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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Cesar Filho: não sou “outsider”, faço política com paixão e vocação


Guilherme Marconi, Folha de Londrina
Ex-deputado e prefeito reeleito em Guarapuava (Centro-Sul), César Silvestri Filho (PPS) aposta no discurso do novo para contrapor o que classifica como “mais do mesmo da política paranaense”. Entretanto, o pré-candidato tem um histórico de família tradicional na política local. O seu avô foi prefeito da cidade e seu pai, Cezar Silvestri está no terceiro mandato como deputado federal, foi vice-prefeito e deputado estadual, além de secretário do governo Beto Richa (PSDB).
Silvestri Filho acredita que a candidatura representará uma quebra de barreira, uma aposta alternativa contra a polarizada política estadual. O postulante minimiza o fato de o PPS ser um partido de médio porte e acredita que o eleitor paranaense está cansado dos grandes acordos e alianças feitos nas últimas eleições.
Em 2008, disputou sua primeira eleição, aos 27 anos, para a Prefeitura de Guarapuava, obtendo mais de 34 mil votos. Dois anos depois, foi eleito deputado estadual, sendo o candidato mais votado em Guarapuava. Nas eleições para prefeito em 2012 foi o vitorioso com 51.425 votos. Em 2016, foi reeleito para o cargo com 60% dos votos.
O prefeito defende uma nova licitação para o pedágio do Paraná, o enxugamento da estrutura administrativa da máquina pública e investimento na infraestrutura no interior do Estado.

O que motiva o senhor a entrar nesta disputa pelo comando do Palácio Iguaçu?
São vários fatores, mas o principal é poder implantar um estilo de gestão desenvolvido aqui (em Guarapuava) e bem sucedido, modelo que fez história na nossa região. Eu sou o único político da minha geração que tem experiência parlamentar, eleito deputado e no Executivo. Nesse sentido, a nossa candidatura vem ocupar espaço no imaginário do eleitor que tem sinalizado de forma muito clara a disposição de ter uma alternativa, de não ficar refém dos mesmos nomes que desde a década de 1980 vem se refezando na política estadual. Há uma ansiedade do eleitor por um nome que represente um pensamento novo, mas que ao mesmo tempo tenha lastro para demonstrar capacidade de realização e transformação. Eu fui o prefeito reeleito com a maior votação entre as 10 maiores cidades do Paraná. São elementos que nos encorajam a levar essa experiência. É um modelo de gestão moderna, calcada nas parcerias público-privadas.

O senhor aposta nesse discurso do pensamento novo, mas ao mesmo tempo é de família tradicional da política local em Guarapuava. Como manter esse discurso de “outsider” para ser essa terceira via?
Eu não me considero um “outsider”, de forma alguma. Eu sou um político que faz política com paixão e vocação. Eu me preparei para executar esse trabalho para corresponder ao histórico de atuação da minha família. A grande diferença dos demais candidatos é que sou uma figura nova dentro da política estadual. O ambiente que encaminhei foi da política local, por isso que para o eleitor do Paraná meu nome representa algo novo, não tenho dúvida disso. O que minha candidatura representa é uma opção nova. Não o novo pelo novo. Com um mandato pela Assembleia bem avaliado e com passagem pela Prefeitura de Guarapuava baseado numa gestão focada em resultados e num ambiente de transformação. Acredito ser um diferencial dos demais candidatos que não necessariamente têm feitos administrativos a serem demonstrados.

Como o senhor pretende se fazer conhecido pelo eleitores do restante do Estado?
É um processo natural da disputa. Correr o Estado levando as propostas da nossa candidatura e à medida que as eleições vão se aproximando, aumenta a visibilidade das candidaturas e dos ideais. Hoje se tem a vantagem de poder utilizar as redes sociais e minha candidatura é bastante contemporânea nesse sentido. É uma possibilidade de ampliar o acesso as nossas ideias para o eleitor. Acredito que as mídias sociais terão um papel preponderante nessas eleições de 2018. Tenho certeza que iremos compensar essa falta de conhecimento.

Quais apoios o PPS está buscando para dar corpo a essa candidatura?
Esses acordos que estão se formando pelos grandes partidos não refletem o ânimo e opinião do eleitor. Quem disse que o eleitor está disposto a ver os velhos conchavos prevalecendo de novo? Eu aposto muito nisso. Há um ambiente de lançar uma candidatura com alto nível de independência, com propostas ousadas, com alguém com capacidade de realizar isso. É preciso uma candidatura que não fique presa a esse cenário dos velhos acordões, essa tradição da política paranaense, há um esgotamento desse modelo. Vamos buscar apenas alianças de partidos, de pequeno e médio portes, que têm perfil parecido com o nosso.

Nos últimos 24 anos, todos os governadores foram prefeitos da capital do Estado. O senhor acredita na força do interior para vencer essa barreira?
Hoje há uma compreensão da importância do interior para economia do Estado. Os grandes polos de inovação tecnológica, de modelo de gestão e até mesmo de quadros políticos estão surgindo do interior. Tenho certeza que a exemplo que Alvaro Dias fez à época, o interior do Paraná pode dar a retomada do protagonismo. O Estado não precisa ficar refém de uma lógica de que o governador tem que ter passado pela prefeitura da capital. Temos que ter um governador que compreenda o papel de Curitiba e da região metropolitana associado com a vivência e o dia a dia do interior, é um diferencial. Há um anseio do interior de nos tornarmos mais competitivos, mais integrados, ter mais acesso à infraestrutura e mecanismo para atrair investimentos. Precisamos também diminuir os bolsões de pobreza que ainda existem no Estado.

O seu pai foi secretário de Beto Richa e o partido também esteve na base de apoio do atual governo que teve alguns episódios de impopularidade. O senhor quer se desvincular dessa imagem de governista?
O governo atual tem muitos méritos: criou um ambiente de investimentos nos municípios sem precedentes e avançou na área da saúde. Eu não tenho preocupação em criar desvinculação do governo. Fato é, minha candidatura é independente do governo atual que provavelmente irá endossar outras candidaturas. Isso me dá liberdade de pensar o Paraná sem nenhum tipo de amarras e de limitação. A relação do meu partido e do governo é muito bem resolvida, de entendimento. Sou grato ao governo pelos investimentos feitos na minha região, mas isso não compromete em nada minha campanha com visão crítica nas questões que precisam avançar.

Quais são esses pontos positivos?
A coragem de adotar medidas impopulares para enfrentar a crise nacional que abateu vários Estados. O Paraná não ficou na inércia e o governador teve iniciativa de adotar medidas de austeridade, sem discurso populista e demagógico. Outro ponto importante foi o olhar voltado para os municípios, em programas de governo. Por ser prefeito eu posso reconhecer isso, mas temos que avançar. O Paraná precisa enxugar a máquina pública. Só uma candidatura independente, com experiência em gestão, terá condição de criar uma reforma administrativa efetiva.

O próximo governador terá o papel de definir o futuro do pedágio. Qual modelo o senhor defende?
Não apoio nenhuma medida de prorrogação de contrato. Eu sou a favor de uma nova licitação de acordo com a nova realidade econômica. Uma concessão que demostre com clareza quais são os encargos da concessionária de investimentos, principalmente prevendo a duplicação e melhoria de todos os trechos. Tem que ser uma realidade tarifária compatível com o mercado atual. É preciso transparência e concorrência no processo licitatório, que se crie ambiente para investimento internacional. Ou seja, um ambiente que incentive a participação de multinacionais que poderão trazer maior competitividade nesse processo. Qualquer novo modelo terá que ter mecanismos de revisão de contrato para adequação da realidade econômica e da questão de tráfego. Isso porque estamos falando de contrato para 20 ou 30 anos.
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