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quarta-feira, 6 de junho de 2018

Eleições 2018 Paranaenses são contra Privatização da Copel e da Sanepar

Este é um patrimônio dos Paranaenses e a população é contra a venda a privatização defendida por alguns candidatos nas eleições 2018. 

Enquanto outros pré candidatos são a favor da venda privatização  da Copel e da Sanepar a Cida Borghetti (PP), governadora disse: 

“Não. Isso [privatização] está fora de cogitação. Copel e Sanepar são duas companhias reconhecidas internacionalmente. Os números de ambas são positivos e ajudam o desenvolvimento do estado.”

Privatização ronda Sanepar e Copel no Paraná


Sindicatos de trabalhadores, partidos e movimentos sociais prometem tomar a Boca Maldita, em Curitiba, em protesto contra as privatizações da Copel e Sanepar.

A manifestação já foi feita outras vezes pela  “Frente Brasil Popular”, e reforçada por outros fóruns do campo da esquerda a exemplo da “Frente Povo Sem Medo”.

Manifesto ao Povo Brasileiro – Frente Brasil Popular
Vivemos um momento de crise. Crise internacional do capitalismo, crise econômica e política em vários países vizinhos e no Brasil.
Correm grave perigo os direitos e as aspirações fundamentais do povo brasileiro: ao emprego, ao bem-estar social, às liberdades democráticas, à soberania nacional, à integração com os países vizinhos.
Para defender nossos direitos e aspirações, para defender a democracia e outra política econômica, para defender a soberania nacional e a integração regional, para defender transformações profundas em nosso país, criamos, em Conferência Nacional, a Frente Brasil Popular.
Somos milhares de brasileiros e brasileiras de todas as regiões do País. Cidadãos e cidadãs, artistas, intelectuais, religiosos, parlamentares e governantes, assim como integrantes e representantes de movimentos populares, sindicais, de partidos políticos e pastorais, de indígenas e quilombolas, de negros e negras, do movimento LGBTT, das mulheres e da juventude.
Nossos objetivos são:
1- Defender os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras e buscar melhorias nas condições de vida, emprego, salário, aposentadoria, moradia, saúde, educação, terra e transporte público.
Lutamos contra o atual ajuste fiscal e contra todas as medidas que retiram direitos, eliminam empregos, reduzem salários, elevam tarifas de serviços públicos, estimulam a terceirização, ao tempo em que protegem a minoria rica. Defendemos uma política econômica voltada para o desenvolvimento, com distribuição de renda.
Lutamos contra a especulação financeira nacional e internacional, que transfere para uma minoria, por vias legais ou ilegais, por meio da corrupção e de contas bancárias secretas, parte importante da riqueza produzida pelo povo brasileiro.
Lutamos por uma reforma tributária que, por meio de medidas – como o imposto sobre grandes fortunas e a auditoria da dívida – faça os ricos pagarem a conta da crise.
2- Ampliar a democracia e a participação popular nas decisões sobre o presente e o futuro de nosso País.
Lutamos contra o golpismo – parlamentar, judiciário ou midiático – que ameaça a vontade expressa pelo povo nas urnas, as liberdades democráticas e o caráter laico do Estado.
Lutamos por uma reforma política soberana e popular, que fortaleça a participação direta do povo nas decisões políticas do País, garantindo a devida representação dos trabalhadores, negros e mulheres. Por uma reforma política que impeça o sequestro da democracia pelo dinheiro e proíba o financiamento empresarial das campanhas eleitorais.
Lutamos contra a criminalização dos movimentos sociais e da política; contra a corrupção e a partidarização da Justiça; contra a redução da maioridade penal e o extermínio da juventude pobre e negra das periferias; contra o machismo e a homofobia; contra o racismo e a violência, que matam indígenas e quilombolas.
3- Promover reformas estruturais, para construir um projeto nacional de desenvolvimento democrático e popular: reforma do Estado, reforma política, reforma do Poder Judiciário, reforma na segurança pública, com desmilitarização das Polícias Militares; democratização dos meios de comunicação e da cultura; reforma urbana, reforma agrária; consolidação e universalização do Sistema Único de Saúde (SUS); reforma educacional e reforma tributária.
Lutamos pela democratização dos meios de comunicação de massa e pelo fortalecimento das mídias populares, para que o povo tenha acesso à informação plural, tal como exposto na Lei da Mídia Democrática.
4- Defender a soberania nacional. O povo é o dono das riquezas naturais, que não podem ser entregues às transnacionais e seus sócios.
Lutamos em defesa da soberania energética, a começar pelo Pré-Sal. Pela Lei da Partilha, pela Petrobrás, pelo desenvolvimento de Ciência e Tecnologia, pela Engenharia. Enfim, por uma política de industrialização nacional!
Lutamos em defesa da soberania alimentar e em defesa do meio ambiente, sem o qual não haverá futuro.
Lutamos contra as forças do capital internacional, que tentam impedir e reverter a integração latino-americana.
Convidamos a todas e todos que se identificam com essa plataforma a somarem-se na construção da Frente Brasil Popular.
O povo brasileiro sabe que é fácil sonhar todas as noites. Difícil é lutar por um sonho. Mas sabe, também, que sonho que se sonha junto pode se tornar realidade.
Vamos lutar juntos por nossos sonhos!
Viva a Frente Brasil Popular!
Viva o povo brasileiro!
Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, Setembro de 2015.
Frente Brasil Popular
Portanto, deveremos ser cautelosos ao tratarmos desse tema e continuemos defendendo a manutenção da COPEL, SANEPAR e demais empresas públicas prestadoras de serviços essenciais à população nas mãos dos paranaenses e sob o domínio do estado, com melhorias tanto nos serviços prestados ao povo paranaense, quanto nas condições de trabalho, vida e saúde daqueles que são os principais responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento dessas empresas, seus quadros de trabalhadores!


O pré candidato Edinho Vieira  PSD é a favor da privatização, da venda da Copel e da Sanepar em seu Facebook ele postou um comentário que revoltou os Paranaenses.


Privatizar é Combater a corrupção! e diminuir o Estado.
O Estado Brasileiro e seus governantes precisa entender que a salvação da economia nacional é abrir mão, privatizando atividades e estatais cujas características próprias são da atividade empresarial, isto é, da iniciativa privada.
E concentrar suas atividades em ações sociais, centrando esforços em segurança, educação, saúde.
TEMOS QUE DEFENDER UM ESTADO MENOR E MAIS EFICIENTE!
O Estado deve se concentrar em questões sociais, deixando para a iniciativa privada as demais atividades.
O liberalismo econômico é uma doutrina que indica, entre outras questões, que a maioria das decisões econômicas seja tomada pelos indivíduos e não por organizações coletivas. É deixar que as leis de mercado opere sem sua plenitude.
“O Estado não deve se meter na vida das pessoas. O Estado tem que regulamentar determinadas atividades, mas tem que deixar livre aquele que produz a riqueza, que é o trabalhador que acorda as cinco da manhã para trabalhar, e também os empresários que empregam esses trabalhadores” Ratinho Jr.
O Estado tem que diminuir de tamanho, investir em produtividade e trabalhar por indicadores. Mas o Estado esta muito inchado, e vem crescendo de tamanho, dia a dia.
“Por que o Paraná precisa ter uma empresa de gás? Uma empresa com altos cargos, com conselheiros ganhando entre 40 e 50 mil no mês. Estou dando um exemplo, mas acredito que temos que vender a Compagás.” Ratinho Jr.
Portanto, hoje e amanha pagaremos um preço alto por não estarmos trilhando o caminho da eficiência pública.
A “lava jato” é um dos exemplos de como um Estado que não tem foco. Atende interesses de pequenos grupos que querem se perpetuar no poder.
No cenário atual é imperativo que o Estado reduza seus gastos e não continue com o aumento de tributos. Nenhum cidadão, nenhuma empresa, ninguém suporta mais uma elevação dos tributos. Mesmo com as amarras dos chamados gastos vinculados é possível enxugar a máquina pública.
Um bom começo é a revisão do número de ministérios.
Além de reduzir gastos é preciso um melhor controle da aplicação dos recursos.
Falta gerenciamento. Observem o caso da saúde, que, mesmo com recursos vinculados à arrecadação, é incapaz de aperfeiçoar o atendimento ao público, observando a falta de material de toda ordem. Isso vale para outros segmentos fundamentais.
Um País sério não pode ficar a mercê de “iluminados” que assumem o poder e entendem que tudo pode. Um Estado mais enxuto diminui a corrupção, à medida que, se ela dificilmente deixará de existir, ao menos terão menos recursos para manobrar.
Eficiência, eficácia, produtividade, menores gastos, concentração em atividades sociais, resgate de confiança, valorização do setor produtivo são palavras chaves para sairmos do marasmo em que estamos.
Lutemos por um Estado menor!
Se é impossível se pensar nisso para o governo federal, que pensemos ao menos em nosso estado. Pois com certeza
Teremos um estado pra se sentir orgulho.


SINDICATOS IRÃO À ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA CONTRA PRIVATIZAÇÃO DA COPEL








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