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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Jornalista Ruth Bolognese polêmica, poderosa esta no Contra Ponto


De grão em grão

O primeiro curso de jornalismo fiz por correspondência, no Instituto Universal Brasileiro, aos 15 anos, e o diploma está lá, pendurado na parede de casa até hoje.

O pai e a mãe riam de mim e tinham razão. Para Terra Boa, norte do Paraná, onde a gente morava, era a mesma coisa que fazer supletivo à distância para trabalhar na Nasa.

Depois, passei no vestibular da Universidade Federal do Paraná e encontrei pela frente a dona Jandira, que fechou um restaurante de beira de estrada para abrir pensão para estudantes em Curitiba e, assim, pagar as despesas da filha, que fazia medicina.

Dona Jandira, especialista em reduzir a pó qualquer sinal visível de auto-estima, vivia dizendo que não moveria uma palha se a filha fizesse “um cursinho besta como este, de jornalista”.

Formada, vim trabalhar em O Estado do Paraná, passei para O Estado de S. Paulo e, depois, fiquei por 11 anos como correspondente em Curitiba do Jornal do Brasil, à época um dos melhores do País.

Mas a ladainha era sempre a mesma. Quando ia visitar a família em Terra Boa, cansei de ouvir a mãe perguntar: “E quando é que você vai trabalhar na Globo? Olha a Glória Maria, que beleza, né?”

Do outro lado

Um dia, com duas filhas para criar, salário baixo demais e sem vontade nenhuma de sair do Paraná para tentar carreira no Rio ou São Paulo, decidi deixar esse negócio de jornal para lá.

Mudei de lado do balcão e fui lustrar a imagem de políticos e empresários paranaenses na imprensa, função tranqüila e muito bem paga. Era bom, não era? Não. Para mim era sufocante, frustrante, horripilante.

Quando completei 50 anos, não deu mais para agüentar. O nó na garganta por ficar longe de jornal ameaçava virar doença ruim e, de um dia para outro, abanei a mão para o empregão na Associação Comercial do Paraná e bati de novo na porta de O Estado do Paraná, pedindo um cantinho para escrever. Ganhei. E junto com o cantinho, vieram os leitores, as dificuldades para pagar as contas no fim do mês, as ações na justiça e uma felicidade sem fim.

Um dia, o doutor Paulo Pimentel mandou dizer que era hora de parar. Doeu. Eu fiquei sem emprego e jurei, de pé junto, que nunca mais colocaria os pés aqui. E eu de novo no meio da rua.

Mas, aí, um velho amigo, José Eduardo de Andrade Vieira, ele mesmo, o ex-dono do Bamerindus, me abriu outra porta, a da Folha de Londrina e lá fui eu. Mais 4 anos de alegria e mais leitores, agora o pessoal do interior, vizinhos lá de Terra Boa, Maringá, Londrina.

O Nortão amado onde nasci. Identificaç,ão total. Dia mais, dia menos, e o velho amigo deixou a amizade de lado e sucumbiu a uma reclamação familiar contra a coluna: sofri, chorei e saí.


A sensacional Jornalista Ruth Bolognese e o Blogueiro Esmael Morais os dois estão em alta. 


Zé do Chapéu,que faleceu neste domingo, segundo Ruth Bolognese 15/02/2015


José Eduardo Andrade Vieira foi um homem incomum: nasceu rico, viveu por dinheiro, sacrificou-se pelo poder e morreu solitário. Desconfiado por natureza, desvendava o mundo à sua maneira, sob a aba do chapéu texano, ora com arrogância, ora com sabedoria, quase sempre com lucidez e muitas, muitas vezes com ingenuidade. Foi, certamente, o paranaense que mais ganhou dinheiro como presidente do Bamerindus, 3º maior banco do País na década de 90, e aquele que mais poder acumulou unindo dinheiro do próprio bolso e política, quando elegeu-se Senador da República, e tornou-se ,por um período de tempo, tanto ministro da Indústria e Comércio como da Agricultura de Fernando Henrique Cardoso. E foi, também, o paranaense que mais perdeu dinheiro e poder ao retornar de Brasília para o Paraná ferido de morte por ter perdido o Banco e a ambição pessoal de chegar à Presidência da República.
Convivi quase diariamente com José Eduardo Andrade Vieira, a quem sempre chamei de “Dr. José Eduardo”, durante quase dois anos, no exato período em que ele decidiu entrar para a política. E de lá e nos 10 anos seguintes, quase sempre estive próxima a ele, ora em conversas por telefone, ora trabalhando na “Folha de Londrina”. Do homem animado e cheio de planos para o País, transformou-se num pote até aqui de mágoas depois que perdeu o Bamerindus. Mas nunca falou em nomes, nem em quantias perdidas, nem em detalhes sórdidos que acompanham essas tenebrosas transações financeiras que cercam a mudança do controle de um grupo do tamanho do “Banco da nossa Terra”. Guardou para si a decepção pela indiferença dos políticos paranaenses – a quem sempre havia doado dinheiro para as respectivas campanhas – no momento crucial da perda do Banco. Refugiou-se em Londrina, aquietou-se numa fazenda e desapareceu do mundo político e social ao qual sempre pertenceu. Há pouco mais de um ano, não respondeu a um e-mail que lhe mandei e, a partir daí, respeitei o silêncio.
Ontem, ao saber da morte do “Dr. José Eduardo”, me lembrei das poucas vezes que o vi rindo de alguma coisa, da rotina estafante de trabalho a que se impunha, das certezas que tinha para melhorar o Paraná e o Brasil. Andava pra baixo e pra cima de avião, mas nem prestava atenção na paisagem e nem no conforto. Podia comprar o que queria, mas nunca o vi comprando nada. Podia comer o que queria, mas nem se importava com os pratos que vinham à mesa: comia e pronto. Morreu sem me responder a pergunta que tantas vezes ensaiei e acabei nem fazendo: por que um homem poderoso, dono de um banco, riquíssimo, com tudo para aproveitar cada segundo da vida, optou, aos 60 anos, pela política? E pela política brasileira, meu Deus do Céu?
*Ruth Bolognese é jornalista em Curitiba.
CARTA ABERTA AO DIRETOR DA FOLHA DE LONDRINA,
JOSÉ EDUARDO EDUARDO ANDRADE VIEIRA
Meu caro amigo,
Parece que nosso destino é nos despedirmos sempre. Só que esta não é uma cerimônia de adeus e, sim, de agradecimento.Saio em definitivo da “Folha de Londrina” e tenho como motivo formal uma reclamação do vice-presidente do Tribunal de Contas do Paraná, Caio Soares, sobre nota publicada na semana passada. É motivo fútil, que dispensa olhar mais apurado, mas de certa forma, expõe a essência do meu trabalho nestes quase 5 anos de coluna diária: escrevo como se tivesse um leitor atrás de mim, cobrando a informação completa,pura,absoluta. Eis aí o fio da navalha que venho percorrendo. E, neste contexto, vale tudo, até expor agora a imensa tristeza de ter que deixar a “Folha”. Dói como as dores definitivas alojadas num coração de mais de meio século.
Em troca da liberdade de escrever, deixo como testemunho pessoal, para efeito jurídico se necessário, que respondo integralmente pelas informações publicadas, desde a primeira coluna até quinta-feira, 24 de julho, quando saiu a última.Meu maior patrimônio, o de ousar contar, é justamente o que me afasta do jornal, porque nem sempre a verdade vem com selo de comprovação. Ao contrário, quanto mais reveladora, mais escamoteada. Os erros cometidos, sempre os corrigi na mesma proporção. Por isso, receber intimações judiciais, depor em tribunais, sofrer condenações são preços baixos demais diante da única oportunidade que tive na vida de exercer meu ofício plenamente. Fazer a coluna nunca foi trabalho, Dr. Zé Eduardo, foi felicidade de dar pulinhos.Eis aí o agradecimento que lhe devo.
De imediato, preciso sair em busca de outros ofícios porque meus doentes e minhas crianças demandam afetos e recursos. E, no Brasil de agora, só os apaziguados do poder, e os corruptos, conseguem ganhar o pão sem suar o rosto. O resto, rala.
Além da minha amizade, sempre intacta, o meu abraço mais fraterno,
Ruth Bolognese

Só feras,  Os convidados do Papo de Sexta na CBN. Ruth Bolognese (Jornalista), José Plínio Taques (Teatro), Bernt Entschev (HeadHunter), Luiz Geraldo Mazza (Comentarista) e José Wille (Apresentador).

Algumas pessoas são tão importantes nas nossas vidas que praticamente determinam quem somos. A Ruth Bolognese é uma dessas. Sem ela, não seria a jornalista que sou, não teria essa paixão pela profissão, não viveria 33 anos nessa loucura. Grande amiga, de uma generosidade ímpar, receba hoje meu abraço. Viva a Ruth, que foge dos aniversários, mas tem uma vida plena e deve comemorá-la! 
   Martha Feldens

 







No Contraponto, com Celso
Depois de tantos rolézinhos por aí,  ora na TV, ora na assessoria política, morando em Maringá por uns tempos, cuidando de netos , ouvindo Johnny Cash (que ninguém é de ferro), me veio aquela frase do Drumond: “ô vida besta, meu Deus”. Quando vi o “Contraponto” do Celso Nascimento, que foi o primeiro jornalista sério,  nos dois sentidos,  que encontrei em Curitiba, a mão começou a coçar. E não era alergia, nem efeito da terra roxa de Paraíso do Norte, onde moro atualmente. Pura ansiedade de colunista sem coluna diante de notícias como a “condenação do Lula”. Epa, é verdade mesmo? O Moro condenou o Lula???  My God!
E pra não cair na fluoxetina diária, quebrei uma das duas promessas que fiz recentemente na minha vida, com uma cajadada só: 1) nunca mais escrever sobre política e 2) nunca mais trabalhar com políticos. A segunda, mantenho firme e forte, e não é nada pessoal, acreditem. Ah, e engoli também o último gole que restava da autoestima profissional pós-aposentadoria e pedi um espacinho aqui para o Celso.
Serei, assim, uma espécie de correspondente do interior do Paraná, diretamente de Paraíso do Norte, incluindo aí Maringá e adjacências, e algumas vezes até Curitiba e o Litoral. Se terei notícias interessantes? Ora, minha gente, pra quem gosta, qualquer pé de galinha dá uma canja.
Não esperem, porém,  análises aprofundadas, furos importantíssimos de primeira mão, porque isso é da alçada do titular. Mas, se pintar a oportunidade, a gente aqui “também daremos nossas cacetadas”.
Enfim, sob aquela velha máxima da minha própria autoria de que “ No Paraná a Capital é fria, o Interior é quente e  o Povo é morno”,  bateremos ponto no “Contraponto” com alegria e prazer.
Ruth Bolognese



Ruth Bolognese mandou seu Café da Manhã para Bruxo Chik Jeitoso.

Corajosa, ética com todas as virtudes apresentadora jornalista Ruth faz a diferença pela sua humildade, experiência, raça e garra. Um exemplo de mulher com uma luz maravilhosa. Recebi mais de 41 ligações de pessoa que assistiram seu carisma com minha pessoa. Tive a honra juntamente com um grande blogueiro ter conhecido sua filha Mariana Bolognese, bem que diz que a fruta não cai longe do pé. Uma menina simpática com uma força espiritual contagiante.

Um axé especial ao Oge Buch, Denian Couto, ao Paulo Martins um dia que precisar do Bruxo, não diga que desta água nunca beberei minhas porta não tem tramela. 

Obrigado Ruth cada um oferece o que tem, é tu és um diamante, uma joia preciosa menina, guerreira gladiadora, que meus Orixás estão lhe passando todas as sortes. 
Não esqueço do mel me dado, o fél fica com os Orixás, obrigado Jornalista Mãe é filha, 2018 muito axé. 

  Entrevista concedida ao Jornalista Blogueiro Fabio Campana em 28 de Abril de 2008: Vale a pena conferir -  

Humor, sexo, e até, quem sabe, política. Uma entrevista com Ruth Bolognese. http://www.fabiocampana.com.br/2008/04/humor-sexo-e-ate-quem-sabe-politica/


Ruth....   

Sucesso, reconhecimento, fama, glória...
Muitos de nós lutamos por motivos assim.
Mas não se constrói um bom nome da noite para o
dia.
É necessário trabalhar duro. Ainda que haja tropeços
e quedas, é preciso superar os obstáculos. É
necessário ter motivação, perseverança,
persistência...
A vida é uma sucessão de batalhas.
Emprego, família, amigos: todos nós temos um status
atual, (o que fazemos na vida, ecoa para a eternidade)
e também temos expectativas para o futuro (em três
semanas estarei fazendo a minha colheita. Imaginem
onde estarão, e assim o será).
No entanto, as reviravoltas do destino nos
surpreendem (Grandeza é uma visão.).
Nem sempre dá para se fazer apenas o que gostamos.
Mas aquele que gosta do que faz e sente orgulho em
fazer melhor, a cada dia vai mais longe!
Há momentos de calmaria e há momentos agitados e
decisivos em que a boa intenção não basta. É quando
a vida nos cobra coragem, arrojo, criatividade e um
inabalável espírito de luta.
A verdade é que os problemas e os reveses ocorrem
com maior frequência do que gostaríamos.
Os tempos mudam. Surgem novos desafios e
objetivos. E os guerreiros..., olham nos olhos do futuro
sem medo e sem arrogância, mas com a confiança de
quem está pronto para o combate.
Viver é também estar preparado para as situações
difíceis. O modo como encaramos as dificuldades é
que faz a diferença.
Às vezes nos perguntamos como enfrentar as
mudanças radicais que se apresentam diante de nós?
Como atuar num novo cenário, onde coisas que
fazíamos tão bem precisam ser reaprendidas? (Força e
honra.)
Como lutar sem deixar para trás valores
fundamentais? E mais: como saber a medida exata a
ser tomada no momento certo?
O incrível é que justamente diante de situações
adversas, muitos redescobrem o que tem de melhor.
A ética, a amizade, a capacidade de criar novas
estratégias fundamentadas na experiência, no talento
para promover alianças positivas, no espírito de
liderança e na consciência da força que reside no
verdadeiro trabalho em equipe.
Tudo isto aflora quando as circunstâncias exigem,
quando se sabe que existe um objetivo maior a ser
alcançado!
Claro que não é fácil abandonar hábitos, costumes...
Não é fácil adaptar-se aos novos meios, ou usar
recursos aos quais não estávamos familiarizados.
Mas todo guerreiro sabe que o pessimismo e a
insegurança apenas atrapalham.
Ainda que a ameaça venha de vários lados, com
agilidade, força e determinação podemos alcançar o
resultado.
A combinação de energia e inteligência, assim como o
equilíbrio entre razão e a emoção são fundamentais
para o sucesso.
É uma sensação extremamente agradável chegar ao
fim de uma etapa com a consciência do dever
cumprido.
E obter a consagração com o respeito de todos e o
reconhecimento dos colegas e com a admiração das
pessoas que amamos...
Ouvir o próprio nome com orgulho! Aquele orgulho de
quem viu nos obstáculos a oportunidade de crescer.
Orgulho de quem soube enfrentar as turbulências da
vida e vencer! Orgulho de ser um vencedor que não
abriu mão dos valores fundamentais.

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