Arquivo do blog

Theme Support

comunidade

Unordered List

esporte

Recent Posts

Tecnologia do Blogger.

Colombo

Postagem em destaque

AMAPAR promove o 3° Encontro de Gestão Judiciária Sustentável

Facebook A Associação dos Magistrados do Paraná - AMAPAR convida seus associados e a comunidade jurídica para o 3° Encontro de Gestã...

Pesquisar este blog

Geral

Binho - Aviário

Binho -  Aviário

Flickr Images

Cultura

About us

About us

Flickr Images

terça-feira, 10 de julho de 2018

Cida Borghetti PP pode ser a primeira Governadora mulher eleita no Paraná

Eleições 2018 já está começando e o Paraná poderá ter a primeira Governadora eleita no Paraná. Cida que em duas pesquisas registradas foi a única que cresceu já caiu no gosto dos Paranaenses.  No Paraná nunca tivemos uma mulher Governadora Lista de governadores do Paraná apenas homens administraram o Paraná. Governadores do Estado do Paraná - Maçons. Nestas duas listas podemos comprovar tudo isso. Cida Borghetti PP quebrando está tradição. Curiosamente na Prefeitura de Curitiba também nunca tivemos uma Prefeita Mulher Relação dos Prefeitos de Curitiba .

Quem foi: Zacarias de Góis e Vasconcelos

Foto: Galeria do Salão dos Governadores do Palácio Iguaçu, reproduzida por Simone Fabiano.

Foi o primeiro Presidente da Província do Paraná - cargo equivalente ao de Governador

Primeiro Presidente da Província do Paraná 
10/12/1853 - 03/05/1855. 
Zacarias de Góis e Vasconcelos nasceu na Bahia, em 5 de novembro de 1815, se formou em Direito pela Faculdade de Recife e pela Academia de Olinda se tornou Doutor. Foi professor por alguns anos, mas quando ingressou na política deixou a profissão de lado. Durante sua trajetória, ficou conhecido por suas práticas e crenças liberais. 



Seu nome, Maria Aparecida, é fruto de sua primeira vitória na vida. Ela nasceu com menos de sete meses, cinco horas depois de um acidente envolvendo um ônibus em que sua mãe, grávida, viajava com seus dois irmãos. Primeiro ela ganhou o nome, depois o apelido que se tornaria famoso. E Nossa Senhora Aparecida uma capela à beira da estrada que Cida visita até hoje.
Nesta conversa com a VIVER Curitiba, ela falou sobre como conheceu seu marido, o deputado federal reeleito Ricardo Barros, sobre a eleição da filha, Maria Victoria, e sobre como se tornou referência quando o assunto é saúde da mulher. Essa é a melhor forma de descrever Cida Borghetti. Simples, prática e comprometida com sua missão pública.

COMO FOI SUA INICIAÇÃO POLÍTICA?
Aprendi em casa com meu pai, o saudoso e querido Ivo Borghetti, um getulista de carteirinha, filho de italianos e nascido na cidade de Garibaldi no Rio Grande do Sul. Ele nos ensinou sempre a respeitar a classe política e, se não satisfeitos, que nós não reclamássemos, que fizéssemos melhor.


E QUAL FOI SUA PRIMEIRA PARTICIPAÇÃO POLÍTICA, EFETIVAMENTE?
Eu sou militante desde a minha juventude. Naquela época, o governador era o Ney Braga, que incumbiu a meu irmão, José Roberto Borghetti, a Juarez Moraes, Renato Follador, Marcos Isfer, Nemécio Mueller e tantos outros jovens idealistas a missão de formar o PDS Jovem no Paraná. Quando meu irmão me chamou para compor esse grupo, eu entrei numa Kombi, fui para os bairros, para as ruas e nunca mais saí.


NUM MOMENTO TÃO DELICADO DA POLÍTICA NACIONAL, COM TANTOS ESCÂNDALOS, QUAL A MELHOR RESPOSTA QUE SE PODE DAR À POPULAÇÃO?
Com certeza é fazer acontecer. O país vive um momento muito delicado com a corrupção, os desvios, e não podemos concordar com isso. A nossa missão é trabalhar intensamente para que a infraestrutura, a educação e a saúde realmente cheguem à população. A melhora na qualidade de vida das pessoas é a nossa maior resposta.

HOUVE ALGUM EPISÓDIO NA SUA VIDA QUE LHE DESPERTOU PARA O CUIDADO COM A PREVENÇÃO E A SAÚDE?
Quem conhece a minha trajetória de vida sabe o que eu já enfrentei e minha preocupação com a saúde das mulheres. Eu tive câncer do cólo do útero e acredito que é fundamental preservar a saúde da mulher. A falta da mulher, da mãe, desestrutura toda a família. Trabalhando para que as pessoas não fiquem doentes, você inclusive diminui os custos com a saúde pública.

E SEU TRABALHO NO COMBATE AO CÂNCER DE MAMA?
Comecei a trabalhar essa política ainda no meu primeiro ano como deputada estadual, quando recebi uma comitiva de mulheres que haviam passado pelo câncer de mama. Vitoriosas como a Tânia Mary Gomez, que resolveram me procurar para descobrirem como poderiam fazer a diferença.

QUAL FOI O PRIMEIRO PASSO?
Achei que a melhor maneira de avançar na prevenção era envolvermos a sociedade e trazermos essa discussão para perto das famílias. Instituímos no calendário oficial do Paraná o dia 27 de novembro como o Dia de Luta e Prevenção Contra o Câncer de Mama, seguindo a simbologia do laço cor-de-rosa. Depois, como deputada federal, conseguimos fazer isso no Brasil inteiro. Passo a passo as coisas foram evoluindo e tudo isso não ficou só na lei.

COMO ASSIM?
Conversei com o secretário de Saúde, Michele Caputo Neto, e com o mastologista Dr. Vinicius Milani Budel que havia um recurso federal que poderíamos enviar para o Estado para aquisição de um mamógrafo por cidade. Eles destacaram que seria melhor utilizar a verba para criar quatro centros de diagnóstico referência, 100% gratuitos e com equipamentos modernos. Comecei a estudar e destinei esse recurso, e hoje o Paraná já conta com três centros de diagnóstico para a prevenção e o tratamento do câncer de mama (Maringá, Londrina e Cascavel) e posteriormente terá em Curitiba.

COMO É A SENSAÇÃO DE SER MÃE DE UMA DEPUTADA ESTADUAL?
O maior presente que Deus poderia ter me dado que foi a Maria Victoria. Ela sempre foi muito comprometida e brinco que tem uma experiência de vida pública de 22 anos, porque quando ela nasceu o pai dela já estava prefeito. Com certeza ela fará um grande trabalho, pois o modelo que conhece é o de servir. O que posso desejar como mãe é que os anjos possam protegê-la diariamente e que ela possa realmente trabalhar a favor das pessoas.


SUA VIDA PROFISSIONAL PASSOU PELA COMUNICAÇÃO?
Sim, trabalhei muito tempo na criação e produção de programas locais, um deles foi o Curitiba Vip, do Nemécio Mueller. Foi o primeiro talkshow do Brasil, um programa muito diferenciado, focado na cultura e na arte local. Tive a oportunidade de conhecer muitas pessoas e viver muitas experiências nesse período. Tancredo Neves, por exemplo, foi um dos primeiros entrevistados e é uma belíssima recordação. Foi uma aula para todos nós.
QUANDO CONHECEU O RICARDO BARROS?
Depois da TV, em sociedade com o publicitário Heitor Gurgel do Amaral Valente, montamos uma agência de comunicação e marketing e uma produtora e nos especializamos em campanhas políticas. Foi aí que falei com o Ricardo pela primeira vez, por telefone, porque ele estava disputando as eleições para a prefeitura de Maringá.
E QUANDO O CONHECEU PESSOALMENTE?
Foi em janeiro de 1989, no baile da Garota Caiobá. Tem até uma história engraçada, porque ele estava de preto num baile em que todos vestiam branco e eu achei que fosse um padre. Eu até pensei: “Nossa, tem um padre no baile, mas tudo bem, os tempos são modernos!” (risos). Depois que nos apresentaram, começamos a namorar e vim a me casar com ele no mesmo ano.

VOCÊ AINDA NÃO TOMOU POSSE, MAS MUITAS PESSOAS JÁ COGITAM SEU NOME PARA A SUCESSÃO NO GOVERNO. COMO VOCÊ LIDA COM ISSO?
Lido muito bem, porque sei que o futuro a Deus pertence. Quero mais uma vez agradecer a confiança dos líderes e do governador Beto Richa por ter me convidado. Sei que isso é resultado de um trabalho excelente desenvolvido em Maringá, que é modelo em gestão, premiadíssima e com referências muito positivas como a melhor gestão fiscal do Paraná, a 8a. melhor do Brasil e 2a. em saneamento básico nacional. E é esse modelo que vamos procurar somar com toda a equipe do Beto Richa a partir de janeiro. Cabe a nós honrar cada voto e transformá-los em serviço prestado ao povo do Paraná.

QUAL SUA RELAÇÃO COM DEUS?
Muito forte e de uma fidelidade extrema. Eu nasci de sete meses num acidente. Minha mãe saiu de Caçador, em Santa Catarina, num ônibus da Viação Garcia, com dois de meus irmãos e iria para Porto União, onde meu pai estava inaugurando um restaurante. No meio do caminho, o ônibus tombou e eu nasci umas cinco horas depois, no hospital em Caçador. No ônibus tinha um quadro de Nossa Senhora Aparecida a quem no momento do acidente ela pediu que salvasse o bebê. Nasci saudável, antes dos sete meses e recebi o nome de Maria Aparecida. Também em agradecimento, minha mãe mandou construir uma capela no local do acidente com a imagem de Nossa Senhora Aparecida. Visito sempre a capela, que foi adotada pela comunidade.
COMO É SUA POSTURA PESSOAL NO DIA A DIA?
Procuro estar sempre pronta, sempre de bem com a vida. Quando você se propõe a atuar nessa área não pode focar nas dificuldades. Se as coisas estão difíceis, respiro, conto até três e sigo em frente.

Trecho de uma entrevista para o Portal Viver em 12 de dezembro de 2014.













←  Anterior Proxima  → Inicio

0 comentários:

Postar um comentário

Faça Faculdade Uniandrade

Faça Faculdade Uniandrade
Vem pra Uniandrade

Publicidade

Publicidade

Seguidores