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sábado, 28 de abril de 2018

Jornalista Angelo Rigon um batalhador do bem


Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.


Fábio Antunes
José Ângelo Rigon teve o primeiro contato com o jornalismo aos 13 anos, quando publicou um texto no jornal "Paraná Esportivo". Em 1977, com 14 anos, Rigon começou a atuar na "Rádio Cultura AM", fazendo noticiário esportivo e os textos das notícias que iam de hora em hora para o ar. Em julho do mesmo ano passou a escrever meia página diária de esporte amador em "O Diário do Norte do Paraná". Após dois meses foi contratado para a redação do jornal.

Em 1981 começou a fazer a coluna "Mosaico" e se tornou redator-chefe do "Diário". Em 1988 foi para "O Jornal de Maringá", onde foi editor de política e iniciou a informatização da redação. 

Em 1990 passou a trabalhar na sucursal da "Tribuna do Norte", de Apucarana, junto com os jornalistas Verdelírio Barbosa e Diniz Neto. Ainda em 1990 passou à sucursal de "O Estado do Paraná". No mesmo ano ainda trabalhou no jornal "Umuarama Ilustrado", de Umuarama. Voltou a Maringá para trabalhar no recém inaugurado "Jornal do Povo", onde permaneceu até meados do ano 2000. No jornal foi editor, repórter e assinava uma coluna. No mesmo ano se transferiu para o jornal "Hoje Maringá", onde assina até hoje a coluna "Mosaico". 

Ângelo Rigon foi ainda editor da revista "M-9"; coordenador de Comunicação Social da Câmara de Vereadores de Maringá. Na TV comandou um programa na TV Cidade, o "Mosaico na TV". Ele foi ainda o criador do primeiro site de notícias em tempo real de Maringá, o "Maringá News".

Atualmente além de colunista do jornal "Hoje", Ângelo Rigon é editor da revista "Página 9" e do blog www.angelorigon.blogspot.com.

Confira trechos da entrevista que o jornalista concedeu ao jornal Matéria Prima:

O senhor é contra ou a favor de diploma de jornalista? 
Sou contra a exigência do diploma como condição única para o exercício da profissão.

Por quê?
Defendo os moldes adotados nos Estados Unidos e na maioria dos países europeus, onde a exigência do diploma é considerada restrição à liberdade de expressão. Acho a obrigatoriedade nada mais que uma reserva de mercado e controle da informação, e isso não combina com democracia e liberdade de imprensa. Entre os requisitos básicos para o jornalista estão princípios que se aprendem muito mais no dia-a-dia, de uma redação ou até de qualquer outra profissão, além, é claro, do tino, da inteligência, do bom texto. Como editor e repórter, trabalhando com muita gente ao longo de quase 30 anos, pude constatar na redação que o diploma não faz o bom jornalista. Junto com o canudo não é entregue necessariamente um bom cérebro. Por não ser profissão estritamente técnica e que coloque em risco a integridade de outras pessoas, não vejo como fazer da escola, que hoje diploma tudo, de cozinheiro a engraxate, a única "etiquetadora" de trabalho e talento na área de jornalismo. Em Maringá, e isso se repete praticamente em todo o país, grande parte dos bons profissionais, reconhecidamente bons jornalistas, não é formada em faculdade.

Então, qual a formação que o senhor acha necessária para um jornalista, já que o senhor mesmo parou de estudar quando concluiu o que chamamos hoje de "ensino médio"?
Primeiro, saber escrever, coisa que nem sempre o formado em faculdade sabe e temos vários exemplos em Maringá, inclusive de professores. Na época em que entrei em jornal tinha 13 para 14 anos e, como estava fazendo o que sempre quis, trabalhava de manhã numa emissora de rádio (Cultura AM), à tarde no Diário (O Diário do Norte do Paraná), à noite fazia "bico" como revisor, e aos sábados e domingos trabalhava em um jornal que circulava às segundas. Era impraticável fazer qualquer outro curso, mesmo porque na época não existia jornalismo na UEM e nenhuma faculdade privada. Cheguei a integrar uma comissão com [os jornalistas] Verdelírio Barbosa, Domingos Trevizan e Messias Mendes que solicitou do então reitor da UEM (Universidade Estadual de Maringá), Fernando Ponte de Sousa a implantação do curso. Não houve condição física nem tampouco temporal. Quando os cursos surgiram em faculdades particulares, muitos anos depois, avaliei e vi que não valia a pena.

Mas se a faculdade não é garantia de que se forme um bom jornalista, por quê então o senhor integrou a comissão que pedia a abertura do curso de jornalismo na UEM?
Integrei a comissão porque achava que estava mais que na hora de Maringá ter curso de Comunicação Social, pois cidades como Londrina e Ponta Grossa tinham, e pela rede pública. De repente, se tivessem instalado na UEM, a coisa seria diferente. Vou dizer novamente, eu não sou contra curso de Comunicação; sou contra a exigência, a obrigatoriedade do diploma para se exercer a profissão, que é o que vigora hoje no país, por força judicial.

Qual a principal falha que o senhor apontaria nos cursos de Comunicação Social?
Justamente achar que somente a pessoa formada é que tem a prerrogativa de ser jornalista. Hoje, até por força de lei, a coisa mudou, mas mesmo assim ainda se formam pessoas que acreditam que a teoria deve prevalecer sobre a prática. Proporcionalmente, o número de profissionais determinados, que gostam de investigar, pesquisar e principalmente escrever, ainda é pequeno.

Então o senhor acredita que a falta de prática é uma das grandes falhas?
Certamente. Mas não só ela. Falha é não ler, não acompanhar a evolução tecnológica, não saber quantos jornais a cidade em que vive tem, quantas emissoras de rádio, quem faz a opinião pública. Ainda há gente alienada nas salas de aula, algumas que nem sequer sabem o mínimo sobre o ramo que escolheram. Aliás, tem gente que trabalha até na "Globo" local e nem sabe quem é, por exemplo, Jânio de Freitas, articulista da "Folha de S. Paulo" não formado, aliás que inovou no jornalismo investigativo na década de 1980 e escreve até hoje.

O senhor acha que a imprensa nacional vem cobrindo corretamente a crise política do governo?
Acho. E a mídia eletrônica, principalmente a internet, tem ajudado na cobertura.

Todo o episódio da crise foi gerado a partir de entrevista concedida pelo deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) à "Folha de S. Paulo", na qual ele não apresentou nenhuma prova de tudo o que afirmou. O senhor acha que esse pode ser um precedente grave para o jornalismo? Ou seja, qualquer pessoa pode ir ao jornal acusar outra e deixar que o tempo se encarregue de comprovar, ou não, a acusação?
Ética e bom senso devem existir em qualquer profissão. Nenhum editor minimamente inteligente publica algo que não esteja embasado, senão em provas, em evidências claras. O Direito também aceita depoimento como prova. Como alguém se recusaria a divulgar informações dadas, por exemplo, pelo ex-secretário de um ministro, ex-prefeito, que embora não tenha provas materiais teve uma relação pessoal e de amizade de anos com ele? É negar também a capacidade humana de ter, a partir de uma denúncia, poder investigatório. Este papel deve ser feito por quem de direito. O jornalista não pode ser tudo. Mas tem a obrigação de ser inteligente, pois o leitor não é tolo.

Mas o esquema do "mensalão" ainda não foi comprovado
Você acha que o mensalão não está provado. Mas está. Pegue as matérias publicadas, inclusive infográficos da "Folha de S. Paulo" que confirma que os saques foram mensais durante o período de mais de um ano, coincidindo os grandes saques com as votações das reformas mais importantes do governo federal. Talvez você não se recorde, mas num breve período Lula fez aprovar reformas que FHC não conseguiu, ou não priorizou. Ora, embora a palavra mensalão não signifique necessariamente mensalidade, é uma expressão cunhada especificamente para representar uma prática que nem o regime militar nem o neoliberalismo de FHC tiveram coragem de fazer, o pagamento era sim mensal. Procure se informar.

Que houve os saques é explicito, isso sim está comprovado. Mas não está comprovado que o dinheiro era usado para o pagamento de deputados da "base aliada" votarem a favor do governo. Além do mais, nem tudo o que é publicado na imprensa é verdadeiro. O caso Escola Base está aí para comprovar. 
[Para responder a esta pergunta, Ângelo Rigon envia por e-mail o texto "Recordar é viver " Ficção a serviço do jornalismo" de Ricardo Noblat, publicado no dia 31/08/05 no blog http://www. noblat.com.br]

O senhor acredita que se deve publicar algo sem comprovação só porquê a acusação partiu de um ex-secretário de ministro, por exemplo, como o senhor cita na entrevista?
Volto à questão do bom senso. Ninguém chefia nada se não tiver a cabeça no lugar. E a lei está aí para se punir os excessos

Caso tivesse um material desses em mãos o senhor publicaria em sua coluna? E se o senhor fosse editor de um jornal, publicaria?
Tenho em mãos um monte de denúncias. Verifico uma a uma, da melhor forma que posso. Nem a todas dou o devido tratamento, nem todas publico, nem todas são confirmadas; para algumas, faltam dados, às vezes pequenos, mínimos. Atualmente, entre as denúncias que coleciono, tem uma de uma concorrência superfaturada. Enquanto eu não tiver os dados em mãos não publicarei. Recentemente um servidor público me passou umas informações, com detalhes e tal. Fui checar e muita coisa não batia. Não publiquei. Acho que isso é bom senso. A coisa varia caso a caso, mas fundamentalmente depende de um parafuso só: a verdade. Sem ela, não dá pra fazer nada. Se a notícia for verdadeira, se tudo apontar para isso, os dados que faltam acabam aparecendo. É batata. Mas é só trabalhando para saber.

O senhor acredita na isenção da grande imprensa nesta cobertura da crise?
Nesta, especificamente, sim, hoje a maioria tem isenção. No começo eu até temia. Hoje, não, porque há um interesse coletivo. Ninguém admitiria pizza no final das CPIs nem que algum veículo de peso se engajasse numa fraude.

A imprensa regional tem aproveitado a onda do "denuncismo" dos grandes jornais e insistido em encontrar irregularidades em campanhas eleitorais de atuais prefeituras do PT. O caso mais próximo é o de Londrina. Como jornalista, é a primeira vez que o senhor ouve falar da existência de caixa 2 na região?
O caixa dois é uma prática, e não só de partidos políticos. A questão específica desta vez é que isto contraria o discurso petista e inova com o mensalão já que o dinheiro foi distribuído fora de período eleitoral. Era pagamento mesmo por deputados terem votado em projetos do governo. Lula criou uma base de apoio artificial. O PT está no centro da crise porque ele violou o que sempre pregou. O partido teve uma oportunidade de acabar com práticas corruptas e não o fez; pelo contrário, aperfeiçoou-as.

Na sua opinião, porque somente agora a imprensa resolveu "descobrir" o caixa 2 e, especificamente, do PT?
Ninguém descobriu o caixa dois. O caixa dois é a desculpa encontrada pelo PT para justificar a distribuição de dinheiro à base aliada. Cada vez mais transparece que houve mesmo um mensalão.

As escolas de jornalismo podem preparar profissionais mais éticos?
A ética não é privilégio de determinadas categorias profissionais. Acredito numa só ética, a do ser humano. É claro que as escolas podem contribuir.

Muito foi dito sobre a criação de um conselho de jornalismo. O senhor acredita que deve haver algo desse tipo para evitar alguns problemas na imprensa?
Nos moldes dos atuais conselhos federais, acho uma bobagem e realmente dá medo, em relação a controle de opinião. Isto é o que diferencia o jornalismo das áreas técnicas. Demorei em formar opinião a respeito, mas cheguei à conclusão que não cabe este tipo de conselho para uma área como esta. Veja que hoje o governo critica a imprensa, por causa de denúncias, a maioria das quais se confirmou. Se o conselho existisse, era possível que houvesse tentativa de controle dessas denúncias.

Qual sua opinião sobre o jornalismo praticado em Maringá?
Já foi muito bom. Daqui saíram grandes nomes do jornalismo brasileiro, entre eles temos ganhador de Prêmio Esso, editor da "Playboy", da "Veja" e "Diário do Comércio", produtor do "Jornal Nacional", e alguns dos principais repórteres da "Globo", tudo isso na era pré-cursos de comunicação. Acho até que uma visita ao cemitério da cidade devia fazer parte das atividades acadêmicas, para o pessoal conhecer o túmulo de gente que escreveu muito, como Marco Aurélio Borba, Miniatura e Antonio Messias Pimenta. Há, no entanto, uma espécie de frustração depois da implantação dos cursos. Os veículos pouco aproveitam os formados. Em "O Diário", por exemplo, existem oito jornalistas vindos de Londrina. Não por reservar mercado, mas acho que como a tendência do jornalismo é ser cada vez mais regional, nada mais lógico que se aproveitar o pessoal daqui e isso, não sei o motivo, não tem ocorrido. O jornalismo em Maringá está evoluindo muito lentamente. As iniciativas sérias nem sempre vingam, e em parte por causa da formação moral da cidade. Houve uma época em que o jornalismo local era dividido entre os mal informados e os mal intencionados; às vezes ocorria de um ou outro possuir os dois defeitos.

Como o senhor vê a popularização do jornalismo? O senhor acredita que muita gente ingressa no jornalismo em busca de fama?
Jornalista que é constante notícia é um perigo. Pior ainda quando não é colunista social, área onde prolifera o "parabéns, eu!". O ideal é que a notícia não seja ele, mas o que ele informa. Como cronista da vida maringaense, em especial da política, abro exceção para creditar os furos, as notícias dadas em primeira mão, porque acho que isso é bom principalmente para o leitor. Mas não creio que, de forma geral, o jornalista seja uma celebridade, ainda mais por aqui, onde todos conhecem se conhecem.

O senhor acredita que um "bom" jornalista passa necessariamente pelo impresso?
O ideal seria que todos pudessem passar pelo jornalismo impresso, dado à riqueza que proporciona, inclusive para a formação do espírito crítico. O básico, é que o jornalista goste e saiba escrever, seja também no rádio, na televisão ou em assessoria. Ele deve conhecer o que se passa, no maior número de áreas possível, que tenha conhecimento amplo de sua comunidade. O impresso, a convivência e a leitura proporcionam isso.


Imagem /Arquivo particular Ângelo Rigon
Ângelo Rigon: "Acredito em uma só ética, a do ser humano"
Fonte: Materia Prima Jornalista: Fábio Antunes 




                                            https://www.youtube.com/watch?v=QaXf1hmz-pM

Prece do Maçom

Oh! Supremo Arquiteto do Universo,
Faça que minhas decisões, meus dias, meus pensamentos,
Sejam os exatos reflexos dos seus ensinamentos,
E eu possa, assim, caminhar com integridade...
Quando fizer algo em favor dos outros,
Que meu nome seja simplesmente, como os demais, citado,
Sendo em tempo algum, jamais exaltado,
Pois, apenas estarei cumprindo minha obrigação de Maçom.
Supremo Arquiteto do Universo,
Fazei com que eu não me sinta inebriado por nada,
Que minhas palavras brotem do fundo do coração,
E não sejam, simples arranjos de letras fabricados em meu cérebro e transmitidos,apenas para causar comoção!!!
Não permita que meu ego aprenda a conjugar somente a primeira pessoa do singular,
Incute em meu ser, o sentido do "nós"!!!
E que minhas ações sejam corretas e se difundam, brandamente,
Por intermédio da minha voz.
Se um dia detiver o poder em minha vida profana,
Que seja ele manso, digno, algo que não se ufana,
Posto que é efêmero!
Que eu não imponha regras quando ajudar a um irmão,
Pois deverei fazê-lo com carinho, desprendimento, empolgação,
Não permita que eu aprenda a julgar...
Ensina-me a perdoar,
A não guardar ódio em meu coração,
Pois se assim não for, serei apenas mais um na multidão.
Sentimentos como a cobiça e a vaidade,
Afaste-os do meu caminho.
Pois, caso contrário, é certo que um dia estarei sozinho.
E assim, quando o limite máximo me for imposto,
Que a serenidade esteja presente em meu rosto,
Que a alegria do dever cumprido se faça presente.
Ai então, os amigos haverão de lembrar que pela repetição dos meus atos,
Colecionei e emoldurei todos os fatos,
Se não fiz melhor, ao menos tentei.
Não importa quem eu seja,
Aprendiz, companheiro, mestre ou venerável,
Devo trazer o rosto sempre afável,
Pois esta é a verdadeira razão...
Gestos, sinais, simbologias,
Para dar sentido às nossas vidas, muitas vezes, vazias.
É por isso que nos reunimos...
Para tratarmos de assuntos que enlevam o espírito,
Para polirmos nossas imensas pedras brutas,
Para vivermos em paz, para vencermos nossas lutas...
Combater o despotismo, a tirania, os vícios humanos,
Referimo-nos aos de fora como profanos,
E muitas vezes, cometemos as mesmas e velhas falhas!!!
Supremo Arquiteto,
Obrigado pela oportunidade que eu tive,
Obrigado pelos irmãos que ganhei,
E, especialmente, por esta vida que passei!!!
Se outra oportunidade me fosse dada,
Se outra vida pudesse ser vivida,
Se tivesse a opção de escolher,
Seria eu novamente um membro dessa loja,
Onde se aplicam normas de consciência e retidão,
E assim, teria eu novamente a chance de poder dizer,
Que fui um verdadeiro Maçom !!!






Sucesso, reconhecimento, fama, glória...
Muitos de nós lutamos por motivos assim.
Mas não se constrói um bom nome da noite para o
dia.
É necessário trabalhar duro. Ainda que haja tropeços
e quedas, é preciso superar os obstáculos. É
necessário ter motivação, perseverança,
persistência...
A vida é uma sucessão de batalhas.
Emprego, família, amigos: todos nós temos um status
atual, (o que fazemos na vida, ecoa para a eternidade)
e também temos expectativas para o futuro (em três
semanas estarei fazendo a minha colheita. Imaginem
onde estarão, e assim o será).
No entanto, as reviravoltas do destino nos
surpreendem (Grandeza é uma visão.).
Nem sempre dá para se fazer apenas o que gostamos.
Mas aquele que gosta do que faz e sente orgulho em
fazer melhor, a cada dia vai mais longe!
Há momentos de calmaria e há momentos agitados e
decisivos em que a boa intenção não basta. É quando
a vida nos cobra coragem, arrojo, criatividade e um
inabalável espírito de luta.
A verdade é que os problemas e os reveses ocorrem
com maior frequência do que gostaríamos.
Os tempos mudam. Surgem novos desafios e
objetivos. E os guerreiros..., olham nos olhos do futuro
sem medo e sem arrogância, mas com a confiança de
quem está pronto para o combate.
Viver é também estar preparado para as situações
difíceis. O modo como encaramos as dificuldades é
que faz a diferença.
Às vezes nos perguntamos como enfrentar as
mudanças radicais que se apresentam diante de nós?
Como atuar num novo cenário, onde coisas que
fazíamos tão bem precisam ser reaprendidas? (Força e
honra.)
Como lutar sem deixar para trás valores
fundamentais? E mais: como saber a medida exata a
ser tomada no momento certo?
O incrível é que justamente diante de situações
adversas, muitos redescobrem o que tem de melhor.
A ética, a amizade, a capacidade de criar novas
estratégias fundamentadas na experiência, no talento
para promover alianças positivas, no espírito de
liderança e na consciência da força que reside no
verdadeiro trabalho em equipe.
Tudo isto aflora quando as circunstâncias exigem,
quando se sabe que existe um objetivo maior a ser
alcançado!
Claro que não é fácil abandonar hábitos, costumes...
Não é fácil adaptar-se aos novos meios, ou usar
recursos aos quais não estávamos familiarizados.
Mas todo guerreiro sabe que o pessimismo e a
insegurança apenas atrapalham.
Ainda que a ameaça venha de vários lados, com
agilidade, força e determinação podemos alcançar o
resultado.
A combinação de energia e inteligência, assim como o
equilíbrio entre razão e a emoção são fundamentais
para o sucesso.
É uma sensação extremamente agradável chegar ao
fim de uma etapa com a consciência do dever
cumprido.
E obter a consagração com o respeito de todos e o
reconhecimento dos colegas e com a admiração das
pessoas que amamos...
Ouvir o próprio nome com orgulho! Aquele orgulho de
quem viu nos obstáculos a oportunidade de crescer.
Orgulho de quem soube enfrentar as turbulências da
vida e vencer! Orgulho de ser um vencedor que não
abriu mão dos valores fundamentais.



                                                https://www.youtube.com/watch?v=Q_vO7Kf1dZU


Dizem que, na vida, quem perde o telhado ganha as estrelas.
É assim mesmo.
Às vezes, você perde o que não queria, mas conquista o que nunca imaginou.
Nem tudo depende de um tempo, mas sim de uma atitude. 
O tempo é como um rio. Você nunca poderá tocar na mesma água duas vezes, porque a água que já passou, nunca passará novamente.
Aproveite cada minuto de sua vida e lembre-se:
Nunca procure pessoas perfeitas, porque elas não existem. Mas busque acima de tudo, um alguém que saiba o seu verdadeiro valor.
Tenham 4 amores: Deus, a vida, a família e os amigos.
Deus porque é o dono da vida, a vida porque é curta, a família porque é única e os amigos porque são raros!
Excelente Final de Semana





O que Deus ti deu ninguém toma, se tem gente tentado tomar o que Deus ti deu e porque a coisa é grande. Ninguém toma nem rouba o que Deus ti deu.
Se foi Deus que ti levantou fica em paz, quem é o doido que vai tentar almadicoar o que Deus abencou? Quem é o louco que vai tentar fechar a porta que Deus abriu?
Prepare teu coração tem presente grande dele para você. No meio das suas dificuldades ore. No momento de luta reze rogue a Deus, não da boca para fora, com FÉ. Oração move a mão de Deus. Toca o coração de Deus. Não duvide que Deus não está lhe ouvindo. Deus ouve até quando só cai lágrimas da sua face. Quando só sai gimidos. Até quando sua voz ficou embargada.
Daí Deus ti diz, agora me de o meu tempo, porque há tempo para tudo. Agora o tempo e de luta, mais Deus manda lhe dizer que o tempo de cantar tá chegando. Porque você vai dizer que Deus lhe fez grandes coisas por ti. Tua Vitória é certa.
Pode ter certeza que os anjos de Deus está junto contigo. Os anjos de Deus vai fechar a boca dos teus inimigos, as armações conspirações perseguições. Pode ter certeza que Deus vai fazer todas parar, porque você é o filho amado dele. Deus vai fazer teu inimigo rezar para ti.
Quando Deus manda seus anjos os teus inimigos silencia com tua Vitória. Pode ter certeza que você vai profetizar e dizer diga quem falou da minha vida que em nome de Deus eu estou de pé.
Quem disse que você estava morto, acabado destruído vai ter que dizer com a mesma boca eu dei a notícia errada, você está mais vivo do que nunca, você está de pé. Deus mandou ti dizer tu vai ficar de pé.
Quem disse que tua história acabou, vai ter que olhar e dizer que você tá mais vivo do que nunca. Se teu inimigo ti jogar na cova com os leões faça da juba dela teu travesseiro. O leão te ataca pela frente e você pode se defender, teus inimigos ti ataca por traz, só que com Deus você vence. Nos olhos dos teus inimigos eles achavam que teus problemas não tinha mais solução, mais nos olhos de Deus tua Vitória é certa fica inexplicável. Quem mexe com os filhos de Deus não fica para contar a história. Quem tem Deus resolve no joelho, na oração. Da mesma maneira que você foi humilhado da mesma maneira Deus vai ti exaltar. Não precisa mudar de casa, não precisa mudar de bairro nem de cidade, e no mesmo lugar que Deus vai ti ver de pé. Deus vai ti levantar e no mesmo lugar que Deus vai ti exaltar. Estou ouvindo barulhos de correntes sendo quebradas. Estou ouvindo barulhos de Deus derrubando muralhas. Deus abrindo portas. Quem tem Deus vence. Com Deus você passa pela cova e não fica na cova. Deus vai tomar frente. Milagres estão acontecendo agora. As fontes das águas transbordaram.
Glorifique Deus e nosso Senhor Jesus Cristo agora. Quarde sua Fé porque nunca mais você vai ser humilhado. Homem cheio do Espírito Santo não tem preço. Deus vai mudar tua história. Quando Deus quer fazer ninguém pode parar. Minha alma está cheia de luz.
Amém
Agora o Senhor entende o que eu passei. Confio na Justiça, vossa Excelência confie na Justiça.

OBS: Como BRUXO há quase 40 anos vou oferecer o que à de melhor de mim. Chorei muito mais acredito na Justiça única reserva moral deste país. 

                                                      https://vimeo.com/14644806
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