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domingo, 29 de abril de 2018

OBRAS PARADAS NO BRASIL TODO, EXCETO NO PARANÁ



COLUNA IMPACTO CURITIBA - MANO PREISNER
OBRAS PARADAS NO BRASIL TODO, EXCETO NO PARANÁ

Levantamento da Folha de São Paulo mostra que todos os estados brasileiros cortaram os investimentos em obras no ano de 2017, deixando de injetar na economia muitos Bilhões de Reais. Mais de 23 Bilhões, em 25 estados da federação.

O leitor do impacto já tomou conhecimento pelas matérias anteriores, da situação privilegiada do Paraná em relação aos demais estados. Quem pensou que fossem matérias “chapa-branca” deveria se informar sobre a situação generalizada de penúria dos estados, e, na falta de tempo, apenas ler a matéria da Folha. Para poder comparar, antes de decidir.

Temos obras paralisadas de todo tipo, em 25 estados. Escolas, hospitais, creches. Também rodovias, pontes, viadutos. A Segurança Pública estagnou: construções de presídios, compra de equipamentos, armas, contratação de pessoal, foram suspensas em 25 estados.


As únicas exceções nessa mistura de crise econômica, incompetência e falta de pulso dos governadores.  para tristeza  dos inimigos do estado, foram o nosso Paraná e Rondônia. O Paraná apresentou em 2017 robusto aumento nos investimentos, mais de 16%, enquanto Rondônia aumentou 0,8%.
É a resposta da matemática às mentiras políticas.


EXCETO NO PARANÁ II 


A situação que Beto Richa, até esses dias, e Cida Borghetti, nos dias atuais, mostram ao Brasil, não aconteceu por acaso. Os ajustes foram dolorosos, e tiveram um custo político, num primeiro momento, que afetou a imagem do Beto e por extensão da então vice-governadora Cida. Hoje o povo, mesmo com todo o massacre de notícias negativas, que tenta atacar o Beto mas atinge o Paraná, entende que o ajuste foi absolutamente necessário.


Medidas muito duras tiveram que ser tomadas: aumento do ICMS, do IPVA, inativos da Previdência passaram a contribuir como os demais paranaenses. Funcionários públicos com salários congelados, suspensão de novas contratações, benefícios fiscais foram revistos. Foram retirados os incentivos sobre a produção de etanol, do setor têxtil e até da mandioca. 


A imprensa também pagou o pato: a RPC passou do paraíso nos tempos do Lerner ( mais de 214 milhões de reais ) para valores infinitamente mais modestos e justos com o Beto, o que explica a perseguição brutal.
Para concluir, a título de comparação: enquanto obras são viáveis e acontecem em todos os municípios do Paraná, Minas Gerais tem 1.200 obras paradas. Rio de Janeiro 1.900 obras paradas, Pernambuco 1.500 obras, com orçamento acima de R$ 20 milhões, cada. O reflexo disso na economia desses estados é monstruoso. 


Vou votar no Beto por isso tudo. E sem a pretensão de influenciar ninguém, opino que em time que está ganhando, como é o caso do Paraná, qualquer mexida é um risco. Alguma coisa como tirar o Carille do Corinthians.










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