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domingo, 25 de março de 2018

Plenária Quilombola elege delegados à conferência nacional de igualdade racial

Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) realizou na última quinta e sexta-feira (22 e 23) a Plenária Nacional Quilombola preparatória a IV Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial.
Foram eleitos 27 delegados de vários estados do país e aprovadas 20 propostas pertinentes à política quilombola que serão debatidas na IV Conapir, entre os dias 27 e 30 de maio, deste ano, em Brasília.
O evento contou com a palestra magna do Doutor em Informações Espaciais e professor titular da Universidade de Brasília (UnB), Rafael Sânzio e painéis de gestores federais que atuam na pauta quilombola.
Durante os dois dias de encontro, os discutiram políticas de certificação, regularização fundiária, reconhecimento da identidade, ações de proteção, preservação e promoção de patrimônio cultural na agenda institucional do governo federal.
Os diálogos contaram com representantes do Instituto Nacional de Colonização e reforma Agrária (Incra), Ministério da Saúde (MS), Ministério do Meio Ambiente (MMA), Fundação Cultural Palmares (FCP), Ministério da Educação (MEC), Superintendência da Igualdade Racial do estado de Goiás, Secretaria de Assistência Social do estado de Rondônia, Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq).
Fonte: http://www.jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/midias-e-identidade/plenaria-quilombola-elege-delegados-conferencia-nacional-de-igualdade-racial/

Formulário para o projeto de pesquisa: “Movimento Negro na atualidade”
https://www.geledes.org.br/movimento-negro-na-atualidade/

Raça e Racismo no Brasil | Carlos Medeiros



Casa do Olodum - Fórum Social Mundial Negritude 2.0 - O movimento negro nas redes sociais https://www.facebook.com/olodum.oficial/videos/1937336519661993/

Foi e nunca pode ser esquecido

Lutar É Preciso - Autor: Caj Carlão

Povo trazido do seio da África
Fez o Pelourinho virar páginas
Trouxeram o primeiro, o segundo e o terceiro
E foram tantas cabeças que eu nem sei contar a a a
Dig dig dig ô... Dig dig dig á
Dig dig dig ô... Dig dig dig á
Espalharam o negro no mundo inteiro
Pára, pára, pára de me enganar ááá
Pára, pára, pára de nos enganar ááá
Pelourinho Pelô
Pelô, Pelô, Pelourinho
Pelourinho, povo, sofrimento sempre
Crianças descalças morando nos becos ô
Dig dig dig ô... Dig dig dig á
Dig dig dig ô... Dig dig dig á
Pelourinho Pelô
Pelô, Pelô, Pelourinho
Sofrimento sempre, vai Olodum, ensina esse povo a lutar aaaa
Com seu canto, forte Olodum, esses guetos precisam acabar
Mostrar as armas, pois lutar é preciso, a mentira vai ter que morrer
E o fim da fome que destrói a esperança qualquer dia vai acontecer

Dig dig dig ô... Dig dig dig á
Dig dig dig ô... Dig dig dig á
Pelourinho Pelô
Pelô, Pelô, Pelourinho

O conceito de “democracia racial” foi (e ainda é) um mantra do orgulho nacional. Daqueles que recusam a realidade. Uma das maiores referências na defesa dos direitos dos negros no Brasil, mesmo após sua morte, Abdias Nascimento sobrepõe testemunhos pessoais, reflexões, comentários e críticas, opondo o discurso oficial sobre a condição social e cultural do negro brasileiro à realidade, fazendo a desconstrução do que se convencionou chamar de “democracia racial”, cenário utópico e irreal no qual “pretos e brancos convivem harmoniosamente, desfrutando iguais oportunidades de existência, sem nenhuma interferência, nesse jogo de paridade social, das respectivas origens raciais ou étnicas.”
Ao longo do século passado, prevaleceu a visão de que os descendentes dos africanos se encontravam, no Brasil, numa condição muito mais favorável do que a vivida pelos negros no sul dos Estados Unidos ou na África do Sul do apartheid. Mais do que estabelecida, essa era uma visão oficial: o Brasil seria uma "democracia racial", um lugar em que o grande problema do negro era a pobreza e não o preconceito de cor. Foi contra essa falácia que Abdias Nascimento se insurgiu ao apresentar, no Segundo Festival de Artes e Culturas Negras, em Lagos (Nigéria, 1977), em plena vigência da ditadura militar, um texto combativo, a começar pelo título, demonstrando que a condição dos negros no Brasil não era realmente como aquela nos EUA ou na África, era pior, vítimas que são de um racismo insidioso, de uma política que conduz a um "genocídio", para usar o termo do autor, que, ausente das leis e dos discursos políticos, se revela cotidianamente. Assim, a reedição de "O Genocídio do Negro Brasileiro" não é apenas uma homenagem histórica, mas a constatação de um fato: a despeito do trabalho dos ativistas e da mudança de mentalidade na academia, a situação continua inalterada. Segundo a ONU, atualmente no Brasil ocorre, a cada 23 minutos, a morte de um jovem negro. Em geral, do sexo masculino; em geral, pela ação, ou omissão, do Estado, da polícia - a instituição de escolha para se lidar com qualquer "questão social" no país.

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