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sábado, 19 de maio de 2018

Privatização do banco Banestado completa 18 anos

Conta de luz fica mais cara em maio. Em apenas 5 meses, reajuste chega a 25% em alguns estados do Brasil. Com a privatização da Eletrobras estima-se que a conta pode subir em até 150%:

 Uma pergunta que não quer calar. Começou as Eleições 2018, você eleitor e servidores os Senhores são contra ou a favor das Privatizações? 

O CASO DA PROVATIZAÇÃO DO BANCO BANESTADO É UMA REFERENCIA ASSUSTADORA


17 de outubro de 2000: um dia trágico na história dos trabalhadores bancários; 18 anos de privatização do BANESTADO

O dia em que o banco Itaú arrematou o banco Banestado e a partir de então um grande número de trabalhadores bancários perderam os seus empregos sempre será lembrado como um dos maiores erros dos políticos da direita paranaense.

JÁ SÃO 18 ANOS DESDE AQUELE LAMENTÁVEL 17 DE OUTUBRO DE 2000.

Um dos mais sólidos e lucrativos bancos do país. O Banestado tinha cerca de 400 agências e 500 postos de atendimento. Contava com cerca de 15 mil funcionários e estava presente em pelo menos 370 dos 399 municípios do Paraná.
Começou a ser sucateado em 1994, início da gestão de Jaime Lerner como governador do Paraná, e culminou na privatização em 17 de outubro de 2000. Na data do leilão, havia 7.683 funcionários, 376 agências, uma média de 20,4 trabalhadores por agência.
Foi arrematado pelo Itaú por R$ 1,6 bilhão. Junto com a compra subfaturada, o Itaú também ganhou a manutenção das contas do governo por cinco anos, e ainda, 20% das ações da Copel em títulos precatórios. Já a dívida para liquidar as fraudes no banco, antes da privatização, custa R$ 1 bilhão ao ano aos cofres da população do Paraná e vai até 2026.
Dois anos após o leilão, o Itaú já havia fechado um grande número de agências, consideradas deficitárias. Nesse período, a média de demissões de funcionários oriundos do Banestado era de 10 a 15 por dia (a maioria tinha 40 anos de idade). Dos pouco mais de sete mil funcionários do banco existentes na época da privatização, em 2010, restavam somente 1,6 mil trabalhando no Itaú.
Relembrar o sucateamento do Banestado é trazer a população, principalmente os bancários, para a realidade que está se repetindo: o desmonte dos bancos públicos. Não se trata de alarmismo ou especulações, o desmonte no Banco do Brasil foi confirmado pelo golpista em exercício, Michel Temer, em entrevista concedida à Miriam Leitão, na GloboNews, exibida na noite de quinta-feira (13) de outubro.
“Um dos cortes que nós temos feito, ainda hoje, a imprensa registra um número infindável de contratações no Banco do Brasil. O Banco do Brasil está pensando em cortar uma porção de funções, de cargos que lá existem, que são absolutamente desnecessários”, disse Temer, o usurpador.
A direção do Banco do Brasil deu início ao mais radical processo de reestruturação da empresa dos últimos anos. A meta de Temer é reduzir em até 18 mil o atual quadro de 115 mil funcionários do BB, segundo matéria veiculada no jornal Correio Braziliense, na quarta-feira, 12 de outubro.
O presidente da FETEC-CUT-PR, Júnior César Dias, alerta que a situação dos bancos públicos na gestão de Temer só vai aprofundar as desigualdades do país. “A privatização ou mesmo o encolhimento dos bancos públicos terá reflexo não só na vida do trabalhador bancário, mas em toda a população”, apontou Dias.
“Serão filhos que não poderão mais cursar universidade, seja pela diminuição e privatização das públicas, seja pela falta de financiamento nas particulares; o endividamento das famílias vai crescer e não por causa de financiamentos de bens, mas só para pagar juros do crédito rotativo; a comida que comemos ficará ainda mais cara sem o financiamento da agricultura familiar; as micro e pequenas empresas vão fechar gerando ainda mais desemprego; a cultura e o esporte perderão seus principais apoiadores que são os bancos públicos; os imóveis populares deixarão de serem construídos e financiados. A história é implacável”, afirmou Dias.

Fonte: PACTU -CUT

Quais lições podemos tirar da privatização do BANESTADO?
“O papel dos bancos públicos é a regulação do sistema financeiro, o contraponto à política especulativa de juros escorchantes da banca privada. Enfim, guardiões da soberania brasileira. Olhemos para o passado recente e tomemos as devidas lições. Vamos deixar que levem mais esse patrimônio público?”  Marisa Stedile
Há 20 anos aconteciam as primeiras privatizações de bancos públicos estaduais no Brasil. Até 1997 o país possuía 30 bancos (ou Caixas) estaduais controlados pelos governos de seus respectivos estados.  A partir desse ano os governadores se desfizeram dos bancos estaduais sob a alegação que teriam mais recursos para a saúde, educação e segurança (esse argumento era expresso nos editais de leilão).
O projeto de privatização dos bancos estaduais era um sonho acalentado por autoridades monetárias desde a década de 1980 o que não foi possível pela forte presença de governadores de oposição ao governo federal (quer sejam da ditadura, quer sejam eleitos direta ou indiretamente). Os governadores de oposição burlavam a falta de repasses federais usando os caixas dos bancos estaduais para execução de políticas públicas e de infraestrutura e com isso comprometiam a solidez dessas instituições, gerando problemas para a União, que para não gerar instabilidade no sistema como um todo fazia os aportes necessários.
Em 1995 Fernando Henrique Cardoso toma posse na Presidência da República com propostas neoliberais, e nos principais estados foram eleitos governadores alinhados com o pensamento de FHC. O cenário torna-se favorável ao projeto de desestatização do sistema financeiro, começando pelo Banco do Estado do Rio de Janeiro.
Entretanto, o PROES (Programa de Incentivo a Redução do Setor Público Estadual na Atividade Bancária) custou R$ 73 bilhões aos cofres públicos, e longe de resolver o problema dos estados gerou novas dívidas, pois o programa absorveu a chamada “parte podre”, que eram os créditos de difícil recuperação ou créditos de liquidação duvidosa.  Os bancos privados ficaram com instituições totalmente saneadas e os estados com a quase impossível missão de cobrar essas dívidas, além de assumirem a conta final, que no caso do Paraná hoje chega à R$10,3 bilhões, a ser paga até o ano de 2048 em prestação de R$196 milhões/ano.
A operação de venda do BANESTADO foi uma “queima de arquivo”, como ficou evidente quando foram denunciadas ilegalidades na remessa de dinheiro ilícito ao exterior por meio de contas CC5, na famosa CPMI do BANESTADO conduzida pelo senador Antero Paes de Barros (PSDB) e relatada pelo deputado federal José Mentor (PT), cujo relatório apontou remessa ilegal de R$ 150 bilhões entre 1996 e 2002, usando os canais do BANESTADO.
O caso BANESTADO
Neste 17 de outubro completa-se 17 anos da privatização do BANESTADO, mas a votação que autorizou o processo deu-se em23 de junho de 1998, data em que a Assembleia Legislativa do Paraná votou o projeto de lei nº 238/98, apenas 16 deputados foram contra.
Devo ressaltar que o atual governador do Estado Carlos Alberto Richa votou favorável à entrega do banco. Até aquela data o banco contava com 12.886 funcionários e rede de 392 agências, com cerca de 550 mil clientes. O banco atuava no financiamento agrícola e habitacional, além de ser a única forma de acesso de muitas comunidades ao sistema financeiro.
Antes de nos reportarmos ao “caso BANESTADO” (fartamente escrito e denunciado por CPIs) é necessário que digamos que o BANESTADO era um verdadeiro celeiro da resistência bancária, berço de lideranças políticas que pontuaram a vida pública desde muito tempo.  Dado o perfil estável de seus funcionários, onde praticamente todos eram concursados, havia um sentimento fraterno, uma verdadeira irmandade entre o funcionalismo. Este sentimento não se expressava apenas nos eventos festivos, nos churrasquinhos compartilhados nas churrasqueiras que comumente ficavam nos fundos das agências, na área de estacionamento, mas estava presente nas campanhas tanto as que o banco conclamava quanto as que o sindicato convocava. Era nas greves e embates que a verve “banestadense” se manifestava. Sem medos, sem reservas, todos se uniam em busca do que era melhor coletivamente.
Os funcionários do BANESTADO sempre tiveram uma ligação muito forte com as comunidades em que estavam inseridos, tinham compromisso com a população. Mas essa união e senso de dever com a comunidade foi insuficiente para barrar os desmandos que marcaram as gestões. Alguns desses desmandos são identificados em relatórios de fiscalização do Banco Central, tais como a concessão de crédito a uma empresa de Sergipe que obteve R$3,5 milhões do banco sem ter cadastro e com garantias falsas, cujo “objetivo” declarado era a compra de uma frota de caminhões, o que nunca ocorreu. Para se ter uma ideia, entre 1998 e 1999 foram examinadas operações concedidas a 162 clientes, sendo que 93% dessas operações continham irregularidades.
Após 17 anos cabe perguntar:
– Os envolvidos na remessa ilegal de dinheiro ao exterior por meio do BANESTADO responderam criminalmente? Não! O valor movimentado chegou a 134 bilhões de dólares, o juiz foi Sérgio Moro, o doleiro Alberto Youssef, o Procurador era Celso Três, e o delegado da PF era José Castilho. Políticos, empresas de comunicação, grandes empreiteiras e executivos envolvidos, as penas prescritas e ninguém preso.
– O Estado melhorou a educação? Não! Pelo contrário, o orçamento da educação está congelado por 20 anos, a previdência dos servidores foi arrombada e os professores massacrados literalmente com bombas e balas de borracha.
– O Estado melhorou a saúde? Não! O cidadão é empurrado para “planos de saúde” populares, o governo aprova a terceirização contratando ONGs e OSCIPs sem licitação.
– O Estado melhorou a segurança pública? Não! Curitiba tem um dos maiores índices de violência entre as cidades desenvolvidas do país. Piraquara fica na 8° colocação entre as cidades mais violentas do Brasil.
– Os grandes devedores (tomadores de crédito) pagaram o que deviam ao BANESTADO? NÃO! Em 2013 havia 1.243 somando R$ 1.5 bilhão em contratos devedores (entre pessoas físicas e jurídicas), 66 delas eram inferiores a 45 mil reais e as dívidas foram perdoadas. As dívidas acima desse valor poderiam ter descontos de até 50%.
– Quem financia programas habitacionais? A CAIXA.
– Quem financia a agricultura? O BANCO DO BRASIL.
Em 2017 apresenta-se ao povo brasileiro um governo ilegítimo, pois sem o voto popular, que traz consigo velhos nomes da velha política privatista, que pretende dar sequência ao antigo programa interrompido em 2003 com a eleição de Lula. O governo petista retomou o papel desenvolvimentista do Estado brasileiro, para isso a Caixa e o BB desempenharam papéis fundamentais.  O papel dos bancos públicos é a regulação do sistema financeiro, o contraponto à política especulativa de juros escorchantes da banca privada. Enfim, guardiões da soberania brasileira. Olhemos para o passado recente e tomemos as devidas lições. Vamos deixar que levem mais esse patrimônio público?
Marisa Stedile – diretora da FETEC/CUT PR e ex funcionária do BANESTADO





Corrupção
O secretário Reinhold Stephanes, do Planejamento, iniciou sua exposição lembrando que acompanhou de perto a privatização do Banestado, pois foi indicado para comandar o processo de saneamento do banco antes de sua venda. Segundo ele, de 1995 a 1998 foi o período que concentrou a grande parte das irregularidades no banco, época em que também começaram a vir a público as dificuldades financeiras da instituição. ?Mais da metade das operações financeiras realizadas entre 1995 e 1998 eram irregulares e boa parte apresentava altos indícios de corrupção?, revela.
Entre os vários exemplos de irregularidades constatadas, Stephanes cita o desvio de mais de R$ 300 milhões do Banestado Leasing para empréstimos a grupos políticos de Sergipe e a grupos frotistas, sem garantia. Ele também lembra de recursos para a construção de um shopping no interior do Estado cuja garantia era o próprio shopping, tudo sem contrato registrado. ?Uma grande loja nacional de departamentos recebeu empréstimo de R$ 35 milhões quando o Banestado já estava em processo de pré-falência?, denuncia o secretário do Planejamento.
Precatórios
Quanto aos precatórios, Stephanes lembra que a Secretaria do Tesouro Nacional, o Banco Central e o Senado aprovaram que Guarulhos, Osasco, Pernambuco, Alagoas e Santa Catarina emitissem esses títulos para o pagamento de dívidas e o Banestado, que já estava em processo de pré-falência, teve que adquiri-los no valor de R$ 500 milhões. Assim, o Paraná teve que assumir esses precatórios com a promessa de pagar ao Banestado, dando ações da Copel como garantia, mesmo sabendo que o Estado não poderia honrar esse compromisso.
Hoje, os títulos valem R$ 1 bilhão. Alagoas fez um acordo com o Governo Lerner e pagou R$ 170 milhões, mas o Paraná ficou devendo para o Itaú o valor de face mais as taxas que incidiam sobre ele.
?O Paraná não pode honrar essa dívida, quer pelo histórico do caso, quer pelo volume dessa dívida, quer pelas ações judiciais que estão tramitando?, afirma Stephanes. Segundo ele, a solução é simples e técnica, podendo ser negociada pela Secretaria do Tesouro Nacional, pela Secretaria de Fazenda do Estado e todos os demais envolvidos.
Contas CC5
Durante seu relato, Stephanes lembrou que outras duas preocupações na época eram as chamadas contas CC5 e a abertura de contas fantasmas para lavagem de dinheiro. Os primeiros sinais de dificuldades financeiras do Banestado apareceram em 96, mas foram ?maquiadas? no balanço do banco, conta o secretário, criticando o Banco Central pela falta de fiscalização.
A situação se agravou em 97, quando o Banestado começou a operar no interbancário e os prejuízos tornaram-se públicos. Foi quando começaram as negociações para a privatização. ?O Banco Central impôs que o Governo do Estado injetasse 50% dos recursos necessários para recuperar o banco ou que a instituição fosse privatizada?, conta.
Má administração
Em junho de 1998 o Estado assinou o acordo de privatização, mas nem o Banco Central, nem o Ministério da Fazenda aceitavam que os administradores do Banestado permanecessem. Em janeiro de 1999, Stephanes recebeu a proposta para sanear o banco até que ficasse em condições de ser privatizado. Ele conta que em 1999 e no primeiro semestre de 2000 o banco deu lucro, o que leva à conclusão de que era mal administrado.
No processo de privatização, havia muitas instituições interessadas na compra, inclusive estrangeiras. ?Nossa intenção era esperar um pouco mais para que pudéssemos obter ofertas melhores. No entanto, o Governo do Estado tinha pressa e tudo foi aprovado rapidamente?.
Parte de uma matéria realizada no Jornal  Tribuna do Paraná 

Alguem lembra do Banestado (Banco do Estado do Parana), qual a importancia da informacao contabil como prevencao dos inumeros crimes tributarios naquela corporacao?





Banestado recebe última parcela de ajuda para privatização








https://www.folhadelondrina.com.br/geral/banestado-recebe-ultima-parcela-de-ajuda-para-privatizacao-br-font-size-239430.html







Petroleiros e Eletricitarios JUNTOS contra a PRIVATIZAÇÃO da Petrobras e da Eletrobras. GREVE 28 29 30 de Maio


Aula pública em Samambaia destaca impactos da privatização da Eletrobras




Governadores apresentam carta aberta contra privatização da Eletrobras

Governadores da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte se reuniram no Palácio do Campo das Princesas nesta sexta-feira










Vídeo aponta ameaça de privatização da Caixa



Governo desiste da proposta de privatização dos Correios, diz Kassab. A TÁ.......................



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