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terça-feira, 8 de maio de 2018

Oriovisto Guimarães, candidato ao Senado, quer ver um novo Brasil, com combate à corrupção, leis mais duras e gestão eficiente


Jamais usarei a política como profissão. Se eleito, não participarei de reeleição. Vou fazer uma campanha franciscana, baseada em ideias e voluntários. Gastarei pouco dinheiro, não pedirei dinheiro para ninguém e não darei dinheiro para ninguém”.
Oriovisto Guimarães é candidato a uma vaga no Senado Federal. A política sempre circulou no seu sangue e está no seu DNA. Seu pai, Gerônimo Guimarães, esteve à frente da resistência nos anos difíceis da ditadura, sendo obrigado a deixar São Paulo para se refugiar em uma pequena propriedade rural em Bela Vista do Paraíso, nos anos 50. Hoje, afastado há seis anos das empresas que criou, junto com seus sócios, o Grupo Positivo, afirma “posso me dedicar à política e acredito que o Brasil pode mudar. Precisa mudar”.
Oriovisto, aos 72 anos, em plena forma física e intelectual, se coloca à disposição da sociedade para contribuir com a construção de um país melhor. Para ele, o Brasil precisa com urgência de reformas que possam simplificar os tributos, diminuir o número de partidos políticos, combater a corrupção com leis mais duras, melhorar a gestão pública e, com o aumento da produtividade no uso do dinheiro dos impostos , investir mais em educação, segurança, saúde e infraestrutura.
“Passo a exercitar oficialmente a política partidária, não por dinheiro, ou qualquer outro interesse que não seja o ideal de um país melhor. Tenho certeza que, se houver bom senso no futuro Congresso Nacional, que, certamente será renovado em boa parte, poderemos realizar as reformas que o Brasil precisa para pegar a estrada do crescimento e desenvolvimento”, pontua. Garante que jamais usará a política como profissão e, se for eleito senador, não será candidato à reeleição.

Sua campanha será franciscana, baseada em ideias e propostas que possam contribuir para um país sem corrupção, sem mazelas e com leis para serem efetivamente cumpridas. “Precisamos melhorar a receita do bolo chamado Brasil, com leis que realmente venham a organizar nossa vida”, disse Guimarães. Além de filósofo -sempre esteve debruçado em livros- é, também, um estudioso de política e não fica apenas nas fronteiras do Brasil. Dá palestas sobre o assunto com experiência de quem conhece política praticada em várias partes do mundo.
Coalização e não cooptação
Ao analisar a enorme quantidade de partidos políticos no Brasil, explica que os parlamentares constituintes de 1988, na sua opinião, até tinham boa intenção na criação de novos partidos – antes haviam apenas dois, Arena e MDB, que monopolizavam. Este aumento de partidos, hoje pouco mais de 30, são mercadores que apenas buscam dinheiro do Fundo Partidário e horário no programa eleitoral gratuito do rádio e TV. “Isto se transformou em uma grande moeda de troca”, lamenta Oriovisto ao lembrar que, à época de Fernando Henrique Cardoso, havia coalizão com partidos e hoje existe cooptação, o que resultou no mensalão e na entrega  das empresas estatais, como a Petrobras nas mãos de corruptos.
Guimarães diz que não é contra a criação de novos partidos, mas que isto seja feito com fundamento, principalmente em  principios e ideologia,e não para arrecadar dinheiro e negociar cargos com o Executivo. Para ele, a reforma política é fundamental para que o governo eleito tenha condições de governabilidade e não precise fazer negociatas, confundindo o público com o privado. Isso tem que acabar, afirma.
Ao observar a grande desconexão entre a sociedade e a classe política, numa ruptura abismal, Guimarães respira otimismo apostando em uma nova era a partir de 2019 com a renovação dos  lideres eleitos, tanto para o executivo como para o legislativo. Para isso, é preciso que os Três Poderes, juntos, façam a lição de casa, ou seja, cumpram o seu papel e permitam que se façam as reformas necessárias, entre elas, a imprescindível reforma previdenciária. “É uma questão de matemática. Se não fizer, o país quebra”, alerta.
Encontro com a verdade
Ao defender, com rigor o uso do dinheiro público, Oriovisto Guimarães prega a imediata e efetiva reformas da Previdência, Política e Tributária. A partir disso, o Brasil certamente terá um encontro com a verdade. “Isso nos levará a uma nova era. Teremos ações de modernização da máquina pública, com uma gestão eficiente e séria. Uma administração responsável nos remetendo a um ciclo de expansão não apenas econômica, mas com reflexos sociais altamente positivos, sem a fragilidade de hoje”.
Não há segredo, nos ensina Guimarães, que acaba de ler o livro “Democracia, Crise e Reforma”, de Fernando Henrique Cardoso. O Poder Legislativo deve se preocupar com projetos e leis – leis mais duras contra a corrupção – e fiscalizar os gastos públicos do governo, aprovar o orçamento da União e nunca, jamais, se meter nas ações do Executivo como, por exemplo, indicar pessoas para cargos públicos, seja no primeiro escalão ou em áreas estratégias das estatais. “Um político que  pede um cargo em uma estatal está substituindo a seleção por merito pela indicação politica e isto leva a ineficiência e a corrupção”.
Para Guimarães, o Legislativo deve tratar de criar leis simples e boas, alem de fiscalizar o Executivo. O Judiciário tem que interpretar as leis e cuidar de sua aplicação, o Executivo aplicar bem o dinheiro público, enxugar a máquina, cortar benefícios e realizar uma boa gestão. “Se cada um cuidar do seu papel, teremos um país melhor”, pontua. Na opinião do candidato ao Senado, cada um dos Três Poderes têm que definir com clareza e realismo seu papel e executá-lo com eficiência. “O governo, por exemplo, precisa planejar e traçar metas e não ficar à mercê, ou refém dos gritos do Congresso Nacional, numa vergonhosa promiscuidade que ameaça a democracia”.
Bisturí na carne
“O que vemos, hoje, é uma conspiração de interesses particulares, e o descuido total com o bem comum. Falta honestidade e amor ao Brasil”, observa. Essa cirurgia preciosa que a Operação Lava Jato vem fazendo – hoje no seu quarto ano – atacando de frente a corrupção certamente vai mudar o sistema de justiça que, infelizmente, hoje, privilegia a impunidade. Vejo mudanças e uma reforma no sistema eleitoral será fértil para frear a corrupção. Defendo um sistema semi-presidencialista como os da França e Portugal, onde o eleitor acompanha a gestão”.
Depois que colocou seu nome à disposição do Podemos, partido liderado por Alvaro Dias, senador e candidato à Presidência da República, Oriovisto Guimarães passou a discutir mais abertamente a política partidária.
De origem simples, com infância difícil, pois lembra que não tinha nem calçado para ir à escola, morava em casa de madeira e chão batido, decidiu partir para Curitiba aos 16 anos de idade para trabalhar e estudar. Saiu de Mandaguari (também morou em Apucarana) direto para a pensão da Dona Marta, na Praça Santos Andrades. Estudava no Colégio Estadual do Paraná e dava aulas particulares de matemática e física. Entrou para a Universidade Federal do Paraná onde se formou em Economia. Passou a dar aulas em cursinhos e  junto com colegas professores criou o Curso Positivo, hoje um dos maiores grupos educacionais do Brasil.
Brasil em movimento
Na semana passada, em palestra a empresários paranaenses, na Associação Comercial do Paraná, Oriovisto Guimarães colocou o dedo na ferida, ao discorrer sobre a importância e o papel dos empresários nas eleições brasileiras, chamando-os para a participação. Fez uma retrospectiva do mundo em movimento, com as revoluções industriais para chegar nos dias de hoje. Mostrou que o  Brasil, por exemplo, contava com uma população de pouco mais de 95 milhões de habitantes em 1970 e saltou para 208, 8 milhões em 2018. Segundo ele, baseado em pesquisas, há aumento de 1 brasileiro a cada 21 segundos.
No Brasil em movimento, Guimarães mostrou para  uma plateia atenta com 120 empresários,  que, em 2001 o Brasil tinha uma frota de 24.100.000 automóveis, passando para  53.200.000 em 2018. Em 1993, segundo ele, haviam poucos celulares no país e hoje temos mais de 240.000.000 de linhas ativas. Sobre computadores, na década de 1980  havia o PC e pouco sabíamos sobre a internet e em 2018 o smarthphone já é um computador. Em 2008 havia 5.807.000 matrículas em curso superior e hoje temos 7.828.013. Uma nova realidade de pessoas conectadas com o mundo.
Oriovisto também chamou a atenção para o alto índice de desemprego no Brasil. Hoje, repetiu, a população no Brasil é de 208.8 milhões, com PEA (População Economicamente Ativa) de 104.000.000, sendo que 91.000.000 trabalham em empresas privadas e 13.000.000 no setor público. São mais de 20.000 cargos de confiança no governo federal brasileiro, enquanto nos EUA são  8 mil. Somando estados e municípios  temos mais de 100 mil cargos de confiança. Os cargos de confiança, na sua opinião, devem existir, porém em números menores.
O candidato ao Senado defende um novo Brasil. “O Brasil do futuro precisa de um combate rigoroso à corrupção, do fim dos privilégios (foro e aposentadorias especiais), leis claras, orçamento claro, gestão eficiente, produtividade, transparência e resultados práticos que cheguem até a nossa população”.

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