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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Kátia Dittrich está com os dias contados na Câmara de Curitiba? E outros 16.....

Os advogados da vereadora Kátia Dittrich entregaram as alegações finais do processo em que a parlamentar poderá perder o mandato. A comissão processante é formada por Osias Moraes (PRB), Cristiano Santos (PV) e Toninho da Farmácia (PDT). O relator tem até o dia 8 de dezembro para apresentar o parecer. Na próxima semana, Dittrich ficará sabendo se a tendência é a cassação ou não. As evidências são fortes e uma gravação derruba todos os argumentos e desculpas soltas nos últimos meses. Para perder o mandato, são necessários votos de pelo menos dois terços dos integrantes da casa legislativa – 26 votos. FONTE: Blog Tupan
Ministério Público e os vereadores de Curitiba Não dá para saber exatamente quais são os vereadores porque o caso corre em segredo de justiça. Mas à boca pequena corre pela Câmara que alguns dos 16 vereadores investigados pelo Ministério Público do Paraná são Thiago Ferro (PSDB), Osias Moraes (PRB), Rogério Campos (PSC) e Geovane Fernandes (PTB). Os focos são retenções de salários (pedágio para os comissionados serem contratos), servidores fantasmas, evolução patrimonial incompatível com os ganhos e outros motivos. Aguardemos o que vem aí. Fonte: Fabio Campana
Operação ‘abafa’ na Câmara de Vereadores O Tupan informa que uma operação abafa acontece na Câmara Municipal de Curitiba para livrar os parlamentares acusados de se apropriarem dos salários dos funcionários. As chances de que Rogério Campos (PSC), Thiago Ferro (PSDB), Osias Moraes e Geovane Fernandes (PTB) terem uma punição são mínimas. A única ameaçada é Kátia Dittrich. Os demais esperam por uma ação das autoridades. O corporativismo rola abertamente. Tudo indica que só haverá uma mudança de comportamento quando o Ministério Público do Paraná agir para acabar com a festança da proprina. Como fez quando Custódio da Silva e outros membros do parlamento caíram no início da década passada. Vereadores de Curitiba são acusados de corrupção Parlamentares são suspeitos de ficaram com salários de funcionários dos gabinetes O Ministério Público do Paraná apresentou denúncia contra mais três vereadores da Câmara Municipal de Curitiba. Trata-se de Rogério Campos (PSC), Giovani Fernandes (PTB) e Osias Moraes (PRB). Eles são suspeitos de ficarem com parte dos salários de seus funcionários. A mesma acusação já envolvia a vereadora Kátia Dittrich (PSD) e Thiago Ferro (PSDB). Todos da base do governo de Rafael Greca (PMN). Todos eles serão investigados por uma comissão processante, uma vez que a Comissão de Ética não tem pode para cassar mandatos. Diante da acusação, o presidente da Câmara Municipal, Sérginho do Posto (PSDB) defendeu seus colegas e a Casa. “A Câmara Municipal tem vivido dias turbulentos, mas há estabilidade. Nenhuma das denúncias atingem a administração da Câmara, ou até mesmo a presidência. É importante separar os fatos e toda denúncia será investigada pela Câmara”, defende o presidente. À Câmara Municipal, Serginho do Posto confirmou que a instituição forneceu documentos a respeito desses três mandatos ao Ministério Público. Segundo ele, os ofícios recebidos pelo Ministério Público apenas pediam documentos e informações sobre os mandatos, sem configurarem denúncia contra os vereadores. Comissão processante tem envolvidos em denúncias A comissão processante é o órgão da Casa para investigar as denúncias contra corrupção, uma vez que a Comissão de Ética da Casa não tem poderes para cassar mandato. Ela pode, no máximo, sugerir suspensão do vereador. Porém, da comissão formata para analisar o caso da vereadora Kátia Dittrich, acusada por seis ex-funcionários de ficar por parte dos salários, tem um membro, Osias Moraes (PRB), que também passa a ser investigados pelo Ministério Público do Paraná. Mesmo assim, o regimento interno da Câmara Municipal não o impede de participar da investigação da colega. O corregedor da Câmara, Dr. Wolmir Aguiar (PSC) , “temos obrigação de investigar para esclarecer [os fatos], não só para o vereador que está sendo investigado, mas para a população também”. Enquanto isso, o Conselho de Ética da Câmara, que foi formado em abril de 2017, somente agora aprovou seu regimento interno. “A aprovação [do regulamento] estava sendo adiada por causa da revisão do Regimento Interno, mas ainda não chegou a ser concluída, então nós vamos aprovar o antigo e aguardar o novo. Assim que ficar pronto faremos uma nova reunião para aprová-lo”, explicou Noemia Rocha (PMDB), presidente.
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