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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Senadora Gleisi Hoffmann uma mulher que faz a diferença


Senadora esteve no evento do Nosso Senhor do Bonfim  sem preconceito religioso, intolerância religiosa. 

BONFIM PELA DEMOCRACIA | A VOZ DO POVO!
Muita emoção nos 8 Km que separam a igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, no bairro do Comércio, da Colina Sagrada, no Bonfim. Entre milhares de devotos de várias crenças que se respeitam e se unem em torno da fé e da esperança transformadoras, levamos para as ruas de Salvador hoje um pedido de bênçãos ao povo brasileiro com o BONFIM PELA DEMOCRACIA, dos movimentos sociais e de resistência, e um cortejo com mais de 10 mil ativistas e sindicalistas, movidos por um sentimento à flor da pele: "Somos Todos Lula, por Justiça, Direitos e Democracia".
Todas as bênçãos dessa Bahia de Todos os Santos! Um apelo à fraternidade e à justiça social para o bem do povo brasileiro.

Gleisi Helena Hoffmann nasceu em Curitiba em 6 de setembro de 1965. Advogada formada pela Faculdade de Direito de Curitiba, possui especialização em gestão pública e administração financeira. Integrante dos quadros do PT desde 1989, exerceu os cargos de secretária de Estado no Mato Grosso do Sul e de secretária de Gestão Pública da Prefeitura de Londrina (PR). Em 2002, integrou a equipe de transição do governo do presidente Lula e se tornou diretora financeira da Hidrelétrica de Itaipu. Foi candidata ao Senado em 2006 e à Prefeitura de Curitiba em 2008, mas não venceu. Foi eleita ao Senado Federal em 2010 juntamente com Roberto Requião (PMDB). Chefiou, entre 2011 e 2014, a pasta da Casa Civil durante o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). 
Sucesso, reconhecimento, fama, glória...
Muitos de nós lutamos por motivos assim.
Mas não se constrói um bom nome da noite para o
dia.
É necessário trabalhar duro. Ainda que haja tropeços
e quedas, é preciso superar os obstáculos. É
necessário ter motivação, perseverança,
persistência...
A vida é uma sucessão de batalhas.
Emprego, família, amigos: todos nós temos um status
atual, (o que fazemos na vida, ecoa para a eternidade)
e também temos expectativas para o futuro (em três
semanas estarei fazendo a minha colheita. Imaginem
onde estarão, e assim o será).
No entanto, as reviravoltas do destino nos
surpreendem (Grandeza é uma visão.).
Nem sempre dá para se fazer apenas o que gostamos.
Mas aquele que gosta do que faz e sente orgulho em
fazer melhor, a cada dia vai mais longe!
Há momentos de calmaria e há momentos agitados e
decisivos em que a boa intenção não basta. É quando
a vida nos cobra coragem, arrojo, criatividade e um
inabalável espírito de luta.
A verdade é que os problemas e os reveses ocorrem
com maior frequência do que gostaríamos.
Os tempos mudam. Surgem novos desafios e
objetivos. E os guerreiros..., olham nos olhos do futuro
sem medo e sem arrogância, mas com a confiança de
quem está pronto para o combate.
Viver é também estar preparado para as situações
difíceis. O modo como encaramos as dificuldades é
que faz a diferença.
Às vezes nos perguntamos como enfrentar as
mudanças radicais que se apresentam diante de nós?
Como atuar num novo cenário, onde coisas que
fazíamos tão bem precisam ser reaprendidas? (Força e
honra.)
Como lutar sem deixar para trás valores
fundamentais? E mais: como saber a medida exata a
ser tomada no momento certo?
O incrível é que justamente diante de situações
adversas, muitos redescobrem o que tem de melhor.
A ética, a amizade, a capacidade de criar novas
estratégias fundamentadas na experiência, no talento
para promover alianças positivas, no espírito de
liderança e na consciência da força que reside no
verdadeiro trabalho em equipe.
Tudo isto aflora quando as circunstâncias exigem,
quando se sabe que existe um objetivo maior a ser
alcançado!
Claro que não é fácil abandonar hábitos, costumes...
Não é fácil adaptar-se aos novos meios, ou usar
recursos aos quais não estávamos familiarizados.
Mas todo guerreiro sabe que o pessimismo e a
insegurança apenas atrapalham.
Ainda que a ameaça venha de vários lados, com
agilidade, força e determinação podemos alcançar o
resultado.
A combinação de energia e inteligência, assim como o
equilíbrio entre razão e a emoção são fundamentais
para o sucesso.
É uma sensação extremamente agradável chegar ao
fim de uma etapa com a consciência do dever
cumprido.
E obter a consagração com o respeito de todos e o
reconhecimento dos colegas e com a admiração das
pessoas que amamos...
Ouvir o próprio nome com orgulho! Aquele orgulho de
quem viu nos obstáculos a oportunidade de crescer.
Orgulho de quem soube enfrentar as turbulências da
vida e vencer! Orgulho de ser um vencedor que não
abriu mão dos valores fundamentais.

Gleisi Helena Hoffmann (Curitiba6 de setembro de 1965) é uma advogadapolítica brasileira. Atualmente, exerce o mandato de Senadora da República pelo Estado do Paraná e de Presidente Nacional do Partido dos Trabalhadores.[1][2][3] Também foi líder do partido no Senado, mas deixou o cargo após assumir a presidência do PT.[4]
Gleisi foi Ministra-Chefe da Casa Civil no primeiro Governo de Dilma Rousseff, entre 2011 e 2014.[5] Em 2016, presidiu a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e, em outubro do mesmo ano, foi eleita vice-presidente da comissão de assuntos econômicos do Parlamento do Mercosul.[6][7]
É casada com o também político Paulo Bernardo.

De família de origem alemã, recebeu o nome de Gleisi em referência a Grace Kelly.[8] Viveu a infância e adolescência na Vila Lindóia, bairro de Curitiba, ao lado do pai Júlio, da mãe Getúlia e dos três irmãos.[8]
Recebeu educação básica no colégio Nossa Senhora Esperança, administrado pelas irmãs bernardinas, onde permaneceu até a oitava série.[8] Em seguida, integrou o Colégio Medianeira, de formação jesuítica.[8] Durante a adolescência, pensou em seguir a vida como freira no Rio Grande do Sul, mas foi impedida pelo pai.[8]
Antes de ingressar na universidade, cursou Eletrotécnica no Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (Cefet-PR), onde desenvolveu a militância estudantil ao ser eleita presidente da União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas de Curitiba (Umesc) e, posteriormente, para a União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES).[8]
Em 1987 iniciou a graduação em direito da Faculdade de Direito de Curitiba e, em seguida, obteve especialização em Gestão de Organizações Públicas e Administração Financeira[9] na Associação Brasileira de Orçamento Público, e na Escola Superior de Assuntos Fazendários do Ministério da Fazenda.
Em 1983[8] Gleisi teve o PC do B como o primeiro partido político, herança do seu período no movimento estudantil.[10]Nesse período, recebeu influências de seus livros de cabeceira, As Veias Abertas da América Latina, de Eduardo Galeano, e Manifesto Comunista, de Marx e Engels, conforme revelação ao jornalista Aroldo Murá Haygert no livro Vozes do Paraná 2.[8]
Durante o período de graduação, passou a atuar como assessora parlamentar na Assembleia Legislativa do Paraná.[10] Em seguida, integrou a assessoria do então vereador Jorge Samek, de Curitiba, o mesmo que a levou para a Itaipu Binacional e, mais tarde, ao PT.[10]
Em Itaipu, desenvolveu ações de responsabilidade social para funcionários, comunidade de Foz do Iguaçu e Paraguai,[8]como reestruturação do Hospital Ministro Costa Cavalcanti e criação da Casa Abrigo, voltado a mulheres e crianças vítimas de violência doméstica.[8]
Integrante do PT desde 1989, foi, em 1999, secretária de Reestruturação Administrativa, no Mato Grosso do Sul, durante a gestão de Zeca do PT, na qual promoveu corte de gastos e cargos comissionados,[8] e, em seguida, secretária de Gestão Pública da prefeitura de Londrina.[11] Compôs, em 2002, a equipe de transição de governo de Luiz Inácio Lula da Silva, quando seria nomeada a diretora financeira da Itaipu Binacional. Ali permaneceu até início de 2006, ano em que disputaria seu primeiro cargo eletivo. Na disputa por uma vaga ao Senado Federal não obteve êxito apesar de expressiva votação.[11]
Tornou-se presidente do PT no Paraná e, em 2008, candidatou-se à prefeitura de sua cidade natal, Curitiba, com chapa encabeçada com o Deputado federal Celso Martinelli de Barros (PP),mas obteve o segundo lugar com 18,17% do votos,[12]derrotada por Beto Richa.[10]
Na eleição de 2014, foi candidata ao governo do Estado pela coligação Paraná Olhando pra Frente, formada pelo Partido dos TrabalhadoresPDTPCdoBPTN e pelo PRB, tendo o médico Haroldo Ferreira, do PDT, como companheiro de chapa.[13] A dupla alcançou 881.857 votos no primeiro turno (14.87% do total de votos válidos), terminando a disputa na terceira colocação, atrás do governador Richa, que acabou reeleito, e do senador Requião

Em 2010 disputou novamente o cargo de senadora, elegendo-se desta vez como a primeira mulher e mais votada,[8] juntamente com Roberto Requião (PMDB).[15]
Quando senadora, criou um projeto de lei que extingue os 14º e 15º salários dos parlamentares. Depois de dois anos em tramitação no Congresso, o projeto foi aprovado pela casa em fevereiro de 2013.[16] O projeto previu uma redução nos custos de quase R$32 milhões.[17]
Em novembro de 2015, votou contra a prisão de Delcídio Amaral.[18]
Em 8 de março de 2016, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado elegeu a senadora Gleisi Hoffmann para presidir colegiado em substituição ao senador petista Delcídio do Amaral (MS).[19]
Gleisi se posicionou contrária ao impeachment de Dilma Rousseff e declarou que o Senado Federal não tinha moral para julgar a Presidente, o que gerou revolta em muitos senadores.[20] Por causa do ocorrido, a senadora Ana Amélia (PP-RS) chegou a entrar com uma representação contra Gleisi no Conselho de Ética do Senado.[21]
Em fevereiro de 2017 foi escolhida pelo seus correligionários para liderar a bancada do PT no Senado durante o ano de 2017, substituindo o senador Humberto Costa (PE).[22] No mesmo mês, Gleisi se posicionou contrária ao foro privilegiado. "Minha posição pessoal – não como bancada –, eu sou contra o foro privilegiado. Acho que todos têm que ter o mesmo tratamento perante a Justiça, independente do cargo que ocupam, e a Justiça não tem que fazer política. Em segundo lugar, acho que o Congresso tem que debater, o Supremo está legislando muito.", afirmou.

Ministra-chefe da Casa Civil[editar | editar código-fonte]

Com o pedido de demissão de Antonio Palocci em 7 de junho de 2011, Gleisi foi, no mesmo dia, indicada ministra-chefe da Casa Civil,[24] e tomou posse no dia seguinte em cerimônia no Palácio do Planalto.[25] Em sua vaga no Senado Federal assumiu seu primeiro suplente Sérgio de Souza, do PMDB.[26]
Em uma análise pessoal de seu desempenho na administração federal, a ministra indagou sua pouca experiência nesse âmbito e que lamenta não poder concluir todas a propostas pertinentes, como finalizar as concessões de rodovias e aeroportos.[27]
Gleisi afirmou em dezembro de 2013 que a presidente Dilma Rousseff pretende realizar uma reforma ministerial em 2014 e que provavelmente irá deixar a pasta e que poderá concorrer as eleições ao governo do Paraná.[27]
Gleisi deixou a Casa Civil em fevereiro de 2014[28] e retornou ao Senado.[29] Foi sucedida por Aloizio Mercadante.[30]
Em março de 2014, em comitiva com o ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva,foi anunciada a pré-candidatura de Gleisi como candidata ao governo do Paraná.
Em abril de 2017, Gleisi foi lançada ao comando da sigla pela corrente majoritária Construindo um novo Brasil (CNB), com o apoio do ex-presidente Lula. A eleição ocorreu durante o VI Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores, que aconteceu no início de junho.[32][33] Teve como adversário na disputa o senador fluminense Lindberg Farias, do campo Muda PT.
Acabou eleita, em 3 de junho, a primeira mulher ao cargo da presidência do partido, ao receber os votos de 61% dos delegados. Gleisi cumprirá mandato até 2019






































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