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domingo, 13 de maio de 2018

Não queremos migalhas 13 de Maio abolição Vereadora do PRB e PP


Mestre Chik Jeitoso PRB que pretende ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Paraná eleições 2018 com o Saul Dorval PP que está colocando seu nome para ser um dos Deputado Federal  mais votado no Paraná, ambos negros. PRB e o PP estão fazendo um trabalho excepcional para combater o Racismo. Precisamos realizar um encontro Estadual e Nacional com os movimentos negros de cada partido e a OAB assim como a sociedade organizada, presidente de todos os movimentos negros. 

Chik Jeitoso PRB  vai pedir uma agenda com a Governadora Cida Borghetti PP e fazer uma sugestão para ela criar a Secretária Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial no Paraná. A Governadora está surpreendendo muito, sabemos que ela vai fazer a diferença. Está dando um banho em questão de gestão pública, com obras nós 399 municípios. Aplaudida de pé. Está deixando até a oposição impressionada.  




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Cida confirma R$ 217 milhões em obras para 200 municípios


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Se o 13 de maio é para ser comemorado, o aconselhável é que o façamos com reservas. A data representa um marco na história do Brasil, por conta da Lei Áurea, assinada em 1888 pela então princesa Isabel e que aboliu formalmente a escravidão no país. Esse fato nos foi ensinado na escola como um gesto de bondade, que libertou milhares de negros e negras de um sistema desumano e reconheceu que ninguém tinha o direito de explorar outro, independentemente de suas origens, gênero, etnia ou cor da pele.
No entanto, pouco, ou quase nunca, paramos para pensar no destino que a maioria dos ex-escravos teve, nem na situação de falta de oportunidades e de apagamento social à qual foi submetido esse contingente. Quando se viram livres do trabalho forçado no campo e nas casas das famílias da alta sociedade, aquela que já era uma expressiva parcela da população brasileira ficou sem moradia, terras, emprego e qualquer outra forma de subsistência. Simplesmente não tinham como assegurar a própria sobrevivência, nem de contribuir para o desenvolvimento da economia brasileira – até então estruturada sobre o escravagismo.
Os escravos libertos terminaram da pior forma possível: foram ostensivamente explorados, e, quando não serviam mais, descartados como lixo. Foram apartados da sociedade, e seus descendentes, discriminados até os dias de hoje. O racismo é uma chaga que não conseguimos extirpar do nosso país, o que se evidencia quando nos debruçamos sobre uma série de problemas com os quais ainda convivemos: a extrema desigualdade de renda, sendo que os negros e negras compõem a parcela mais pobre, menos instruída e com menor acesso ao mercado de trabalho, à educação e à saúde. Os afrodescendentes são também as principais vítimas da violência: podemos dizer tranquilamente que há um extermínio da juventude negra.
Para se ter uma ideia, os jovens negros constituem mais de um terço das vítimas de homicídios no Brasil. Dos 52.198 assassinatos ocorridos em 2011, 18.387 tiveram como vítimas homens negros entre 15 e 29 anos, ou seja, 35,2% do total. E, em Salvador, a cidade mais negra do mundo fora da África, o quadro não é diferente. Ou alguém já se esqueceu da chacina do Cabula, onde, em 2015, 12 rapazes foram executados pela polícia?
Este 13 de maio é, antes de tudo, um dia para lembramos que a luta contra o preconceito é uma missão que nunca terá fim. Para reafirmarmos que a vigília por nosso povo continuará indefinidamente; que exigimos nosso direito sagrado à vida e oportunidades de verdade a emprego e a serviços básicos essenciais à nossa dignidade. Neste 13 de maio, precisamos gritar que não queremos migalhas.
*Ireuda Silva é vereadora pelo PRB Salvador (BA)


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Sem igualdade racial não há democracia https://www.cartacapital.com.br/sociedade/sem-igualdade-racial-nao-ha-democracia


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                                               https://www.facebook.com/afroprogressistas/

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Conheça a igreja voltada exclusivamente para negros na época colonial


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13 de Maio – Grandes defensores da abolição


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Doutora em física, primeira professora negra do ITA denuncia preconceito de alunos e colegas: 'Me odeiam'

Em entrevista no programa 'Conversa com Bial', Sônia Guimarães diz que precisa reafirmar sua autoridade em sala de aula diariamente. Ela ressalta baixo número de alunas meninas nos cursos do ITA.


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O Dia da Abolição da Escravatura homenageia a assinatura da Lei Áurea, sancionada em 13 de maio de 1888, pondo fim à escravidão no Brasil.

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Militante do movimento negro conta a história do 13 de maio e afirma que a abolição ainda não aconteceu.
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