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quinta-feira, 19 de julho de 2018

Cúpula do Centrão fecha apoio a Alckmin

                                                                                    Foto Google

Estadão,
Líderes de partidos do Centrão fecharam nesta quinta-feira, 19, acordo para apoiar o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) na eleição presidencial. Depois de se reunirem com o tucano em São Paulo, eles indicaram ao pré-candicato do PSDB que a aliança será formalizada até a próxima semana, após conversas internas nas legendas para convencer defensores de uma coligação com o ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT).

As cúpulas de DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade bateram o martelo, mas precisam aprovar no voto a aliança com Alckmin. Isso correrá nas respectivas convenções nacionais de cada partido – o prazo para realização vai até 5 de agosto.


Em contrapartida, o Centrão cobrou a indicação de Josué Gomes (PR), empresário dono da Coteminas, como candidato a vice-presidente. Ontem, Alckmin disse ter “grande estima” pelo empresário e citou que era muito próximo do pai dele, José Alencar (morto em 2011), que foi vice-presidente no governo Lula (PT).





foto Google

“Blocão” com Alckmin consolida PSDB com Cida

Confirmado o acerto dos partidos que compõem o chamado “blocão” (DEM, PP, PR, PRB e SD) com o PSDB de Geraldo Alckmnin, nada impede mais que os tucanos daqui se definam no apoio à Cida Borghetti. 
O Globo – Em encontro com o pré-candidato Geraldo Alckmin (PSDB), em São Paulo, o blocão (DEM, PP, PR, PRB e SD) fechou um acordo para apoiar o tucano para a Presidência da República. Dirigentes saíram do encontro afirmando que aliança está consolidada. O anúncio formal será feito na próxima semana.
— Já está fechado — disse o presidente de um dos partidos.
Os partidos querem algumas garantias para anunciar o apoio ao tucano, que já é dado como certo entre alguns dirigentes das agremiações. Alguns parlamentares já foram até mesmo avisados de que chegou-se a um entendimento.
Apesar da proximidade de dois partidos do blocão — PP e Solidariedade — com a pré-candidatura de Ciro Gomes (PDT), ambas as legendas já aceitam bandear-se para o lado de Alckmin. O movimento depende de uma velha moeda de troca da política real: a distribuição de cargos e verbas. O chamado “blocão” representa 164 deputados e 2 minutos e 35 segundos no tempo de rádio e TV durante a propaganda eleitoral.
Um dos itens apresentados na reunião foi uma condição de Paulinho da Força (SD-SP): o compromisso de um novo modelo de financiamento de sindicatos. Com o fim do imposto sindical, que obrigava os trabalhadores a contribuir com as associações, a fonte de dinheiro de seus colegas começou a secar. Paulinho, o principal dirigente da legenda, é oriundo da Força Sindical e defende o interesses dos grupos organizados. Segundo um dos participantes, Alckmin aceitou discutir o assunto.
O líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PB), esteve com o presidente Michel Temer antes de embarcar para São Paulo, onde foi o representante do PP no encontro com o tucano. Ao arriscar-se neste fim de ano, o PP poderia abrir mão de um verdadeiro latifúndio: ministérios da Agricultura, Cidades e Saúde, além da presidência da Caixa Econômica, já que o Planalto pressionou publicamente a legenda a não apoiar Ciro Gomes, candidato que trata o presidente como “bandido”.
O jantar de quarta-feira e o café desta quinta-feira serviram para que os cinco partidos do “blocão” fechassem a pauta. Neste contexto, o pragmatismo do ex-deputado Valdemar Costa Neto, que controla o PR, foi fundamental. Ele explicou que o maior interesse do PR sempre foi eleger uma grande bancada de deputados. O mesmo interesse dos demais, que viram a base de qualquer governo e ainda fazem o presidente da Câmara.
Neste contexto, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), que queria apoio a Ciro, foi convencido e agora deve lutar para se eleger novamente deputado e chefe da Câmara.
Os partidos rejeitam a pecha de que estão negociando cargos, espaços ou verbas. Alegam que a demonstração disso é a escolha do empresário Josué Gomes para o cargo de vice.
— Alckmin está satisfeito que terá nosso apoio, está tudo praticamente certo. Agora, cada partido vai fazer seu dever de casa, conversar internamente — disse um dos dirigentes do “blocão”.
Antes do encontro com Alckmin, os partidos se reuniram e avaliaram que não era possível confiar em Ciro Gomes. Segundo um dos dirigentes, o comportamento de Ciro, sua verborragia foram cruciais para que o pêndulo voltasse a balançar para o lado de Alckmin. Os tucanos e parte do DEM armaram uma força-tarefa para reforçar esse entendimento de que Ciro Gomes não era confiável e que não tinha ” filtro”. Segundo um parlamentar experiente, “prevaleceu o bom senso”.
Eles não gostaram das declarações de Ciro sobre uma promotora e avaliaram que ele é “incontrolável”.
— Revertemos o jogo. Se fosse hoje, o anúncio seria de apoio a Alckmin — disse um integrante do DEM.
O chamado “blocão” foi uma articulação de Rodrigo Maia para reunir os partidos de centro e fazê-los ter um único candidato na eleição presidencial de 2018.

Foto Google



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