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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Governo diz que associação de delegados age de má-fé

A Associação dos Delegados de Polícia do Paraná (Adepol) diz que 270 cidades do Estado não tem chefe de polícia. O número parece exagerado, ainda mais quando se sabe que quase 100 municípios paranaenses tem menos de 5 mil habitantes e quase outra centena tem de 5 mil a 10 mil moradores, com índices de criminalidade muito baixos.
Além disso, o último levantamento da Secretaria de Segurança aponta que 43 cidades do Estado sequer registraram mortes violentas no ano passado. Ou seja, o felizardo delegado que por ventura fosse designado para uma destas localidades viveria com salário de quase R$ 20 mil e nenhuma grande preocupação.
Reside aí, portanto, um ótimo exemplo do que representa o corporativismo no serviço público. Pouco importa a quantidade do trabalho que se tenha a fazer, desde que se inche a máquina com o máximo de gente possível para sustentar a existência da corporação, dos sindicatos e organizações assemelhadas que brotam justamente para… defender o espírito de corpo.
Aí cabe outra questão: Se faltam delegados em tantas cidades quanto diz a Adepol, e o portal da transparência do Estado registra que quase 400 destes profissionais estão na ativa, onde toda essa gente está trabalhando.
Governo do Estado acusa a Adepol de agir de má-fé ao cobrar, em outdoors instalados no Paraná, que sejam nomeados delegados concursados para atender a todas as 399 cidades do Estado. Por lei, apenas as cidades sedes de comarca devem ter delegados de carreira. Ou seja, para ter delegado tem que ter juiz e promotor do Ministério Público. No caso paranaense, são 160 comarcas e apenas 13 estão momentaneamente sem titular. As nomeações, no entanto, estão sendo preparadas pelo governo.
“Nunca houve delegados em todas as cidades do Estado na história do Paraná”, esclarece o secretário de Segurança Publica e Administração Penitenciária, Wagner Mesquita. “Onde não há estrutura da Polícia Civil, temos a presença da Polícia Militar. As duas forças atuam em cooperação”.
Para nomear delegados concursados para todas as cidades, com salário inicial superior a R$ 19 mil, o Estado precisaria ampliar em muito os gastos com a folha de pagamentos. “Não há recursos financeiros disponíveis para isso e nem os contribuintes suportariam mais este custo. Há limites de gastos impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal que não podem ser ultrapassados, e um deles é o gasto com pessoal”, completa Mesquita.
Segundo ele, os investimentos feitos pelo Estado nos últimos anos, como a contratação de 11 mil policiais civis e militares e a compra de 3 mil viaturas, “contribuíram decisivamente para a redução da criminalidade”.
O Paraná registrou nos primeiros seis meses de 2017 o menor número de homicídio dos últimos dez anos para o período, com 1.041 casos. Os dados são da Coordenadoria de Análise e Planejamento Estratégico (Cape) da Secretaria da Segurança Pública, que iniciou o levantamento em 2007.
Também houve queda nos roubos (-20,35%) e furtos (-6,24%) ao comércio, roubos em geral (-3,83%), furtos de veículos (-3,76%) e crimes contra a pessoa (-2,62%).



Nunca se matou tão pouco como em 2017 em Curitiba; veja os números de assassinatos

Dados são da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) até 27 de dezembro deste ano

Nunca se matou tão pouco em Curitiba como no ano de 2017. Foram 368 assassinatos, contra 469 no ano passado. O número anterior mais baixo da média histórica, que começou em 2007, foi registrado em 2015, quando 449 pessoas foram assassinadas na capital. Os dados, referentes até 27 de dezembro, são da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). 


Para comparação, o número de 2017 equivale a menos que a metade dos registros de assassinatos em 2010, quando 750 pessoas foram executadas em Curitiba. Para o delegado-chefe da DHPP, Fábio Amaro, o principal fator para a queda foi o número de homicidas presos em 2017.
“Foram 119 neste ano, o que é um número emblemático, porque quem mata uma vez, mata outra, sentindo-se impune. Nosso enfoque é colocar os homicidas atrás das grades e isso vem sendo possível, principalmente por uma teia de Segurança Pública que existe atualmente. Essa teia é uma aproximação entre o Ministério Público e o Setor Judiciário, confiando no trabalho da DHPP e expedindo mandados de prisão”, descreveu durante o Programa Casos de Polícia, da Rádio Banda B, apresentado pelo jornalista Antônio Nascimento.
Segundo o delegado, o trabalho da imprensa também é fundamental. “Quando vocês colocam na Banda B o telefone do nosso disque-denúncia (0800-6431-121), para que as testemunhas nos procurem, isso tem um resultado impressionante, porque quem tinha medo de falar nos procura. O trabalho de toda a imprensa é fundamental neste sentido”, salientou Amaro.
Bairros
Com relação aos bairros mais populosos de Curitiba, a maioria teve queda no número de assassinatos na comparação entre 2016 e 2017, com exceção a três da região Sul:
– Pinheirinho subiu de seis para 17
– Boqueirão de oito para 13
– Novo Mundo de cinco para dez.
Nos demais bairros, a queda foi uma tendência, destacando-se:
– Sítio Cercado de 47 para 23
– Cajuru de 39 para 13
– Umbará de 15 para seis
– Centro de doze para cinco
– CIC, a queda pequena, de 68 para 65
Os dados completos com os números de 2017 devem ser divulgados pela DHPP no início de 2018.


"Policiais militares da Rocam entregam presentes de Natal para crianças carentes em Marechal Rondon",  http://www.opresente.com.br/noticia/policiais-militares-da-rocam-entregam-presentes-de-natal-para-criancas-carentes-em-marechal-rondon#.Wj-_0KG_V0A.facebook


Ação social.... traz confiança e proximidade com a população











Bombeiros fazem salvamento em Caiobá no final da manhã desta quarta-feira. Operação verão 


O corpo de Bombeiros do Paraná tem feito diariamente salvamentos nas praias do litoral do estado. Um deles ocorreu no final da manhã desta quarta-feira (27/12) em Caiobá quando a jovem Helena estava com seus parentes no mar e levou um susto ao escorregar no mar e começar a engolir água. Rapidamente os bombeiros, que estavam a metros dali, correram para socorrê-la.

“Eu estava com meu cunhado quando de repente a onda começou a nos puxar, os bombeiros viram que estávamos em apuros e foram até lá, agora tomarei mais cuidado com certeza”, disse Helena Messias.

“Sempre que vemos alguém em apuros, corremos para evitar uma tragédia, ela perdeu o pé, poderia não retornar mais, por isso os guarda-vidas a resgataram”, contou a Porta-Voz do Corpo de Bombeiros, Capitã Rafaela Diotalevi.

Desde o início do Verão Paraná até a manhã desta quarta o Corpo de Bombeiros registrou 140 resgates simples como o ocorrido hoje, no qual a pessoas não precisa de atendimento posterior na areia ou ser encaminhada a um hospital.
Fonte: Comunicação Social da PMPR




6º Grupamento promove Natal Solidário a adotar cartinhas para o Papai Noel de 600 crianças
Quem nunca fez quando era criança a tão esperada “cartinha para o Papai Noel” na chegada das festividades natalinas? Pois bem, este sonho se tornou realidade para aproximadamente 600 crianças da Escola Irmã Maria Eufrásia Torres, no bairro Jardim Ipê em São José dos Pinhais.
Os bombeiros do 6º Grupamento de Bombeiros apadrinharam estes alunos juntamente com professores e funcionários da rede municipal, empresas privadas e Exército, atingindo alunos da 1ª a 5ª série.
A chegada do Papai Noel com os presentes foi um momento muito especial para as crianças. Cada uma teve a oportunidade de pegar seu presente, além de abraçar e beijar o Papai Noel.
Participaram da ação o Comandante do 6º GB, Major Edson Manassés, o Prefeito Municipal de São José dos Pinhais, Antonio Benedito Fenelon e a Secretária Municipal de Educação, Professora Emma Zen Karan.

Fonte: Comunicação Social do 6º Grupamento de Bombeiros


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