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sexta-feira, 15 de junho de 2018

Deputados Machistas tentam detonar Cida Borghetti na ALP

Os mais observadores observaram com atenção os ataques subliminares de alguns Deputados Estaduais da Assembleia Legislativa do Paraná contra a Governadora Cida Borghetti está semana.

Os machistas não admitem a primeira mulher no poder como Governadora do Paraná. 90% das mulheres do Paraná não aceitam tal perseguição. Estás mesmas mulheres tem influência 100% nós homens do Paraná.

Deputados desinformados e atrasados no que acontece no Paraná partiu para o ataque. Nós corredores da ALP todos dizem os  " cara " estão dano um tiro no pé. Vão ser DERROTADOS nas urnas com estás atitudes machistas contra a Cida. Não só refente o veto do ISMS como a primeira Governadora mulher incomoda eles disse uma das colaboradoras da ALP. Eles acham humilhante uma mulher no poder e eles não estarem. Cida sempre foi uma combatente pelo direito das mulheres não na divisão do poder mais para somar com os homens no poder. Tem Deputados que escondem suas mulheres, só eles aparecem, elas são cornei rinhas dos caprichos sexuais apenas deles disse uma ex assessora de um  ex Deputado derrotado. Observem tem mulher de Deputado que quando aparece só de boca fechada.

Apesar de apresentar um crescimento significativo desde 1990, as mulheres ainda são minoria na política brasileira. A justificativa para o fato, segundo a pesquisadora Fabrícia Pimenta, mestre em Ciência Política pela UnB (Universidade de Brasília) e doutoranda em História na linha de pesquisa “Estudos Feministas e de Gênero”, é de que as mulheres ainda sofrem preconceito.
“Há preconceito, com certeza. Contudo, a arena política, tradicionalmente vista como local de debates arraigados de valores patriarcais, tem sido, aos poucos, conquistado pelas mulheres. De um modo geral, já se pode falar da visibilidade, ainda que diminuta, feminina nos processos eleitorais, atividades no Parlamento, no aparelho estatal; enfim, no campo político brasileiro.”
Para Pimenta, o Brasil está preparado para ter uma mulher na Presidência da República. “Creio que existem mulheres capacitadas para assumir a Presidência da República, contudo, caso uma mulher seja eleita para o cargo máximo do Executivo brasileiro, espera-se que ela aja com justiça social e igualdade, apresentando uma série de desafios urgentes que precisam ser enfrentados pela sociedade e pelo Estado, visando assegurar a concretização do que já foi conquistado pelas mulheres e buscando o que ainda falta alcançar.”
A especialista ainda explicou as diferenças entre um homem e uma mulher na política brasileira. “No estudo A Mulher Brasileira no Congresso Nacional , Fanny Tabak afirmou que, geralmente, as mulheres que se inserem na vida política têm um baixo senso de eficácia e isso acarreta menor defesa de seus interesses. Segundo a autora, essas representantes defendem mais assuntos ligados à vida local que a nacional e são mais conservadoras. Para ela, são inúmeros os fatores que explicam a baixa participação feminina na arena política, dentre os quais os mais importantes são os padrões diferenciais de socialização política, as regras institucionais e as estruturas do Estado definidoras dos códigos culturais de representação .”
Em 1996, o Congresso Nacional instituiu o sistema de cotas na Legislação Eleitoral -que obrigava os partidos a inscreverem, no mínimo, 20% de mulheres nas chapas proporcionais. No ano seguinte, o sistema foi revisado e o mínimo passou a ser de 30%.
“Embora os movimentos feministas lutem pela paridade, ou seja, que as cotas sejam de 50%, esse percentual de 30% representa um ganho político quando consideramos a composição misógina da sociedade brasileira e a relações patriarcais que perpassam toda sua estrutura. O sistema de cotas obrigatórias para mulheres é um instrumento juridicamente consagrado em diversos países da Europa, África e América Latina”, afirmou Pimenta.
Para a especialista, o sistema de cotas é um passo importante na história da participação das mulheres na esfera política. No entanto, segundo ela, o sistema não garante à mulher acesso ao poder, já que não há uma punição aos partidos que não cumprirem a regra.
“Considero este um passo importante na história da participação das mulheres na esfera política, pois alguns partidos passaram a fazer campanhas de filiação para atrair candidatas e forçou os partidos a incorporar em seus discursos algumas questões femininas. Entretanto, faço uma observação em relação ao sistema de cotas: este não garante às mulheres um real acesso ao poder, já que os partidos não recebem nenhuma sanção caso não atinjam o percentual estabelecido.”

Desde o início da humanidade a política vem sendo um instrumento essencial para que nos organizemos e nos coloquemos como seres ativos e pensantes, o que é claro acaba por nos tornar diferentes de todos os seres vivos. Também temos que reconhecer que desde o início da humanidade são os homens que possuem a preferência para estar no poder e cuidar de assuntos que se referem a vida pública, pois estes são considerados mais aptos para tomar decisões que privilegiem a racionalidade e não a emoção, que rege as decisões da mulher de acordo com a tradição que possuímos.


Segundo o pensamento do filósofo moderno Hegel, as mulheres não poderiam governar como os homens “que agem sempre sabiamente”, mas poriam o governo em risco por tomar atitudes mais emocionais, por assim dizer. Diferentemente do pensamento hegeliano outro filósofo que influenciou por demasiado a tradição ocidental, conhecido como Platão, afirmava que as mulheres possuíam a mesma condição que os homens para governar, pois eram dotadas da mesma racionalidade e só precisariam ser instruídas assim como os homens.
Muitas vezes quando nos deparamos com mulheres a frente de uma organização, empresa, escola ou qualquer outra instituição percebemos que muitos ficam receosos sobre a forma como está atuará, se esta mulher que parece que aos olhos da sociedade sempre é frágil, conseguirá governar com pulsos firmes. Há alguns dias atrás me deparei com uma situação que me levou a refletir sobre a forma como muitos veem ainda as mulheres, como ainda permanece um pensamento antiquado e machista que percebe as mulheres como o segundo sexo, como disse Simone de Beauvoir. A colocação de uma mulher à frente da administração de uma instituição gerou polêmicas, pois muitos ficaram preocupados se ela agiria firmemente em suas decisões assim como o antigo administrador, afinal de contas ela era uma mulher! Sim! Esse tipo de pensamento ainda está presente em muitos apesar de as vezes não acreditarmos que isso ainda pode existir, esse preconceito contra a capacidade da mulher.
Não raramente nos deparamos com esse tipo de situação e muitas vezes nem sequer paramos para refletir, e até mesmo nós mulheres em alguns momentos nos pegamos fazendo julgamentos machistas contra nós mesmas e isso precisa de muita atenção, pois somos nós que devemos mostrar o quão somos capazes de sermos as melhores naquilo que fazemos, afinal possuímos capacidades que muitos homens não possuem e que talvez sejam o diferencial exigido para se governar. A força que habita e sempre habitou em cada uma das mulheres e indescritível, e a sua capacidade de cada vez mais superar-se é surpreendente, e nos torna capazes de sermos sim boas governantes, administradoras e ativas na vida pública para promover a diferença que muitos antiquados querem ver, mas ainda não conseguiram promover.
O machismo e o preconceito contra a mulher ainda são os principais motivos que atrapalham o empoderamento do sexo feminino nas empresas. Pesquisa do Data Popular aponta que 78% dos homens avaliam como normal a mulher para de trabalhar para cuidar da família. Por outro lado, 54% do público masculino sente vergonha de outra pessoa do mesmo sexo que deixa o mercado formal para cuidar dos filhos e do lar.


Na avaliação do presidente do Data Popular, Renato Meireles, apesar de as mulheres ganharem destaque no mundo corporativo, na maioria das companhias ainda existe uma cultura de machismo que impera nas relações de trabalho. Conforme ele, isso fica claro na medida que as diferenças salariais entre os sexos masculino e feminino são maiores de acordo com o nível de renda. “Nas classes A e B a diferença no contracheque entre homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo é maior do nos extratos populacionais C e D”, destacou.

Para piorar a situação, a pesquisa do Data Popular indica que um terço dos homens acha constrangedor ser chefiado por uma mulher. Apesar das disparidades, Meireles destacou que esse assunto começa a deixar de ser um tabu nas empresas e nas universidades para que mudanças na cultura das organizações possam criar uma equidade entre homens e mulheres no mercado de trabalho. “Isso precisa mudar, uma vez que não há uma justificativa para que existam essas diferenças salariais. A cultura do machismo é grande e precisa ser desmistificada”, completou.

Cida Borghetti PP vai enfrentar de cabeça erguida todos os ataques subliminares e perseguições disfarçadas de lutas coletivas de políticos macistas e despreparados.







A vice-governadora do Paraná, Cida Borghetti, foi homenageada pela Associação Comercial do Paraná (ACP) nesta quarta-feira (8). Cida recebeu a 22ª edição do prêmio “Mulher Simplesmente Mulher” das mãos do presidente da ACP, Gláucio Geara, e da coordenadora do Conselho da Mulher Empresária e vice-presidente da Associação, Maria Cristina Coutinho.
O prêmio, entregue todos os anos no Dia Internacional da Mulher, é o reconhecimento da ACP às mulheres que se destacam em suas áreas e contribuem para o desenvolvimento do Paraná. 
Cida Borghetti destacou o papel das mulheres na geração de renda e no desenvolvimento do Estado. “A força feminina foi fundamental na expansão da economia paranaense, sobretudo no Interior. E hoje, por meio de mulheres empreendedoras, é responsável por boa parte das riquezas do Estado”.

CONSELHO - O conselho da ACP reúne mulheres executivas, empresárias, profissionais liberais e prestadoras de serviço, além de mulheres interessadas em ingressar no mercado de trabalho
Fundada em 1890, a Associação Comercial do Paraná é um das entidades do setor produtivo mais representativas do Estado. Está presente em todas as regiões do Estado com escritórios próprios em Londrina, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu, Paranaguá e parcerias com entidades locais. Atualmente, a entidade conta com mais de 30 mil associados diretos e indiretos.



"O machismo está presente como um todo, ainda na sociedade, nos partidos, dentro de casa, nos sindicatos. Ele está presente em todas as relações sociais. As mulheres que chegam para participar das eleições já entram numa concorrência desigual. As que têm as mesmas condições financeiras e de apoio à candidatura, como os homens, são poucas. E aí reflete no resultado das eleições". Com punhos de aço a Governadora Cida Borghetti PP já está provando que mudar isso é possível e ela no pode está quebrando este paradigma. 

 Mas e na política, ainda temos um espaço fechado entre os homens? Não, isso vem mudando, e a participação política das mulheres é prova disso, seja como eleitoras (desde a década de 1930), seja como candidatas a cargos públicos, mas tal mudança ocorre a passos lentos. Porém, mesmo que ainda tímida, a presença cada vez maior de candidatas é algo fundamental para o fortalecimento da democracia, afinal, a representatividade feminina é extremamente necessária quando pensamos nas lutas pelos direitos das mulheres em um contexto no qual, como se sabe, ainda há muito preconceito, exclusão e violência contra elas. Ao apontarmos que dentre os eleitores no Brasil as mulheres são maioria (pouco mais de 51,7% do total, segundo o governo federal), certamente este é um aspecto explorado pelos candidatos (ou candidatas) na tentativa de arregimentar esse voto feminino. Mais do que isso, é um indício de que há a necessidade de atenção para essa parcela considerável da população, ainda mais em se tratando de uma sociedade que busca se fortalecer enquanto democracia. Esta, por usa vez, já há algum tempo vem se consolidando, e uma participação maior das mulheres vai ao encontro disso.

O papel social da mulher e sua posição na sociedade brasileira ainda são permeados de contradições. Em termos quantitativos, basta analisarmos alguns dados apresentados pelo governo, observando-se que a participação das mulheres na Câmara dos Deputados é de 9% e, no Senado, de 10% do total. Além disso, o número de governadoras de estado também ainda é muito pequeno.



A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, voltou a falar do machismo e do preconceito de gênero como um dos pilares que sustentam a violência contra a mulher.

“Eu sei que o preconceito é difícil de passar, ainda é grande, e eu falo de cátedra. Eu não preciso do testemunho de ninguém para saber que há preconceito contra a mulher. Tem contra mim. Claro que a manifestação contra mim, enquanto juíza do STF, é diferente de uma mulher que não tem um trabalho, uma independência financeira, independência psicológica ou que não tem condições de uma formação intelectual, mas ele [preconceito] existe contra mim e é exercido, ainda que não dito. Também não preciso de ninguém para me lecionar isso”, disse a ministra que também é presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A declaração foi dada na manhã de hoje (18/8) durante a abertura da XI Jornada Maria da Penha, no Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA). Durante a fala de abertura, a ministra Cármen Lúcia explicou a importância da Justiça não somente como órgão punitivo, mas também para promover a paz e quebrar o ciclo de inimizades e de violência. Ela defendeu a implantação da Justiça Restaurativa na Lei Maria da Penha.

“Alguém que teve sua filha assassinada pelo parceiro terá a situação em que famílias que eram amigas se tornem inimigas. Há de ter alguém que promova essa pacificação, porque o júri tem de acontecer, a punição tem de acontecer, nos termos da lei. Mas a inimizade, no sentido de formar inimigos, não promove justiça em nenhum lugar do planeta”, argumentou, acrescentando que “uma sociedade de inimigos é uma sociedade sem chances de dar certo”.

Justiça Restaurativa
A Jornada Maria da Penha está na 11ª edição no TJBA e a principal discussão é a inclusão das ações da Justiça Restaurativa no âmbito da Lei Maria da Penha, já que é aplicada em outros âmbitos judiciais, e a assistência às vítimas e parentes que passam por situações de violência doméstica. Segundo o TJBA, a Justiça Restaurativa “trabalha a partir dos valores das pessoas, dos seus sentimentos e da possibilidade de transformação do conflito, buscando valorizar o ser humano”.

Para a juíza da Segunda Vara de Justiça pela Paz em Casa Ana Cláudia Souza, é importante negar o pensamento de que a Justiça Restaurativa pode desencorajar a vítima ou propor que ela concilie com o agressor.

“Na Vara da Paz em Casa, a Justiça Restaurativa não objetiva extinguir o processo, ele vai seguir. Mas a gente visa restaurar as pessoas, para evitar que em outros relacionamentos e situações, esses episódios de violência voltem a ocorrer. A gente não quer que a vítima desista e volte atrás, até porque não temos como assegurar que vai dar certo. Queremos que a vítima se fortaleça, se conscientize e que não aceite novos episódios, seja com o mesmo agressor ou com outro”, explicou a titular da Segunda Vara de Justiça Pela Paz em Casa, de Salvador.

Justiça Pela Paz em Casa
A Jornada Maria da Penha e a participação da ministra Cármen Lúcia marcaram, também, a abertura da Terceira Vara de Justiça Pela Paz em Casa, na capital baiana. O espaço será instalado em uma universidade privada e tem o objetivo de desafogar os mais de 10 mil processos que se acumulam nas duas varas que já existem em Salvador.

O evento de hoje acontece dias antes da Semana de Mobilização Pela Paz em Casa, que está na oitava edição, na Bahia, e ocorrerá entre os dias 21 e 25 de agosto, em todo o país. A proposta é que juizados especializados em violência doméstica ampliem a efetividade da Lei Maria da Penha – que completa 11 anos – com julgamentos e a concessão de medidas protetivas às vítimas. Em março deste ano, a última edição do projeto conseguiu realizar oito mil audiências e julgamentos de processos relativos à violência doméstica contra a mulher, o que resultou em mais de sete mil sentenças judiciais e concessão de dez mil medidas protetivas.

Atualmente, no estado da Bahia, tramitam 26,7 mil processos relativos à violência de gênero, segundo o TJBA. Para dar conta de todos os trâmites, o estado conta com seis varas especializadas, nas cidades de Feira de Santana, Camaçari, Juazeiro e Vitória da Conquista. Em todo o Brasil, mais de um milhão de processos ligados à violência contra a mulher ainda aguardam resolução. Esse tipo de violência pode ser denunciado por qualquer pessoa, pelo telefone 180 ou em qualquer delegacia, preferencialmente nas Especializadas no Atendimento à Mulher (Deam).

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