determinação, com muito comprometimento. E faria tudo de novo, se assim Deus me permitisse.

“O que ficou na minha vida (…) foi serenidade, paciência, humildade sempre, muito respeito pela opinião do outro e o silêncio.”

TV: Então o maior ensinamento que fi cou foi o de se autoproteger?
FR: Não sei se autoproteger, porque qualquer um faria isso. O que ficou na minha vida ao longo destes anos foi serenidade, paciência, humildade sempre, muito respeito pela opinião do outro e o silêncio. O silêncio vale ouro, é senhor de muitas situações. É melhor ficar quieto do que se posicionar. Porque o dia seguinte mostra e você se poupa até de ter se exposto.
TV: O fato de a Lava Jato estar em Curitiba expôs muito os políticos, que passaram a ser vistos como vilões. Isso tem feito com que você e o governador fiquem mais em casa?
FR: Não. Isso é muito chato. Não tenho nada contra a Lava Jato, muito pelo contrário: acredito que nosso país esteja dando uma lição de moral e de democracia ao mundo, nenhum país faria com tanta determinação quanto o Brasil está fazendo. Mas acho que passou um pouco do limite; banalizou-se um pouco a pessoa “errada”, porque todo mundo é errado, enquanto que a nossa lei diz que todo mundo é correto até que se prove o contrário. Acontece que se prende, que se acaba com a moral de uma pessoa e depois de quatro, cinco meses chega-se à conclusão de que nada houve, que era tudo mentira e é arquivado. E aquela pessoa que sofreu todas essas denúncias, que foi exposta, não tem sequer direito ao mesmo espaço que foi usado contra ela para dizer que foi mentira, que foi arquivado. Ninguém vai ajudá-la a catar as penas. Hoje, se viraram para os políticos, amanhã pode ser para empresários, depois para médicos, depois juízes. Quem está livre? E ninguém pode ou deve viver nessa insegurança porque alguém acha que se está errado. Não estou vendo o lado de ninguém, estou fazendo um comentário geral do que está acontecendo. Agora, se eu e o Beto deixamos de sair de casa por conta disso? Não. A gente continua fazendo as compras de supermercado, indo ao cinema, ao shopping, a gente faz as corridas de rua… Nossa vida não mudou, até porque não devemos e não tememos nada. Continua tudo da mesma forma. Claro que tem um ou outro que grita “fora, Beto Richa”, mas eu acho que isso é normal no momento político que o Brasil está vivendo. Fora isso, nunca recebi nenhum tipo de agressão, nenhum xingamento, nenhuma forma de falta de educação – muito pelo contrário, só recebo carinho.
TV: E sobre o seu futuro, o que podemos esperar? Vai ser candidata à prefeitura de Curitiba? Ou Brasília está no radar?
FR: O meu futuro a Deus pertence. Minha vontade é continuar cuidando dos meus netos, tenho um filho solteiro que mora conosco e quero continuar dando a ele a atenção que dei aos meus filhos. Se o futuro do Beto for caminhar para Brasília, talvez eu caminhe com ele, talvez não, talvez faça metade lá, metade aqui, não sei. Quanto à prefeitura de Curitiba ou qualquer outra coisa, deixo na mão de Deus. Se Ele achar que o meu nome deve ser colocado em alguma situação, se a população de Curitiba ou do Paraná…
TV: Mas o fato de o seu nome ser cogitado para a prefeitura acaba sendo um elogio ao seu trabalho, não?
FR: Eu fico feliz, porque acho que as pessoas reconhecem o trabalho. Mas não tenho pretensão política nenhuma. Eu até, às vezes, brinco quando as pessoas falam “você tem que ser a nossa prefeita”: gente, tem que combinar com o resto da população! A eleição é muito séria, tem que ter muita responsabilidade. Acredito que essas coisas só podem acontecer quando a vontade da grande maioria é essa.
TV: Mas você não descarta, pelo jeito.
FR: Não é que eu não descarte – eu não me vejo. Acho que não será isso. Caminhei sempre com o Beto, sempre estive ao lado dele, acho que a gente faz uma dupla perfeita, tanto no casamento quanto na política. Não penso nisso. Sou filiada ao PSDB já há muitos anos, faço parte do partido, respeito-o, sigo meus líderes partidários. Sei lá. Deixo para o que tiver que acontecer, mas não penso nisso.
*Texto publicado originalmente na edição impressa número 14 do TOPVIEW Journal, outubro de 2017.
/////////////////////////// - /////////////////////////////

Fernanda Bernardi Vieira Richa
Secretária de Estado da Família e Desenvolvimento Social do Paraná

► Em 1999, se tornou bacharel em Direito pela Universidade Tuiuti do Paraná.

► De 2005 a 2010, presidiu a Fundação de Ação Social (FAS), em Curitiba.

► Em janeiro de 2011 (até o momento), assumiu a Secretaria da Família e Desenvolvimento Social, do Governo do Estado do Paraná, coordenando as políticas de assistência social e de defesa dos direitos da criança e do adolescente, da pessoa idosa, da mulher e da pessoa com deficiência.

► Em maio de 2016, foi eleita a representante do Fórum Nacional de Secretários Estaduais de Assistência Social (Fonseas) da Região Sul, na Comissão Intergestores Tripartite (CIT), um espaço de articulação entre os gestores federal, estaduais e municipais que tem o objetivo de auxiliar no desenvolvimento da política de assistência social no país.

► Em junho de 2016, assumiu a coordenadoria da Comissão Permanente de Políticas Públicas para as Mulheres do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) para o período 2016/2017. O foco principal é desenvolver diretrizes para fortalecer as políticas públicas e promover o desenvolvimento social e econômico das mulheres.
► Em março de 2017, participou do curso de Liderança Executiva em Desenvolvimento da Primeira Infância, na Universidade de Harvard (Massachusetts, Estados Unidos).
//////////////////////////// - /////////////////////////////



Margarita Pericás Sansone

Nasceu e vive em Curitiba, onde preside o Instituto Farol do Saber, dedicado a construir e apoiar a difusão de bibliotecas e lan-houses públicas em todo o Brasil.
Formada em Língua e Literatura Francesa pela Université de Nancy e pela PUC; em Literatura, História da Arte e Arqueologia, pela Scuola Dante Alighieri de Roma. Bacharel em Economia pela Universidade Federal do Paraná.
Poliglota, fala inglês, espanhol, italiano, francês e catalão, língua de seus avós maternos.
Publicou colunas periódicas nos jornais Correio de Notícias e Gazeta do Povo. E nas revistas Vogue, CasaVogue, Senhor-Vogue. Foi correspondente no Paraná e Santa Catarina, da Isto É, quando era dirigida por Mino e Luís Carta, da revista Mais e da Carta Editorial. Teve programa próprio na TV-Paranaense, Canal 12. Foi noticiarista e apresentadora da Rede Globo.
Fundou a Associação de Amigos da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco e a Festa da Igreja da Ordem, por 30 anos o mais expressivo mutirão de solidariedade do Paraná.
Jornalista observadora da Internacional Socialista nas primeiras eleições constitucionais do Paraguai, em 1988, designada por Leonel Brizola,então presidente nacional do PDT.
Entre os livros que publicou : “ O Dentro da Gente ”, poemas editados pela Martins Editora de SP, “Fundação Cultural de Curitiba, no Limiar do Novo Milênio”, “Sérgio Ferro, Um Artista Brasileiro”.
Casada com o engenheiro urbanista Rafael Greca de Macedo, já vereador, deputado estadual e federal, prefeito de Curitiba, secretário de estado no PR, ministro de Estado do governo FHC.
Quando Greca foi prefeito de Curitiba, entre 1993-1996, Margarita Sansone criou a Fundação de Ação Social e o Instituto Pró-Cidadania de Curitiba, entidades responsáveis por uma política pública solidária e inovadora , com generosa rede de programas sociais, Vale Vovó, Carrinheiro Cidadão, Vilas de Ofícios, FAS-SOS, Pousada de Maria, Educadores de Rua.
Seu trabalho social intenso valeu à administração Greca o “World Habitat Award, 1996”, da “Housing and Building Foundation” da ONU.
Fundou e organizou o Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba, em 1982, com apoio da Fundação Roberto Marinho. Organizou as coleções de arte “300 Anos de Curitiba” – entre 1993 e 1996 – e “500 Anos do Brasil” – entre 1999 e 2000 –, hoje expressivo acervo da Prefeitura da capital do Paraná. Foi membro do conselho editorial da Coleção “Farol do Saber” que, a partir de 1993, publicou títulos raros da bibliografia paranaense.
Margarita Sansone foi palestrante, ao lado de D. Ruth Cardoso, da Conferência Internacional do Habitat em Istambul ,em 1996, convidada pela ONU, na mesa de discussão “Cidadania e Emancipação da Mulher”.
Deu consultoria ao BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento, sobre Ação Social, em 1996.
Agraciada com o Prêmio Sesi 50 anos, por serviços prestados à comunidade em 1997. Prêmio Cultura da Câmara Municipal de Curitiba que também a nominou “Vulto Emérito da Cidade”.
Presidiu a Fundação Cultural de Curitiba, entre 1997 e 2000, quando promoveu as Bienais Internacionais de Gravura e Fotografia, e fundou o Museu Brasileiro de Fotografia Cidade de Curitiba.
Instalou e inaugurou as sedes próprias da Cinemateca de Curitiba e da Casa da Memória, e o Teatro Cleon Jacques.
Promoveu tournées das orquestras Camerata Antiqua de Curitiba e Orquestra de Câmara de Curitiba, para o Rio de Janeiro, São Paulo, Assunção do Paraguai, Roma, Florença, Copenhague, e Porto Seguro, na comemoração luso brasileira do V Centenário do Brasil.
Editou os CDs : “ Coronation Antems, da G.F. Haendel”– em comemoração aos 25 anos da Camerata de Curitiba, em 1999 ; “ Do Barroco ao Contemporâneo” – em comemoração aos 500 anos do Brasil, e “Orquestra de Câmara de Curitiba na Itália”, no ano 2000.
Criou e fundou o bem sucedido programa “Rede Sol”, de apresentações culturais para pessoas confinadas por motivos de saúde (hospitais), abandono (asilos e albergues) ou imposição da justiça (presídios). O programa ainda persiste na Fundação Cultural de Curitiba.
No Memorial de Curitiba, promoveu e foi curadora da primeira mostra “Picasso em Curitiba”. Ali também promoveu as mostras “Victor Brecheret em Curitiba”, “Fernanda Montenegro em Cena”. “Calazans Neto”, ”Isabel Pons”.
Mais conferências e performances de Jorge Wilheim, Paulo Autran, Ferreira Gullar, Eva Vilma, Carlos Heitor Cony, Tizuka Yamasaki, Afonso Rommano de Sant’Anna, Adélia Prado, Fernanda Montenegro, Tônia Carrero, Thiago de Mello, Pedro Martinelli, Marcos Valle, Ronaldo Boscoli, Gianfrancesco Guarnieri, Roberto Duailibi, Harry Simonsen Jr, Alaíde Costa, Ivone Lara, Paulinho Nogueira, Sargento, Carmem Costa, Arthur Moreira Lima, Fábio Magalhães, Boris Cossoy, Teresa Siza, Orlando Azevedo, Marcos Magaldi, entre outros.
Em 2001, recebeu do Governo da Itália a Medalha Giuseppe Garibaldi, pelo trabalho cultural realizado em prol da união Brasil – Itália, em 2002.
É membro fundador da Sociedade de Amigos do Museu Oscar Niemeyer, onde atualmente assessora a Presidência.
///////////////// - //////////////////

Margarita Sansone é homenageada pelo trabalho de gestão da FAS



A primeira-dama de Curitiba, Margarita Sansone, foi homenageada na Câmara Municipal nesta terça-feira (07/03), em sessão solene pelo Dia Internacional da Mulher. Margarita foi responsável pela criação do Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC), da FAS-SOS e de outros programas da área de atendimento social na primeira gestão do prefeito Rafael Greca, de 1993 a 1997Mulheres,
 A atual presidente da Fundação de Ação Social (FAS), Larissa Tissot, participou da sessão. “Esta é uma linda homenagem, proposta pela vereadora Fabiane Rosa, à nossa primeira-dama, uma mulher inovadora e à frente do seu tempo. Durante a primeira gestão do prefeito Rafael Greca, dona Margarita foi responsável pelo resgate da cidadania das pessoas mais vulneráveis”, disse Larissa. Ela ressaltou ainda que Margarita foi quem implantou a maioria dos equipamentos e serviços existentes até hoje na fundação. 
Assim como a primeira-dama, outras 30 mulheres foram homenageadas por terem se destacado em suas áreas de atuação. A homenagem foi proposta pelas vereadoras Dona Lourdes, Noemia Rocha, Julieta Reis, Fabiane Rosa, Maria Leticia Fagundes, Maria Manfron, Professora Josete e Katia Dittrich, que formam a maior bancada feminina da história da Câmara Municipal.
A vereadora Julieta Reis, que presidiu a cerimônia, desejou sucesso às mulheres. “Esta data comemora uma das maiores conquistas obtidas pela força do trabalho feminino e uma lembrança da importância da representatividade da mulher na sociedade e das suas lutas pela igualdade."
A advogada Adriana Denise Teixeira Bezerra, que enfrenta sequelas de paralisia cerebral, falou em nome das homenageadas. "Desde que me formei, lutei pela inclusão da pessoa com deficiência na sociedade, mas percebi que a sociedade me via tão somente como uma pessoa com deficiência, e não como uma mulher em seu direito pleno. Por vezes, meus direitos foram menosprezados e desrespeitados”, lembrou.
Para ela, a igualdade e a justiça só serão alcançadas quando a sociedade estiver aberta para reconhecer a legitimidade e a importância de lutas dos grupos com vulnerabilidades sociais.
Trajetória
Formada em magistério, professora de francês, economista e jornalista, Margarita Sansone tem, há 10 anos, um portal de notícias sobre política, moda, economia e turismo. Atualmente, dedica-se também às causas humanitárias, especialmente as que defendem os direitos das mulheres e das pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social.
Como gestora da FAS, na década de 1990, realizou diversos programas, como Vale-Vovó, SOS-Idoso, FAS-SOS, Carrinheiro-Cidadão, Educadores de Rua, SOS Mulher, Vila de Ofícios, Pousada de Maria, Casa da Acolhida e do Regresso, Direito de Família, Tudo Limpo, FAS Trabalho, Liceus e Linhas de Ofícios, Linha Sopão, Farmácia Caseira, além de coordenar a relocação de famílias de áreas de risco e a organização das comunidades de baixa renda.
Como presidente do IPCC implantou as lojas Leve Curitiba, o Vale-Creche, a Linha da Cidadania, o Refeições Curitibanas, lançando o primeiro restaurante popular do Brasil ao preço de R$ 1,00.
Com intensa atuação na área cultural, Margarita presidiu também a Fundação Cultural de Curitiba, quando fundou o Museu de Fotografia da Cidade de Curitiba, o segundo da América Latina, e promoveu mostras de arte, cinema e música.
Presenças
A solenidade, que teve a apresentação do Coral Paraná, contou também com a presença dos vereadores Mauro Bobato, Marcos Vieira, Ezequias Barros e Osias Moraes; da presidente do Instituto Curitiba de Saúde, Dora Pizzatto; do secretário municipal de Defesa Social e Trânsito, Algacir Mikalovski; da presidente do Instituto Municipal de Turismo, Tatiana Turra; de Liane Vieira, da Comissão de Apoio às Vítimas de Crimes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR); da coordenadora no Paraná da União Brasileira da Mulher, Maria Isabel Correa; da vice-presidente do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres de Curitiba, Elza Maria Campos; e de administradores regionais.

100% Handmade Retrato Pintura A Óleo sobre Tela Africano Mulher Pintura Wall Decor Sala Arte Da Parede Vertical Não Emoldurado


////////////////////// - /////////////////////////

Dotadas de mãos suaves e ternas
Que aconchegam e dão carinho,
Porém, ao mesmo tempo firmes
Para transmitir segurança na hora certa.

Mulheres,
Dotadas de olhos brilhantes,
Olhos que fitam com doçura,
Olhos que transmitem o que está guardado
Dentro da sua alma
Olhos que não sabem mentir.

Mulheres,
Dotadas de lábios delicados,
Lábios que falam de Deus,
Sobre o universo e de toda a criação.
Lábios que cantam poemas sobre a vida
Lábios que são as portas
Que deixam escapar a verdadeira voz do amor.

Mulheres,
Que demonstram seu sofrimento
Da forma sincera e humana que existe
Mas que também não conseguem esconder
Quando estão completamente felizes.

Mulheres,
Que sentem orgulho de serem mulheres
Mesmo sabendo todos os riscos que correm
Pelo fato de serem... Mulheres.


Mulher no Barco 

Óleo sobre tela, 40x50cm, 1998
Ilha do Governador/RJ - Brasil

Esta releitura sobre Waterhouse marca um grande período na minha pintura. Foi a época em que percebi que podia dar certo esse negócio de ser artista. Essa pintura me fazia sentar e ficar olhando para ela dizendo: "Como fiz isso!". Não que essa pintura seja a melhor que já fiz, mas para a época foi um susto conseguir tão bom resultado.

←  Anterior Proxima  → Inicio

0 comentários:

Postar um comentário

Faça Faculdade Uniandrade

Faça Faculdade Uniandrade
Vem pra Uniandrade

Publicidade

Publicidade

Seguidores