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sábado, 19 de maio de 2018

Apagão alertou para os riscos da privatização do setor elétrico


Dessa vez a culpa não foi do estagiário que ligou o disjuntor errado. O buraco é bem mais embaixo. O apagão que deixou no escuro estados do norte e nordeste do país na terça(21), com impactos também em algumas cidades da região Sul, foi provocado pela empresa privada chinesa State Grid — que opera Belo Monte/Furnas. A queda de energia, a maior desde dos apagões diários do governo de FHC, é um sinal de alerta para os riscos da privatização do parque elétrico do país — uma apetitosa fatia de ativos que atiçou a cobiça das corporações transnacionais atuantes no mercado do setor.
De acordo com informações coletadas entre os trabalhadores do Sistema Eletrobras, a falha começou em uma linha de transmissão operada pela empresa privada chinesa State Grid, que opera Belo Monte/Furnas, após a realização de testes em pleno horário comercial. Os trabalhadores, via grupos de whatsapp, explicaram que para a Eletronorte ou qualquer outra operadora da Eletrobras fazer um “reaperto” em qualquer conexão de proteção é preciso trabalhar à noite, no feriado ou num domingo de madrugada.
“Mas eles fizeram um teste como esse em circuitos com 4GW no horário comercial”, denunciam. Para se ter uma ideia da dimensão do problema causado, o diretor do Sindicato dos Eletricitários de Campinas e Região (Sinergia), Wilson Marques de Almeida, explica que o sistema brasileiro é todo integrado pelo Sistema Interligado Nacional (SIN) e uma pane como essa afeta todo sistema. O único estado que não tem essa interligação é Roraima, que recebe energia da Venezuela.
O dirigente lembra ainda que Belo Monte e toda a sua linha de transmissão é de iniciativa privada. “No momento, não conseguimos precisar ainda se é reflexo do sucateamento por parte da iniciativa privada, se é erro de operação ou se houve operação indevida”, diz.
O governo golpista de Temer acelerou o processo de tramitação do Projeto de Lei (PL) 4963/18, que prevê a privatização da Eletrobras. O Ministério da Minas e Energia trabalha com a meta de realizar o leilão de privatização das distribuidoras da Eletrobras para o dia 21 de maio. Via Fonte  Blog Esmael Morais 

Eletricitários param hoje contra o apagão na Eletrobras

Os trabalhadores do setor elétrico e de movimentos populares darão mais uma demonstração nesta segunda (16) de que não aceitam a entrega da maior empresa de energia elétrica da América Latina à iniciativa privada.

Os eletricitários são contrários ao apagão na empresa programado pelo “Vampirão Neoliberalista” Michel Temer.
Durante o dia de hoje ocorrem paralisações, atos e manifestações em todos os estados na defesa da Eletrobras pública, eficiente e para todos.
Portanto, para o setor, hoje é o Dia Nacional de Luta Contra a Privatização da Eletrobras – defesa do patrimônio público, soberania nacional e segurança energética.
Privatizar significa aumento de tarifa
Para o vice-presidente da Federação Nacional dos Urbnitários – FNU, Nailor Guimarães Gato, a privatização da Eletrobras significa aumentos das tarifas, queda na qualidade dos serviços, demissões e perda da soberania nacional. “Trata-se de um problema grave não só para os eletricitários, mas para toda a população brasileira. O aumento da tarifa pode chegar a 30% com a privatização”, aponta.
O dirigente da FNU ressalta que a manutenção do setor elétrico sob controle do Estado não é uma questão ideológica, mas lógica. “Lógico é o Estado controlar um setor estratégico. Se cair na mão da iniciativa privada, eles vão liberar a água do país para energia produzir energia ou vão desviar para o agronegócio ou ‘privatizar’ os rios?”, questiona Gato.
De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a venda da Eletrobras vai resultar em um aumento inicial na tarifa de energia de 16,7%, no mínimo. Alguns especialistas apontam reajustes superiores a 70%.
Outro impacto é o corte na tarifa social que garante descontos na conta de energia para pessoas de baixa renda e beneficia mais de 8 milhões de lares brasileiros e será extinta com base na proposta da nota técnica nº 5, proveniente da consulta pública nº 33, que altera o marco regulatório do setor elétrico. Segundo dados da Aneel, do total, 56% dos favorecidos pelo programa estão no nordeste e 24% no sudeste.
A Eletrobras, responsável por mais da metade da energia elétrica consumida no país, controla 47 hidrelétricas, 114 térmicas (energia gerada a partir da queima de carvão, gás ou óleo), 69 eólicas e distribuidoras de energia de seis estados: Acre, Alagoas, Amazonas, Piauí, Rondônia e Roraima. Estão entre os estados com menores IDH do país Piauí, Alagoas e Acre.
Privatizar é promover desigualdade social
Diante de todos esses impactos e retrocessos, permitir a privatização das estatais do setor elétrico é promover maior desigualdade social e negar o acesso à energia para a população mais pobre do Brasil. Assim, para barrar mais esse retrocesso é preciso paralisar os locais de trabalho, fazer atos e manifestações, ocupar ruas, avenidas e praças, além de pressionar os parlamentares em suas bases eleitorais.
Em Brasília, hoje, às 10h, acontece um grande ato em frente ao Ministério de Minas e Energia contra o desmonte do setor elétrico estatal.
Área operacional também irar parar
A Federação encaminhou ofício ao presidente da Eletrobras informando sobre a paralisação de 24 horas, quando inclusive a área operacional estará parada. No ofício, a entidade que representa os trabalhadores do setor, reitera que os serviços essenciais serão mantidos.
Via Fonte Blog Esmael Morais 


CONHEÇA O PROJETO DO SENADOR REQUIÃO QUE CONVOCA REFERENDO PARA ANULAR PRIVATIZAÇÕES





RECESSÃO SÓ ACABA COM INVESTIMENTO PÚBLICO PUXANDO A ECONOMIA, DIZ REQUIÃO


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