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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Repercussão do caso da capeira, Dr Ygor Salmen no Galo

Manifestantes fecham ruas em protesto por falta de solução no caso da morte da copeira

A passeata foi organizada para lembrar um ano da morte de Rosária, a ser completado no dia 23 de dezembro


Cerca de 30 familiares e amigos da copeira Rosária Miranda da Silva se reuniram e marcharam em protesto pelas ruas do Centro Cívico, na tarde e início da noite desta sexta-feira (8). A passeata foi organizada para lembrar um ano da morte de Rosária, a ser completado no dia 23 de dezembro. A copeira foi atingida na cabeça em uma confraternização de final de ano, em 2016, na Rua Celeste Santi, no Abranches. A acusada é a policial civil Kátia dos Santos Belo, que mora nos fundos de onde estava sendo feita a festa.

O grupo se reuniu em frente ao estacionamento em que ocorreu a festa, que fica quase na esquina da Celeste Santi com a Rua Mateus Leme, recém transformada em binário. Antes de marchar até o Tribunal de Justiça do Paraná, destino da passeata, os familiares e amigos fecharam a Mateus Leme por cerca alguns minutos. Com apitos e faixas, chamaram a atenção de quem passava pelo local.
Eles seguiram em marcha pela rua Euclides Bandeira, onde fica a residência da acusada. Em frente à casa, os manifestantes pararam para pedir justiça e atiraram rosas brancas, simbolizando o desejo de paz que o grupo pede. Um grupo de segurança privado guardava a residência da policial.
O caminho seguiu pela Euclides Bandeira até a Conselheiro Raul Viana, nos fundos do Tribunal de Contas do Paraná (TCE). Dalí, a marcha seguiu pelo Jardinete João Régis Teixeira Júnior, em frente ao TCE, até chegar à Avenida Candido de Abreu, onde o grupo seguiu por uma quadra para dar a volta no Tribunal de Justiça, na Rua Rosaldo Gomes Melo Leitão. Todo o trajeto foi feito com escolta de batedores do Batalhão da Polícia de Trânsito (Bptran) e de agentes da Setran.
A manifestação terminou em clima de emoção, com o marido de Rosária, Francisco Feliciano Leite e o filho do casal, João Vitor, repetindo o pedido de justiça pela morte da copeira em frente ao TJ. “Eu gostaria que estivesse resolvido. Em se tratando de uma policial, não pode ficar impune. Hoje foi minha esposa, amanhã pode ser outra família chorando. Eu vou até o fim por justiça”, disse o marido de Rosária.

rotesto no Centro Cívico

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Maicon J. Gomes/Gazeta do Povo
















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