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domingo, 31 de dezembro de 2017

Até o século 17, o champanhe era jogado fora


Fabricado sobretudo em mosteiros europeus, o vinho era descartado quando ficava borbulhante demais. Na fria região de Champagne, no nordeste da França, esse problema atacava a bebida fabricada no inverno, pois os fungos que provocam a fermentação do suco de uva perdiam eficiência no frio e não conseguiam transformar o açúcar da fruta em álcool.


Com o calor da primavera, os microrganismos ressuscitavam e o vinho engarrafado voltava a fermentar, criando espuma.
O monge Pierre Pérignon (1648-1715), de Champagne, tentou acabar com as bolhas. Inventou uma mistura de vários tipos de vinhas, mas não conseguiu evitar a fermentação extra do clima quente.
Um dia, desistiu e rendeu-se. Resolveu aceitar o novo sabor e colocar o champanhe em garrafas resistentes à pressão do gás da espuma. E foi só aí que, aos poucos, sua bebida se tornou conhecida, até que, em 1743, a vinícola Moët & Chandon começou a produção industrial do vinho teimoso.

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