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quarta-feira, 21 de março de 2018

Beto Richa Obra de R$ 177 milhões vai triplicar embarque de grãos


O governador Beto Richa liberou nesta quarta-feira (21), no Palácio Iguaçu, a ordem de serviço para início das obras no cais Oeste do Porto de Paranaguá. O investimento de R$ 177,58 milhões abrange modernização dos berços de atracação 201 e 202 e de ampliação do berço 201. O projeto será custeado com recursos próprios da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa).
Richa ressaltou a importância da obra tendo em vista o aumento significativo da movimentação de cargas nos últimos anos, especialmente os embarques do complexo agroindustrial da soja. “Essa é mais uma demonstração da boa governança implantada nas empresas públicas do Estado do Paraná”, destacou Richa.
“Este empreendimento vai triplicar a capacidade de exportação de grãos. Além disso, amplia a competitividade dos produtos paranaenses e brasileiros”, afirmou o governador. Segundo ele, o projeto garante o escoamento da produção do Paraná e da área de influência do Porto de Paranaguá, que abrange os estados do Mato Grosso do Sul, São Paulo, Santa Catarina e o Paraguai.
CRONOGRAMA - O prazo de execução da obra é de 18 meses e será realizado pela empresa vencedora da licitação, o Consórcio B201 (Tucumann e TMSA). O projeto consiste no prolongamento de 100 metros da estrutura civil do Berço de atracação 201 e modernização das estruturas dos berços 201 e 202, o que possibilitará o aprofundamento do nível de dragagem para 13,70 metros.
A proposta também prevê a substituição de toda estrutura eletromecânica, incluindo dois novos carregadores de navios de 2.000 toneladas/hora - hoje operando com 1000 toneladas/hora e 1.500toneladas/hora. As reformas incluirão reforço estrutural, instalação de passarela de pedestres, troca de defensas, espaçadores metálicos, e a instalação de novo dolfim (coluna) de amarração de navios.
O secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, lembrou que as obras de ampliação e melhorias do cais oeste do Porto de Paranaguá respondem a um desejo antigo da comunidade portuária. “São 28 anos de espera. Desde 1990 já foram elaboradas três versões do projeto”, explicou ele.
“Esta será a segunda grande obra com recursos públicos no cais do Porto de Paranaguá em 80 anos, sendo as duas executadas nesta gestão. Uma obra que vai elevar o patamar do Porto”, declarou o secretário. Ele citou a reforma nos 1,9 mil metros lineares do cais de acostagem e a trocas de quatro shiploaders (carregadores de navios).
FRETE MENOR – O diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino, disse que com a obra, incluindo as dragagens realizadas, será possível baixar o frete marítimo em quase US$ 5 por tonelada. “Isso irá repercurtir positivamente para o agronegócio paranaense. Preparamos o Porto para que se possa produzir mais”, afirmou.
Segundo ele, as mudanças trarão mais agilidade nas operações do porto e a possibilidade de atracação de navios maiores e mais pesados, de até 80 mil toneladas de porte bruto (TPB). O prolongamento em 100 metros do berço 201, no extremo Oeste do porto, permitirá a atracação de navios de grande porte. Com isso, a capacidade anual de movimentação do berço aumentará dos atuais 2 milhões de toneladas de grãos para 6,5 milhões de toneladas.
Dividino explica que todo projeto atende os requisitos do Plano Ambiental de Construção – PAC. “O PAC apresenta todos os elementos diretamente envolvidos no processo construtivo da obra, de acordo com a legislação ambiental vigente. Fizemos tudo visando o desenvolvimento das atividades, racionalização de custos, mas sem prejuízos ao meio ambiente”, enfatiza.
FÔLEGO - A obra também dará um fôlego extra ao setor leste do Porto de Paranaguá, que está sobrecarregado e não pode mais ser ampliado. Segundo projeto apresentado pela Appa, o setor leste já vem trabalhando com demanda reprimida, principalmente em relação a graneis sólidos vegetais, e está próximo ao seu limite logístico e operacional.
Com a ampliação do cais oeste, a movimentação de cargas será triplicada, descongestionando o setor leste, e abrindo novas alternativas de escoamento para o agronegócio do Estado do Paraná.
PRESENÇAS- Participaram da solenidade o deputado estadual Tião Medeiros; presidente da Companhia de Habitação do Paraná, Abelardo Lupion; e o diretor de engenharia da APPA, Paulinho Dalmaz.


Hoje, me reuni com executivos do Banco Mundial (Bird) para falar sobre os investimentos que realizamos no Paraná com apoio do banco. Um dos temas foi a gestão pública. Estamos aplicando R$ 33 milhões em ações voltadas ao crescimento profissional dos funcionários estaduais. Entre as iniciativas está a Revista Inovação em Gestão Pública Paraná, que compartilha conhecimento entre os servidores. Falamos também do projeto da Nova Ferroeste, uma obra importante que atraiu quatro consórcios interessados em executar os estudos de viabilidade. 

Participei da abertura do 1° Congresso Estadual de Enfrentamento às Violências Contra Crianças e Adolescentes. Um assunto muito importante para o nosso Estado. Os avanços nesta área são reconhecidos nacionalmente e internacionalmente, com a redução do trabalho infantil. Lembrando que somos o Estado que mais reduziu a pobreza no Brasil. Bom congresso a todos. 

Hoje, confirmamos mais investimentos em 17 cidades que fazem parte da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba. São obras de saneamento que vão garantir qualidade de vida aos moradores.

Muito bacana encontrar estudantes e professores de escolas da rede municipal de ensino de Ipiranga, nos Campos Gerais. Obrigado pela calorosa recepção e parabéns para a cidade, a primeira do Brasil totalmente atendida com rede inteligente de energia.
O 1º bloco da nova Clínica Odontológica Universitária da Universidade Estadual de Londrina (UEL) será inaugurado na sexta-feira (23). A obra de 4.386 metros quadrados vai receber parte das atividades da atual clínica, que abriga toda a estrutura acadêmica e administrativa do curso de Odontologia, do Centro de Ciências da Saúde. O investimento foi de R$ 19,7 milhões
Os recursos para a conclusão do bloco são oriundos da Secretaria de Estado da Saúde, no valor de R$ 9,8 milhões, mais R$ 2,9 milhões, destinados à aquisição de equipamentos e material permanente. Os demais recursos são da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, por meio da Fundação Araucária, que somam R$ 6,4 milhões, além de recursos próprios da UEL no valor de R$ 618,7 mil.
De acordo com o diretor da clínica, professor José Roberto Pinto, os novos espaços e equipamentos garantem um atendimento seguro e de qualidade ao paciente, conforme normas de biossegurança previstas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa/Visa).
Equipado com 110 novos conjuntos odontológicos, o 1º bloco conta com duas salas de espera com capacidade para 150 pessoas, além de estacionamento, construído com recursos próprios da universidade. O setor tem sistema de ar comprimido e aspiração a vácuo de última geração, acessibilidade planejada e adequada, conforme normas atuais - elevadores, rampas de acesso e cadeiras para obesos, além de acesso para ambulância. Os ambientes são equipados com sensores de incêndio, conforme normas de segurança do Corpo de Bombeiros.
O investimento nas clínicas odontológicas das universidades é uma das ações da Rede de Saúde Bucal, da Secretaria de Estado da Saúde. Além da UEL, também receberam recursos as universidades de Ponta Grossa, Maringá, Norte Pioneiro e Cascavel.
“Nosso objetivo é fortalecer a integração ensino-serviço e permitir a capacitação dos profissionais de saúde bucal, como cirurgiões dentistas, técnicos e auxiliares em saúde bucal, além de ampliar o atendimento à população nessas clínicas”, disse o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto.
ESTRUTURA - O novo bloco possui moderno sistema de esterilização, uma máquina de autoclave informatizada de 520 litros, o que aumentará a capacidade de esterilização de instrumentos e materiais.
O espaço conta com moderno sistema de captação de água da chuva, incluindo um conjunto de cisternas que garantem a economia de água. O objetivo é a gestão sustentável da água para aproveitamento futuro em descargas e limpeza. Há também um sistema de câmeras interno e externo e Central de Separação de Lixo. Toda iluminação do bloco é constituída de lâmpadas de LED, visando a redução de gastos com energia elétrica.
Com o início do ano letivo de 2018 na UEL, o bloco passa a abrigar todo o aparato de apoio ao curso de Odontologia, ou seja, três ambulatórios de graduação, que envolvem o ensino, pesquisa e extensão, pronto-socorro 24 horas e Centro de Especialidades Odontológicas, que funciona com uma equipe de professores e residentes, oferecendo atendimento para casos de média e alta complexidade.
Também serão alocados no 1º bloco do novo prédio o Setor de Esterilização, a equipe administrativa da Clínica Odontológica, setores de apoio e faturamento, os Departamentos de Medicina Oral e Odontologia Infantil e Odontologia Restauradora, além do Colegiado do curso de Odontologia.
Permanecem no antigo prédio, localizado na Rua Pernambuco, nº 540 (Centro), os Laboratórios de Ensino e Pesquisa, Biblioteca Setorial, Clínica de Pós-graduação, Centro Cirúrgico e o Setor de Lavanderia. Futuramente, segundo o diretor da clínica, o atual prédio deverá receber a Bebê Clínica e o Posto de Coleta Central do Hemocentro do Hospital Universitário.
Para ele, a conclusão do 1º bloco é uma conquista coletiva que traz mais qualidade de ensino para o curso de Odontologia, um dos mais antigos da Universidade, criado em 1962. “É um verdadeiro legado para a cidade, que só reforça o protagonismo e o importante papel da Universidade para Londrina e região”, disse José Roberto Pinto. A clínica foi inaugurada em 1963.
Com perfil extensionista, pois presta inúmeros serviços odontológicos à população, a Clínica Odontológica da UEL é referência em atendimento odontológico de qualidade. Só nos últimos cinco anos registrou 443.433 atendimentos e 1.213.793 procedimentos. O setor também é importante espaço de estágio para alunos do curso de Odontologia, que hoje soma 302 alunos.

STF tranca inquérito contra 
Beto Richa na Publicano

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, na tarde desta terça-feira (20), trancar o inquérito 1093, em trâmite de forma sigilosa no Superior Tribunal de Justiça (STJ), e que pretendia apurar se a campanha de reeleição do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), recebeu dinheiro do esquema de corrupção na Receita Estadual, revelado na Operação Publicano, deflagrada em 2015. Com informações da Gazeta do Povo.
A pedido da defesa do tucano, o relator do caso, ministro Gilmar Mendes, já havia concedido individualmente uma liminar, em dezembro do ano passado, para suspender o inquérito até análise de mérito do caso, que trata de usurpação de competência.
Para a defesa do tucano, o acordo de colaboração premiada do ex-auditor fiscal da Receita Estadual Luiz Antônio de Souza, ponto de partida do inquérito, não poderia ter sido firmado pelo Ministério Público do Estado do Paraná (MP-PR), nem homologado pela 3ª Vara Criminal de Londrina, já que os relatos mencionam o governador do Paraná, que, devido ao cargo que ocupa, tem foro especial no STJ.
Na tarde desta terça-feira (20), durante um julgamento que durou quase uma hora e meia, a maioria dos ministros da Segunda Turma do STF (Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello) seguiu integralmente o voto do relator, que reconheceu a ineficácia das provas até aqui colhidas no âmbito do inquérito e determinou o trancamento da investigação. Apenas o presidente da Segunda Turma, Edson Fachin, não acolheu totalmente a visão do relator.
Para Fachin, de fato houve usurpação de competência no caso, mas a nulidade das provas e o consequente trancamento do inquérito é “prematuro”, já que o STJ ainda pode ratificar o acordo de colaboração premiada firmado no primeiro grau do Judiciário.
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