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domingo, 21 de janeiro de 2018

Requião: “O Bolsonaro não existe mais. Foi promovido e despromovido, desapareceu”


O senador Roberto Requião (MDB-PR), em entrevista ao site The Intercept Brasil, afirmou que “Já Elvis” a candidatura do deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ à Presidência da República.


“O Bolsonaro não existe mais. Foi promovido e despromovido, desapareceu”, avaliou o senador.
Para Requião, houve um crescimento não sustentável de Bolsonaro graças à sua promoção pela Globo e a banca, pelos interesses financeiros que queriam derrubar a política progressista e desenvolvimentista.
“Ele acabou, já apanhou duma forma definitiva, por seus erros pessoais, que não são nem o de visitar um apartamento [como Lula], mas usar recursos públicos para pagar funcionário que não trabalhava, [empregar] a parentela toda sem fazer nada”, disse ao The Intercept.
Perguntado se a insatisfação não teria catapultado Bolsonaro, Requião respondeu que se tratou de uma insatisfação promovida pela Globo e pela mídia, pelos jornalões. “Ou você acha que aquela movimentação pelos vinte centavos no transporte em São Paulo ocorreu pelo quê?”, questionou ao repórter Rafael Moro Martins.
Fonte: Blog Esmael Morais

Bolsonaro já é visto como Fanfarrão:

Marqueteiros de Trump 
dizem não a Bolsonaro


Andreza Matais, Estadão
Em segundo lugar nas pesquisas eleitorais, o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) tentou, em vão, contratar a agência americana Cambridge Analytica, responsável pela campanha de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. Sondada por emissários do presidenciável brasileiro, a empresa pediu um tempo para analisar o comportamento de Bolsonaro nas redes sociais. Passados três meses, mandou avisá-lo que optou por recusar qualquer proposta para assessorá-lo na corrida ao Planalto. Avaliaram se tratar de um candidato com imagem “ruim”.
Questionado, o deputado desconversou sobre a abordagem. “Se alguém procurou esta agência, foi sem minha autorização. Não tenho dinheiro para contratar uma empresa dessas”, afirmou.
Se migrar para o PSL, como anunciado, Bolsonaro terá R$ 3 milhões para usar na campanha. O valor refere-se a 30% dos R$ 9 milhões do fundo que a legenda deve receber.
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