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sábado, 2 de dezembro de 2017

Vice Prefeito de Curitiba almoça com seu avô

Com sua alegria o Vice Prefeito de Curitiba vem fazendo um trabalho que inveja muitos ilusionistas e quem faz truques para se manter na politica. Com um futuro promissor e certeiro Eduardo Pimentel vem se destacando como um gestor público sem patrocinar armações, conspirações nem perseguições diabólicas nem satânicas como a lava jato revelou, políticos corruptos e oportunistas pegadores de propinas. Claro que o sonho do seu avô não morreu, quem sabe o vice prefeito pode ainda lutar por uma concessão pública de rádio e televisão, e com certeza que sua maneira ética e futurista de fazer a verdadeira politica com certeza lhe reserva vitórias. Eduardo Pimentel é formado em Administração com pós-graduação em Agronegócios. No setor público, começou como diretor de marketing da Fundação Cultural de Curitiba. Em 2011, foi convidado para ser diretor do Ceasa - Centrais de Abastecimento do Paraná S/A. Durante os quatro anos em que trabalhou na unidade, a Ceasa passou por um grande processo de modernização que melhorou o atendimento aos produtores e consumidores paranaenses. Eduardo Pimentel foi subchefe da Casa Civil do Governo do Paraná e assessor especial do gabinete do governador. Nascido em Curitiba, começou a trabalhar com 16 anos na área de serviços gerais do jornal O Estado do Paraná. Trabalhou ainda nos setores administrativo e comercial da TV Iguaçu. No almoço com certeza o nome e sobrenome pesou muito na conversa com o eterno empresário bem sucedido, Paulo Cruz Pimentel que nasceu em Avaré (SP) no dia 7 de agosto de 1928, filho de Públio Pimentel e de Maria Isabel Cruz Pimentel. Seu pai era dentista no interior de São Paulo. Após cursar o primário e o ginásio em sua cidade natal, iniciou o colegial em Botucatu (SP), concluindo-o na capital do estado. Bacharelou-se em 1952 pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). No mesmo ano de sua formatura, passou a trabalhar como consultor jurídico, e depois diretor financeiro, na firma Ricardo Lunardelli, da família de sua noiva, Yvone Lunardelli. Em 1955, já casado, transferiu-se para o Paraná como diretor da Usina Central do Paraná, também da família Lunardelli, radicando-se em Porecatu. Os Lunardelli eram grandes proprietários de terras e usinas no norte do Paraná. Em 1960, participou da campanha eleitoral de Ney Braga, do Partido Democrata Cristão (PDC), que disputava com Nélson Maculan, do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), o governo do Paraná, cobrindo juntamente com seu sogro, João Lunardelli, o norte do estado. Com a vitória de Ney Braga e sua posse em 31 de janeiro do ano seguinte, foi convidado a assumir a Secretaria de Agricultura do estado. Por essa época, tornou-se também presidente da junta administrativa da Associação de Crédito e Assistência Rural do Paraná e do conselho de administração da Companhia Agropecuária de Fomento Econômico do Paraná-Café do Paraná, além de ter sido eleito representante da lavoura paranaense na junta administrativa do Instituto Brasileiro do Café (IBC). Deixando a Secretaria de Agricultura do Paraná em 1965, lançou sua candidatura ao governo do estado, registrada desde o ano anterior pelo Partido Trabalhista Nacional (PTN) e, mais tarde, apoiada pela bancada estadual da União Democrática Nacional (UDN). Sua candidatura foi também formalmente endossada, em maio de 1965, pelo PDC, liderado na época por Ney Braga. Inicialmente, nas convenções do partido, Ney Braga tivera como candidato preferencial Afonso Camargo Neto, mas, com o lançamento da candidatura do ex-governador Bento Munhoz da Rocha (1951-1955) — seu cunhado e então inimigo político, apoiado pelo PTB e pelo Partido Social Democrático (PSD) —, decidiu apoiar Paulo Pimentel, cuja campanha foi em grande parte financiada pelo empresário Jaime Cannet Júnior. Governador do Paraná Com 518.971 votos, contra menos de 460 mil votos dados a Munhoz da Rocha, em 3 de outubro de 1965 Paulo Pimentel foi eleito governador, juntamente com o candidato a vice-governador Plínio Ferreira da Costa. A vitória no mesmo pleito dos candidatos oposicionistas em Minas Gerais e na Guanabara desencadeou uma crise política que resultou, ainda em outubro, na edição do Ato Institucional nº 2 (AI-2), determinando a extinção dos partidos políticos. Com a implantação do bipartidarismo, Pimentel optou pelo grupo que viria a criar o partido do governo, a Aliança Renovadora Nacional (Arena). Assumindo o governo do Paraná em 31 de janeiro de 1966, logo se desentendeu com Ney Braga, que não queria a retomada das obras deixadas inconclusas por Munhoz da Rocha e, além disso, tentou interferir na composição de seu secretariado. Pouco depois, o grupo “neísta” que integrava o governo afastou-se, dando assim início a um processo de rupturas e alianças entre Pimentel e Ney Braga na disputa pela liderança política do Paraná. Pimentel rompeu também com Cannet Júnior, a quem indicara logo após assumir o governo para a presidência do Banco do Estado do Paraná. Cannet se desentendeu com o governador em julho de 1966, por causa de um empréstimo que o banco negou aos Lunardelli, e em seguida demitiu-se. Durante sua gestão, o governo federal cogitou fechar a Assembeia Legislativa do Paraná. Pimentel defendeu com êxito, junto ao presidente Artur da Costa e Silva e ao general Emílio Garrastazu Médici, então chefe do Serviço Nacional de Informações (SNI), a manutenção da Assembleia em funcionamento, apesar da violenta oposição do ministro da Justiça, Luís Antônio da Gama e Silva. Em 1967, através da Fundação de Desenvolvimento do Paraná (Fundepar), Pimentel lançou o I Concurso de Contos do Estado, que projetou nacionalmente o escritor paranaense Dalton Trevisan. Em seu programa de governo deu prioridade à pavimentação de asfalto das rodovias paranaenses e à ampliação da rede de energia elétrica do estado. Em 1968, concluiu parte do plano rodoviário, que abrangia, entre outras, as estradas Maringá-Paranavaí, Maringá-Campo Mourão e Lapa-São Mateus do Sul. Criou também novas secretarias de estado, autarquias, departamentos autônomos, sociedades de economia mista, paraestatais e outras empresas com participação do estado. Em 1969, já se encontrava em vias de conclusão a usina hidrelétrica Capivari-Cachoeira, solução energética para Curitiba e as cidades litorâneas. Durante seu governo, tornou-se também um grande empresário da imprensa. Já era proprietário dos jornais O Estado do Paraná, de Curitiba, desde o início da década de 1960, e A Tribuna do Paraná. Ainda em 1968, comprou a Rádio Iguaçu, antiga Rádio Sociedade de Guairacá, também de Curitiba, que seria totalmente modernizada em 1972. Proprietário da TV Iguaçu, de Curitiba, cuja concessão foi assinada pelo presidente Humberto Castelo Branco, e da TV Tibagi, de Apucarana (PR), no período de governo de Costa e Silva, com quem manteve relações amistosas desde a candidatura deste à presidência da República, comprou também a TV Coroados, de Londrina (PR). Em meados da década de 1970, fundaria ainda o jornal O Panorama, de Londrina. Apesar de não ter sido consultado para a escolha do novo governador, contou com um clima politicamente favorável à sua administração durante o período de governo do presidente Médici, iniciado em outubro de 1969. Médici indicou para a sucessão do governo paranaense Haroldo Leon Peres, desagradando tanto a Ney Braga quanto a Pimentel, os quais, entretanto, se comprometeram com o presidente a apoiar o futuro governador. Pimentel transmitiu o governo a Leon Peres em 15 de março de 1971, estabelecendo então uma breve trégua com Ney Braga. Todavia, o novo governador não suportou as pressões da oposição e as denúncias de corrupção contra seu governo. Antes de renunciar em novembro do mesmo ano, quase provocou a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para apurar os gastos do governo Paulo Pimentel. Fora do governo Quando o presidente Ernesto Geisel assumiu o poder em março de 1974, o prestígio político de Ney Braga, então senador, aumentou graças à sua amizade com o novo presidente, que o nomeou ministro da Educação. Ney Braga se havia descuidado de suas áreas de influência no Paraná, quase inteiramente neutralizadas pela liderança de Pimentel. Houve então uma reviravolta e teve início o declínio político deste último. Em 1974, Ney Braga indicou à Arena o nome de Cannet Júnior, a quem estava politicamente ligado, para o governo do Paraná, juntamente com o de João Mansur para o Senado. Pimentel tentou obter apoio para sua candidatura a senador, mas não teve êxito, embora integrasse a chapa do candidato ao governo estadual Francisco Acióli Filho, presidente da Arena no estado. Em represália, não colaborou politicamente com Cannet e Mansur em seus jornais e emissoras de rádio e televisão. Ao contrário, promoveu representantes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), o que o levou ao rompimento total com Ney Braga. Realizadas as eleições em novembro de 1974, Cannet Júnior foi eleito. Até março de 1976, Pimentel era proprietário da maior rede de comunicação do Sul do país. A partir daí, entretanto, começou a sofrer rigoroso boicote econômico em decorrência dos ataques de seus jornais e emissoras ao governador Cannet Júnior e a outras figuras da Arena, liderada na época por Afonso Camargo Neto, amigo de Cannet. O governo estadual cortou então a verba destinada à propaganda oficial, sob a forma de subvenção fixa, que os órgãos de divulgação de Pimentel recebiam. Essa verba correspondia à metade do total destinado à imprensa e à televisão paranaense para tal fim. Pimentel teve seu contrato de retransmissão da programação da TV Globo, do Rio de Janeiro, suspenso, quando ia ser renovado, o mesmo acontecendo em relação à TV Tupi. Pouco depois do cancelamento desses contratos, a TV Globo fez uma proposta de compra das emissoras. Sob pressão, Pimentel vendeu a TV Coroados ao grupo paulista de Oscar Martinez, do qual fazia parte João Simões. Mediante ação judicial, o grupo recusou-se a pagar-lhe os 25 milhões estipulados no contrato sob a alegação de que havia irregularidades na documentação da empresa. Vinte e quatro horas depois de vendida, a TV Coroados retomou a programação da Globo. Ainda em 1976, também o jornal O Panorama foi vendido a Adolfo de Oliveira Franco e Max Rosemann, ambos adversários de Ney Braga. A TV Iguaçu e a TV Tibagi, que detinham o mais alto índice de audiência do Sul do país, também se encontravam em situação deficitária. Em maio de 1977, Pimentel foi chamado a Brasília e aconselhado pelo chefe do Gabinete Militar da Presidência da República, general Hugo Abreu, a vender duas emissoras de televisão, uma rádio e dois jornais ao empresário João Saad, dono da TV Bandeirantes, de São Paulo. Aceitou o conselho. Saad excluiu da compra os jornais. Entretanto, na última reunião para fechamento do contrato, Pimentel não compareceu, cancelando posteriormente a operação. Ainda em 1977, o Departamento Nacional de Telecomunicações (Dentel) suspendeu a concessão da Rádio Iguaçu, declarando-a perempta. Na Câmara dos Deputados Em 1978, num encontro com o então candidato à sucessão presidencial, João Batista Figueiredo, Pimentel se dispôs a apoiar incondicionalmente a Arena. Desse contato resultaram relações amistosas. Candidato à Câmara dos Deputados, o ex-governador experimentou o início de sua recuperação política e econômica, obtendo ainda do Banco do Brasil um empréstimo equivalente a cerca de meio milhão de dólares. Pouco depois, deu-se a reconciliação com Ney Braga. No pleito de 15 de novembro de 1978, concorrendo na legenda da Arena, foi o deputado federal mais votado do Paraná, com 128.267 votos. Assumiu o mandato em fevereiro de 1979 e, com a extinção do bipartidarismo em 29 de novembro desse ano e a consequente reformulação partidária, participou da fundação do Partido Democrático Social (PDS), começando também a movimentar-se no sentido da aceitação, por esse partido, de sua candidatura a governador do Paraná em 1982, sem encontrar apoio. Em 1981, anunciou seu desligamento do PDS para lançar-se candidato na legenda do novo PTB presidido por Ivete Vargas, condicionando essa troca partidária à compreensão, por parte do governo federal, de seus motivos eleitorais. Sua filiação ao PTB foi muito bem recebida por Ivete Vargas, mas o presidente regional do partido, deputado Alberto Daros, estranhou o condicionamento colocado por Pimentel para seu ingresso no partido, isto é, tê-lo sujeitado “à aprovação do general Figueiredo”. Suas novas conversações com Brasília, jogando com o desligamento do PDS, visariam, segundo Daros, a um reescalonamento de sua dívida empresarial junto ao Banco do Brasil. Pimentel declarou então estar pronto para submeter-se a uma CPI sobre corrupção a fim de rebater as acusações de Daros. Exibiu vários documentos de acordo com os quais seu empréstimo no Banco do Brasil fora convertido em dólares e parcialmente pago em 1978. Quando Saul Raiz, prefeito de Curitiba e preferido de Ney Braga, foi escolhido candidato do PDS ao governo do estado — em chapa com Ney Braga para o Senado —, embora figurando em último lugar nas prévias eleitorais, que davam a liderança a Paulo Pimentel, este insistiu em sua filiação ao PTB. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manifestou-se por sua inelegibilidade na legenda desse partido, uma vez que havia assinado a ata de fundação do PDS e pertencia, consequentemente, ao partido do governo. Criou-se então um impasse porque o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná já lhe havia fornecido certidão negativa de filiação em qualquer partido e, depois, sua certidão de filiação ao PTB. Em 1982, o PTB era a única alternativa para Pimentel, pois qualquer pretensão sua de concorrer ao governo do estado na legenda do PDS se tornara inviável: além de ser o candidato de Ney Braga, Saul Raiz apresentou um balanço definitivo de prestígio dentro do partido. Em agosto, depois de renunciar a qualquer pretensão de candidatar-se, Pimentel reintegrou-se ao PDS e aderiu ao esquema de unificação do partido articulado por Ney Braga para apoiar a candidatura de Raiz, colocando também seus jornais e emissoras de televisão a serviço do candidato governista. O vencedor no pleito de novembro foi, contudo, o candidato oposicionista José Richa, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Paulo Pimentel encerrou seu mandato de deputado federal em janeiro de 1983. Durante a legislatura, foi membro da Comissão de Constituição e Justiça, além de suplente da Comissão de Comunicação e da Subcomissão da Questão Urbana e de Transporte da Câmara dos Deputados. Após o término de seu mandato, voltou a filiar-se ao PDS, tornando-se presidente do diretório paranaense do partido. Nesse período, destacou-se por promover uma intensa campanha política contra o governador José Richa, utilizando para isso os dez minutos diários de comentário político no Jornal do meio-dia, transmitido pela TV Iguaçu, uma das emissoras de sua propriedade, então repetidora da TVS, do empresário Sílvio Santos. Iniciado o processo de sucessão do presidente João Batista Figueiredo, aliou-se à corrente partidária que articulou a pré-candidatura do então ministro dos Transportes, Mário Andreazza, para a disputa na convenção que escolheria o candidato do PDS à presidência da República. Assim como o ex-governador da Bahia, Antônio Carlos Magalhães, foi um dos coordenadores da campanha de Andreazza, que no entanto foi derrotado na convenção de agosto de 1984 por Paulo Maluf. Em novembro de 1985, candidatou-se a prefeito de Curitiba. Obteve apenas 24.143 votos, num colégio eleitoral de 627.303 votantes, ficando em terceiro lugar. O vencedor foi Roberto Requião (PMDB). No ano seguinte, participou da campanha da Frente Popular de Oposições, formada por vários partidos de oposição ao PMDB no plano estadual, que apoiou o candidato Alencar Furtado, do Partido Municipalista Brasileiro (PMB), na eleição para governador. O vitorioso foi Álvaro Dias, do PMDB. Filiando-se ao Partido da Frente Liberal (PFL) pouco antes do pleito, elegeu-se ele próprio deputado federal constituinte. Assumindo o mandato em fevereiro de 1987, durante os trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte foi suplente da Subcomissão da Questão Urbana e Transporte, da Comissão da Ordem Econômica, e membro titular da Comissão de Sistematização, concentrando-se na elaboração de propostas sobre os dispositivos que regulamentavam o funcionamento do Poder Judiciário. Um número expressivo das emendas que apresentou foi aprovado, entre elas a de criação dos tribunais regionais federais e a de definição de tortura, que constou do texto constitucional. Votou contra o rompimento de relações diplomáticas com países que tinham política de discriminação racial, a proteção da empresa nacional, a estabilidade no emprego dos dirigentes sindicais, a limitação do direito de propriedade privada, a remuneração 50% superior para o trabalho extra, a jornada semanal de 40 horas, o turno ininterrupto de seis horas, o aviso prévio proporcional, a soberania popular, o aborto, o voto aos 16 anos, a limitação dos encargos da dívida externa e a desapropriação da propriedade produtiva. Manifestou-se a favor da pena de morte, da proteção ao trabalho contra demissão sem justa causa, da pluralidade sindical, do presidencialismo, do mandato de cinco anos para o presidente José Sarney, da anistia aos micro e pequenos empresários e da legalização do jogo do bicho. Nas eleições de outubro de 1990, concorreu a uma cadeira no Senado, mas foi derrotado pelo candidato do PTB, José Eduardo Andrade Vieira. No fim da legislatura, em janeiro de 1991, deixou a Câmara dos Deputados. Dedicou-se, a partir de então, à administração de suas empresas de comunicação, como diretor-presidente do Grupo Paulo Pimentel, proprietário dos jornais O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná e das emissoras de televisão Iguaçu (região de Curitiba), Tibagi (Apucarana-Maringá), Cidade (Londrina) e Naipi (Foz do Iguaçu), repetidoras do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT). Continuou, porém, a intervir no cenário político do Paraná, participando de articulações e fazendo comentários diários sobre a situação política paranaense e nacional no programa TJ meio-dia, nas emissoras de sua propriedade. Em meados da década de 1990, suas empresas de televisão passaram a atingir 350 dos 371 municípios paranaenses e cerca de 97% da população do estado. Em 1997 retornou às atividades políticas, aproximando-se do PFL com o intuito de articular sua candidatura ao Senado no pleito de outubro do ano seguinte. Todavia, sua pretensão terminou não se concretizando em virtude de um acordo político feito entre Jaime Lerner e Álvaro Dias para derrotar Roberto Requião, segundo o qual Lerner apoiaria Álvaro Dias em sua reeleição para o Senado e teria o apoio de Dias em sua reeleição para o governo do estado. Jaime Lerner reelegeu-se governador do Paraná, ficando Álvaro Dias com a vaga de senador. Ao longo do ano de 2002 aproximou-se politicamente de Roberto Requião, articulando o apoio à candidatura do então senador peemedebista ao governo do estado. Filiou-se ao PMDB e no pleito de outubro disputou uma cadeira no Senado nessa legenda. Durante a campanha eleitoral, entrou em acirradas polêmicas com o candidato do Partido Progressista Brasileiro (PPB), Toni Garcia, a quem fez acusações frequentes de corrupção e de outras irregularidades durante o horário eleitoral gratuito, em resposta às insinuações deste de que se beneficiaria do acúmulo irregular de aposentadorias. O confronto entre os dois candidatos terminou favorecendo a candidatura de seus adversários Osmar Dias, do Partido Democrático Trabalhista (PDT), e Flávio Arns, do Partido Trabalhadores (PT), que acabaram sendo eleitos para as duas vagas de senador em disputa, com 2.776.368 votos (30,06% dos votos válidos) e 1.995.730 votos (21,61%) respectivamente, contra 1.091.730 votos (11,82%) dados a Pimentel, ficou em terceiro lugar. Nesse mesmo pleito, Roberto Requião foi eleito governador do Paraná no segundo turno das eleições, vencendo Álvaro Dias (PDT). Na campanha, contou com forte apoio do grupo de comunicações de Paulo Pimentel, que divulgou regularmente suas propostas em programas de televisão. Ao tomar posse no governo do estado em janeiro de 2003, nomeou Pimentel presidente da Companhia Paranaense de Energia (Copel) – empresa que havia sido ameaçada de privatização durante o governo de Jaime Lerner. Durante a gestão de Paulo Pimentel, a empresa estatal paranaense passou por uma acentuada transformação, saindo da situação financeira crítica na qual se encontrava no fim do governo Lerner para tornar-se uma empresa lucrativa e com sólido posicionamento acionário, além de promotora de várias políticas sociais e estímulo e subsídio ao investimento privado no Paraná. No período em que exerceu a presidência da companhia, Pimentel promoveu a reverticalização da empresa e a renegociação de vários contratos firmados pelo governo anterior com empresas terceirizadas, uma das principais causas dos elevados gastos correntes da companhia, renegociando ainda as dividas da empresa, que teve sua lucratividade ampliada de 171,1 milhões de reais em 2003 para 297,7 milhões de reais em 2004. Esse êxito administrativo lhe valeu o prêmio de Honra ao Mérito de Administração de 2003, oferecido pelo Conselho Federal de Administração. Em maio de 2005, afastou-se da presidência da Copel, reassumindo o posto de diretor-presidente do Grupo Paulo Pimentel. Começou também a se afastar politicamente do governador Requião e dos rumos de seu governo, acusando-o de centralizar em excesso as decisões na sua pessoa e de adotar um estilo autoritário de gestão. Não se candidatou mais a mandatos eletivos, continuando a intervir na política paranaense através de seus artigos e comentários políticos em suas empresas de comunicação. Em novembro de 2007, vendeu por cerca de 70 milhões de reais as redes de TV integrantes de seu grupo de comunicações para o apresentador de televisão e também empresário Carlos Massa, conhecido como Ratinho. Transferiu assim as emissoras TV Iguaçu, TV Tibagi, TV Naipi e TV Cidade para o grupo Massa, mas manteve a direção dos jornais O Estado do Paraná e a Tribuna do Paraná. Em agosto de 2008, por ocasião da comemoração de seus 80 anos, foi lançada sua biografia Paulo Pimentel, momentos decisivos, escrita pelo jornalista Hugo Sant’Ana e editada pela Travessa das Editoras. Em outubro de 2009, assumiu a presidência da Federação Nacional das Empresas de Jornais e Revistas (Fenajore). De seu casamento com Yvone Aparecida Lunardelli de Pimentel, teve quatro filhos. Sérgio Soares Braga Wikipédia, a enciclopédia relata também: Paulo Cruz Pimentel (Avaré, 7 de agosto de 1928) é um político brasileiro e ex-governador do Paraná.[1] Estudou na infância e juventude em Avaré e depois em Botucatu. Cursou direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, formado em 1953. No Paraná dirigiu uma usina de açúcar em Porecatu isso em 1955. No governo de Ney Braga, foi secretário da agricultura. Candidato a governador pelo Partido Trabalhista Nacional foi eleito em outubro de 1965. Na administração continuou com programas de expansão econômica, estendeu para o interior o serviço de luz e energia. Diversas usinas elétricas entre elas Capivari-Cachoeira, Júlio Mesquita e Salto Grande do Iguaçu. Promoveu financiamentos de empresas da indústria e outras companhias, ampliou a rede do Banestado. A saúde pública foi um dos setores que teve uma boa atenção. Fez assentamentos rurais em termos pacíficos. Estimulou o desfavelamento e bons projetos de assistência social, obras públicas, agricultura, rodovias novas e pavimentação de muitas outras. Implantou a Telepar. Foi eleito deputado federal, tendo participado da Assembleia Nacional Constituinte, de 1987. É um empresário na área de comunicações, dono do Grupo Paulo Pimentel (GPP). No dia 09 de Dezembro de 2011, Pimentel vendeu para o Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom), os jornais Tribuna do Paraná, O Estado do Paraná. Os veículos faziam parte do Grupo Paulo Pimentel. O negócio compreende a operação dos três veículos, além do maquinário de impressão e o mobiliário das empresas.[2] Com a venda da empresa, Pimentel acredita que está fechando um ciclo de sua vida. "Durante mais de 50 anos, me dediquei à administração do jornal e agora estou encerrando essa fase, na imprensa e na política. Agora pretendo 'desaquecer a cuca' e me dedicar a outras atividades, como locação de imóveis e aplicações financeiras. Não posso negar que me entristece, mas eu tinha que buscar uma solução, prevenindo as dificuldades que poderiam ocorrer ainda". Vêm mais obras de pavimentação por aí! Além dos R$ 30 milhões já anunciados em agosto, o governador Beto Richa e o prefeito Rafael Greca assinaram hoje mais R$ 30 milhões para fresa e recape de 47,32 quilômetros em 59 ruas de vários bairros da cidade. Obras que serão iniciadas em até três meses! #CuritibaEmObras
Vêm mais obras de pavimentação por aí! Além dos R$ 30 milhões já anunciados em agosto, o governador Beto Richa e o prefeito Rafael Greca assinaram hoje mais R$ 30 milhões para fresa e recape de 47,32 quilômetros em 59 ruas de vários bairros da cidade. Obras que serão iniciadas em até três meses! #CuritibaEmObras
Fiquei muito feliz em participar agora pouco da festa de escolha da Miss Curitiba Melhor Idade 2017, evento que já ocorre há 15 anos. Um momento de muita alegria, beleza e simpatia! #MelhorIdade
Muito agradecido pela homenagem que recebi ontem a noite da diretoria do Sindicato dos Permissionários das Centrais de Abastecimento do Paraná. Já trabalhei na Ceasa e conheço bem o grandioso trabalho que tanto contribui para o crescimento social e econômico de Curitiba. Hoje, a Prefeitura de Curitiba é uma parceira da Ceasa e dos seus permissionários. #VicePrefeito
Participei hoje da Maratona de Curitiba 2017! Quero parabenizar todos os envolvidos nesse belo evento. Curitiba se alegra com eventos dessa importância. Corridas de 5, 10, 21 e 42 quilômetros. #NossaMaratona #MaratonaDeCuritiba
Vistoriei com o prefeito Rafael Greca as de construção das alças de acesso à trincheira da Ceasa. As obras entraram na reta final e já estão com 75% de conclusão. Até março, as alças estarão construídas para melhorar o acesso e a mobilidade na região sul da cidade e interligar os bairros CIC e Tatuquara.
Participou das comemorações dos 80 anos de criação da Fundação de Estudos Sociais do Paraná (FESP), a segunda instituição de ensino superior mais antiga do estado. Um importante momento para reforçar o nosso compromisso com o ensino e reconhecer a valorosa contribuição da FESP no desenvolvimento social e econômico de Curitiba. #VicePrefeito A região sul da cidade está mais bem preparada para as chuvas de verão. As obras de contenção de cheias do Rio Barigui já passaram da metade e chegaram à área do Parque Yberê. São 22 km de alargamento da calha do rio para reduzir os alagamentos na Caximba, Campo de Santana, Tatuquara, CIC, Fazendinha e Campo Comprido. As obras foram retomadas a pedido do prefeito Rafael Greca de Macedo depois de dois anos paradas.
Entregamos hoje a Rua Agamenon Magalhães completamente revitalizada com novas calçadas e asfalto de qualidade. As obras estavam paradas e foram retomadas pela nossa gestão. Além da via, feita com apoio do Governo do Estado do Paraná, retomamos neste ano as obras da Rua Raul Pompeia, marginal da BR-277, alças da trincheira da Ceasa e da Linha Verde Norte. Estamos implantado um novo ritmo nas obras e garantindo a boa aplicação dos recursos públicos.
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