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sábado, 10 de março de 2018

Alvaro: Veja se vinga em nome de seu “editor” Carlinhos Cachoeira



O senador Alvaro Dias (Podemos-PR) acredita em vingança tardia da Veja em nome de seu “editor” Carlinhos Cachoeira, bicheiro que pautava a publicação da Abril, mas acabou preso pela PF. Alvaro nega ter recebido R$ 5 milhões para enterrar a CPI do Cachoeira. A questão tem menos a ver com corrupção e mais com a torcida da Veja pelo tucano Geraldo Alckmin. É “armação política”, diz o presidenciável paranaense.

NOTA
Em respeito aos amigos e apoiadores, esclarecemos sobre a nota publicada pela Veja:
O senador Alvaro Dias afirma com toda a segurança tratar-se de armação política e vingança pelo comportamento dele durante e depois da CPI do Cachoeira. “É uma tentativa de atingir o meu patrimônio maior – a honra – e desautorizar o discurso que é o meu maior trunfo na campanha eleitoral: o combate à corrupção. Vou identificar os responsáveis por essa insinuação maldosa para interpelá-los judicialmente”, disse.
O senador não conhece Samir Assad, o empresário que, em fato inédito, usa no email revelado pela Veja um codinome identificando o nome entre parênteses. O email é do mês de junho de 2012 mas, em outubro do mesmo ano, Alvaro Dias usou a tribuna para pedir a prorrogação da CPI por 180 dias.
Alvaro Dias foi um dos membros mais atuantes na CPI do Cachoeira. Como líder da oposição, apresentou centenas de requerimentos convocando os principais suspeitos de envolvimento com o esquema de Carlinhos Cachoeira junto a empreiteiras e órgãos públicos, cobrando quebras de sigilo e investigação do COAF sobre contas para desvio de dinheiro no Brasil e no exterior. A assessoria técnica do senador, em trabalho paralelo ao da CPI, identificou 18 empresas alimentadas pelo esquema Cachoeira, nas quais foram movimentados R$ 421 milhões de recursos ilícitos. Outras 42 empresas movimentaram R$ 312 milhões, mostrando que empresas laranjas foram criadas para ocultação e lavagem de dinheiro. As informações foram inseridas em um voto em separado e, ao final dos trabalhos da CPI, o documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República, Polícia Federal e Receita Federal.


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