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sábado, 31 de março de 2018

PSC com a Cida Borghetti PP eleições 2018?


Ricardo Barros está sendo procurado pela bancada dos Deputados do PSC para apoiar Cida Borghetti PP eleições 2018.

Com a máquina estatal nas mãos por seis meses antes do pleito marcado para outubro e carregaria a marca de primeira mulher a comandar o Paraná em definitivo. Os Deputados precisa atender suas bases, e também se reeleger, assim as demandas dos Prefeitos são enormes e com a Cida no Governo não da para brincar.

Palozi (39,3 mil votos), Gilson de Souza (34,4 mil votos), Claudia Pereiras (29,3 mil votos), Wilmar Reichembach (25,4 mil) e Evandro Araújo (23,2 mil votos) e podem fazer a diferença, mais precisam voltar para ALP. 

Assessores e correligionários não descartam está  conversa que dizem está bem adiantada. Não se pode cozinhar o galo ou da cancera. Os inteligentes vencem as eleições porque tem que ter palavra na Política e não pode ter jogo sujo, o eleitor está mais atento que se imagina. 

Ato reflexo dessa articulação, que é uma verdadeira reviravolta no quadro político local. Nos bastidores do Centro Cívico, o comentário corrente é de que o ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP) está jogando pesado para garantir apoio à pré-candidatura de sua esposa, a vice-governadora Cida Borghetti (PP), ao governo do Estado. Segundo fontes da Assembleia Legislativa, o Ministro não está para brincadeira, o povo Paranaense tem que ser defendidos com punhos de aço até nas articulações. 




Ricardo Barros deixa Ministério da Saúde e dá início à reforma ministerial

TALITA FERNANDES E NATÁLIA CANCIAN BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro da Saúde, Ricardo Barros, entregou sua carta de demissão nesta terça-feira (27) ao presidente Michel Temer. Ele é o primeiro dos 11 ministros que deixarão seus cargos até 7 de abril para disputar eleições em outubro. A saída havia sido anunciada pelo ministro em uma entrevista para a imprensa em que ele divulgou um balanço das últimas ações na pasta. Na sequência, ele participou de um evento no Palácio do Planalto para entrega de insígnias da Ordem do Mérito Médico. 
"Já limpei as gavetas, estou pronto para a Câmara dos Deputados", disse Barros após o evento. Barros quer se reeleger ao cargo de deputado federal pelo Paraná, onde sua mulher, Cida Borghetti, concorre ao governo local. Ele também planeja assumir a presidência da Comissão Mista de Orçamento no Congresso. Apesar de entregar a carta, Barros diz que a data de saída será definida em conjunto com Temer -a previsão é que ocorra até a próxima semana.  Entre os cotados para o lugar do ministro está o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, também do PP.
A definição dependerá de uma conversa entre o presidente nacional do partido, senador Ciro Nogueira (PI), e Temer, prevista para quarta-feira (28). De acordo com Barros, a indefinição se dá pela dificuldade, não em que Occhi ocupe a pasta da Saúde, mas sim para sua substituição na Caixa. Nos bastidores, assessores do presidente dizem que embora o nome de Occhi seja bem visto, o governo preferia que ele se mantivesse à frente da Caixa, já que sua saída implicaria em substituição no comando do banco.  Outro nome lembrado internamente no Palácio do Planalto é o do médico Raul Cutait, que foi cotado para a Saúde em 2016, durante a montagem da primeira estrutura ministerial do governo Temer. A tendência, contudo, é de que Temer respeite a indicação de Ciro, de olho no apoio do PP à corrida presidencial em outubro. No total, pelo menos 11 ministros deixarão seus postos para participar da disputa eleitoral. Pelas regras eleitorais, ocupantes de cargos no executivo que não estejam disputando reeleição devem se desincompatibilizar em até seis meses antes das eleições.
HISTÓRICO Na Saúde, pasta que assumiu após o impeachment da então presidente Dilma Rousseff, a gestão de Barros foi marcada por discursos de defesa de redução dos gastos no setor e pela proximidade de bandeiras defendidas pelos planos de saúde, como a criação de planos com cobertura menor do que a hoje obrigatória. Também colecionou atritos com sanitaristas, como ao aprovar mudanças na política de saúde mental, com a suspensão do fechamento de hospitais psiquiátricos e aumento do valor das diárias nestes locais. Recentemente, o ministro também se envolveu em uma disputa com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e indústrias farmacêuticas ao defender a importação de medicamentos para doenças raras sem um documento que afere a autenticidade desses produtos. Também ficou conhecido por gafes e polêmicas, como quando disse que "homens procuram menos os postos de saúde porque trabalham mais que as mulheres" e que a fosfoetanolamina, substância cuja eficácia não é comprovada, teria "na pior das hipóteses" um efeito placebo, já que "a fé move montanhas".

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