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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Ex Deputado na Máfia dos Selos- PF indicia 24 suspeitos pela fraude dos selos

Fato que aconteceu em 2008 aonde acontece ou não? Como quer ser santo, mentiroso e fez farra de todos as maneiras. Como pode ser tão dissimulado....... Quer que toda verdade venha a tona? Bastidores pegando fogo. Entre os indiciados pelo desvio de R$ 2,8 mi estão dois deputados e um ex-candidato ao parlamento italiano Elder Ogliari, de O Estado de S. Paulo, A Polícia Federal indiciou 24 pessoas por participação no desvio R$ 2,8 milhões em selos da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul entre 2004 e maio de 2007, quando a fraude foi descoberta. Estão na relação o ex-diretor administrativo da Assembléia Legislativa, Ubirajara Amaral Macalão, os deputados estaduais Kahlil Sehbe (PDT) e Paulo Brum (PSDB), o ex-candidato ao parlamento italiano Adriano Bonaspetti, funcionários do Legislativo e empresários. O inquérito foi encerrado na sexta-feira, depois de um ano de investigações, e remetido ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Segundo o delegado Andrei Augusto Passos Rodrigues, Macalão comandava o esquema, mas havia uma cadeia de operadores e de pessoas que também se beneficiavam de lucros ilegais. O ex-diretor administrativo foi acusado de adulterar notas fiscais para fazer a Assembléia pagar selos que eram desviados com descontos para terceiros e depois recolocados no mercado. Para isso, ele contava com ajuda de um representante comercial dos Correios, que teria facilitado as operações, e com um distribuidor, que revendia os selos para agências lotéricas, escritórios e empresas. A investigação indicou que Sehbe, Brum e Bonaspetti, que concorreu à vaga de representante sul-americano no parlamento italiano, compraram selos do esquema montado por Macalão para suas campanhas eleitorais em 2006. Os dois deputados estaduais, indiciados por peculato doloso e utilização de documento falsificado, admitiram que compraram selos da MR Entregas, franqueada dos Correios, por indicação do então diretor administrativo da Assembléia. Mas alegam que não sabiam que os selos chegavam ao fornecedor por meios ilícitos, se disseram enganados por ele e prometem provar inocência na Justiça. As ligações feitas pelo Estado para o telefone de Bonaspetti não foram atendidas neste sábado. O italiano foi indiciado por peculato doloso. O relatório da Polícia Federal propõe nova investigação para apurar se houve crime eleitoral de Sehbe, Brum e de um terceiro deputado estadual, Nelson Härter (PMDB), não indiciado no inquérito, que teria usado selos da Câmara dos Deputados sem declarar a origem ao Tribunal Regional Federal. À imprensa gaúcha, Härter disse que não usou os selos para fins eleitorais. Em sua última aparição pública, em março, Macalão sustentou que não roubou nada da Assembléia Legislativa e declarou-se inocente. Dos 24 indiciados, um foi acusado de receptação e 13 de peculato doloso. Entre eles, alguns também foram indiciados por formação de quadrilha, falsidade ideológica e utilização de documentos falsificados. Dez servidores da Assembléia Legislativa foram indiciados por peculato culposo, por não terem detectado a fraude cometida por colegas. Série O escândalo dos selos, descoberto em maio do ano passado, foi o primeiro de uma série que abalou a política gaúcha. Em novembro, a Polícia Federal descobriu um esquema que desviou R$ 44 milhões do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). O inquérito foi concluído em março, o Ministério Público Federal ofereceu a denúncia em maio e, naquele mesmo mês, a Justiça Federal abriu processo contra 40 acusados. Uma CPI também investigou o caso e, durante suas sessões, recebeu e revelou escutas da Polícia Federal em que os envolvidos no caso citavam integrantes do governo de Yeda Crusius (PSDB). Uma gravação feita pelo vice-governador Paulo Afonso Feijó (DEM) mostrou o então chefe da Casa Civil Cézar Busatto (PPS) dizendo que partidos políticos se financiavam de órgãos públicos. Em meio à crise política, Busatto e os ex-secretários Delson Martini, Ariosto Culau e Marcelo Cavalcante pediram demissão. O relatório da CPI não responsabilizou integrantes do governo. Desde o dia 10 de junho uma força-tarefa do Ministério Público Estadual está investigando 24 denúncias de irregularidades em contratos do Detran e também do Departamento Autônomo de Estradas e Rodagem (Daer), Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) e Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul).
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