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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Arruda acerta ao falar sobre déficit da previdência pública no Paraná, diz Truco

Fotos Eduardo Matysiak
Segundo Paranaprevidência, prejuízo projetado fará com que o patrimônio do fundo seja extinto em menos de 20 anos
“Todos os meses o governo estadual retira do Fundo de Previdência R$140 milhões para pagar inativos. Nós tínhamos superávit em 2014. A partir de 2015 nós tivemos déficit. Tínhamos R$8 bilhões em caixa e temos um pouco mais de R$6 bilhões hoje”, disse o candidato do MDB ao governo do Paraná, João Arruda, durante entrevista à RIC TV. As informações são de Alexsandro Ribeiro, no Truco nos Estados.
Ao comentar sobre o déficit do Fundo de Previdência dos servidores públicos paranaenses, o emedebista acertou os números que demonstram a escalada do problema. É o que notou o Truco nos Estados, projeto de fact-checking da Agência Pública feito no Paraná em parceria com o Livre.jor.
O candidato está correto ao colocar o ano de 2015, quando o governo do Paraná aprovou a reforma da aposentadoria do funcionalismo, no centro da questão. Antes, aposentados e pensionistas estavam distribuídos nos fundos Previdenciário e Financeiro.
O Previdenciário é custeado com as contribuições dos servidores. O Financeiro, em vias de extinção, quem pagava era o governo, com recursos do Tesouro. Na reforma, 33,5 mil inativos com mais de 73 anos foram movidos do Financeiro para o Previdenciário. Aliviou o Tesouro, mas pesou no fundo das contribuições.
O impacto aparece na contabilidade atuarial da Paranaprevidencia – autarquia que administra a grana dos aposentados e pensionistas.
De acordo com os balanços, disponíveis para consulta na página da autarquia na internet, de 2014 para 2015 houve uma inversão nas contas e de superavitário o Fundo Previdenciário começou a declinar.
Em 2014, um ano antes da mudança na previdência, o Previdenciário encerrou o exercício com R$ 7,9 bilhões de reserva. No outro ano, esse recurso caiu para R$ 7,6 bilhões. Em 2017, encerrou o exercício com R$ 6,6 bilhões.
Além disso, João Arruda acerta ao afirmar que existe um prejuízo mensal ao fundo.
Segundo análise dos conselheiros de administração do Paranaprevidência sobre as contas de 2017, isso também é causado pelos migrantes do Fundo Financeiro.
Afirmam os conselheiros em ata sobre as contas que “fica evidente que a descapitalização crescente do Fundo [Previdenciário] decorre, sobretudo da segregação de massa realizada através da lei estadual 18.469/2015, que impacta em um dispêndio mensal no valor aproximado de R$ 142,5 milhões”.
Extinção em 20 anos – Mas não foi só a migração de inativos do Fundo Financeiro para o Previdenciário que colocou a previdência em risco. O déficit projetado é ampliado com a falta do pagamento da contrapartida patronal do governo.
Numa reforma anterior da previdência, em 2012, o Estado se comprometeu a pagar “contrapartida de contribuição mensal em montante igual à contribuição que arrecadar”. Mas deixou de pagar em 2014. Pelo relatório de 2017, a dívida decorrente disso era de R$ 299 milhões.
Pela Nota Técnica do Paranaprevidência sobre as contas de 2017, o prejuízo projetado com a mudança do plano de custeio e com a falta de repasse “leva a uma estimativa de extinção do patrimônio do Fundo Previdenciário em menos de 20 anos”.
Ou seja, em 2037, se nada mudar, as contribuições terão sido gastas e o Tesouro será forçado a retomar os pagamentos. Um problema, de fato, para as futuras administrações.

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CANDIDATURAS (III): João Arruda destaca as ações para segurança, saúde e pedágio em Foz
O deputado João Arruda, candidato do MDB ao Governo do Estado, encerrou na noite de domingo (26) em Foz do Iguaçu, a série de encontros no Sudoeste e Oeste do Paraná. A aceitação das pessoas, segundo ele, tem sido o destaque das reuniões em todas regiões do Paraná. “A população tem demonstrado que quer mudança”, disse.
Antes de abrir o encontro em Foz do Iguaçu, João Arruda falou com a imprensa e destacou suas principais propostas para o município. “É preciso investir em segurança pública, com firmeza. Polícia nas ruas, polícia comunitária, nas fronteiras e em parceria com a Polícia Federal”, destacou.
HOSPITAL
João Arruda também falou do Hospital Municipal Padre Germano Lauck, erguido em 2006 pelo Governo Requião. “Temos o projeto do Hospital Regional que não pode ficar refém de uma negociação temporária com o Estado, é preciso de uma solução definitiva”, disse ele, lembrando que o prazo da intervenção do Estado termina em dezembro deste ano.
SEGUNDA PONTE
O candidato do MDB lembrou que já encaminhou, junto com a bancada federal do partido, que inclui os deputados Sérgio Souza e Hermes Frangão Parcianello, uma solução para a construção da segunda ponte com o Paraguai em Foz do Iguaçu, com dinheiro da Itaipu. “O presidente da República já autorizou. Só basta uma negociação com o novo presidente do Paraguai, para que as obras tenham início”, ressaltou.
TURISMO
João Arruda também destacou que é necessário investir no turismo da região de Fronteira. “Temos Foz do Iguaçu como referência e precisamos investir em infraestrutura”. É preciso acabar também, segundo João Arruda, com esta política que obriga os prefeitos ir a cada três meses à Curitiba “beijar a mão do governador”.
SEM PEDÁGIO
Em relação ao pedágio das rodovias do Paraná, João Arruda disse que vai implantar um modelo novo a partir de 2021, quando vencem os contratos. “Hoje temos candidatos e seus vices que apresentaram inclusive uma carta de compromissos reivindicando a prorrogação do pedágio no Paraná, deste modelo absurdo que existe, que foi implantado na década de 1990″, revelou.
Fonte: TNOnline

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Requião Filho defende conquistas trabalhistas


Convidado para a sabatina promovida pelo Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba na manhã desta segunda-feira (27), o Deputado Estadual Requião Filho, candidato à reeleição, defendeu as conquistas trabalhistas das últimas décadas no Brasil e criticou os retrocessos atuais.

O debate organizado pelo sindicato reuniu candidatos a Deputado Estadual, Federal, Senador e ao Governo do Estado. Roberto Requião, que também concorre à reeleição para o Senado, foi o convidado mais aplaudido pelos sindicalistas durante o evento.

Requião Filho lembrou a atuação do pai, quando Governador do Paraná, e destacou a importância do salário mínimo regional, instituído por ele naquela época e que vem sendo desvalorizado pelo atual governo.

“Se o Paraná tem o maior salário mínimo regional do Brasil, é graças ao Requião e graças a vocês. O Beto tentou diminuir essa diferença que o Paraná tinha para os demais Estados. A bancada do camburão fica quieta com a desvalorização do salário regional, em troca de sair na foto com a entrega de uma ambulância. Mas enquanto isso, os hospitais regionais que construímos estão deixando de funcionar”.

O parlamentar também denunciou as práticas do atual governo do Estado contra os trabalhadores.

“O governo Beto Richa massacrou os funcionários públicos em praça pública. Com campanha fortíssima, quis convencer a opinião pública de que todo funcionário público é marajá. Pegou contracheques escolhidos a dedo e jogou nas redes sociais. Pegou uma professora que tinha recebido férias atrasadas, 13° salário, indenização, e apresentou aquele contracheque como se fosse o recebimento mensal de todos os professores”.

Segundo ele, o desrespeito aos servidores não se restringe aos professores. Os policiais, por exemplo, enfrentam más condições de trabalho, com equipamentos defasados, coletes à prova-de-balas vencidos e a corporação sem qualquer investimento do Estado.

“Os policiais continuam sem a data-base”, denunciou.


O Deputado criticou a tentativa de criminalização que se faz aos sindicatos dos trabalhadores, normalmente encampada pelos órgãos patronais.

“Tentam transformar os sindicatos dos trabalhadores, aos olhos da população geral, em criminosos, enquanto o Sistema S faz festa com champanhe e caviar em Nova York, Paris, tem hotéis, resorts, e esse sistema não é fiscalizado”.

Requião Filho criticou a Reforma Trabalhista e a tentativa de aprovar a Reforma da Previdência.


“A reforma não modernizou nada. Tirou o direito dos trabalhadores e garantiu às grandes empresas a demissão de funcionários sem nenhuma responsabilidade”.

Como exemplo de resistência da classe trabalhadora, Requião Filho lembrou a grande audiência pública realizada no Paraná contra a Reforma da Previdência.

“Junto com vocês, fizemos a maior audiência pública já realizada na história da Assembleia Legislativa. Mais de mil pessoas! Aquele plenário nunca esteve tão cheio de gente que deveria, na verdade, ser representada por aquela Assembleia”.

Para Requião Filho, a mudança na política passa pela escolha de representantes comprometidos com a causa daqueles que mais precisam.

“Esta é uma responsabilidade de todos. Se escolhermos mal os nossos representantes, acabamos por eleger um Eduardo Cunha, por exemplo, ou um Geddel Vieira Lima. Todos tiveram votos, chegaram lá e tomaram conta daquilo. E aí não se consegue apresentar e aprovar os projetos necessários. Precisamos escolher bem nossos representantes e a responsabilidade é enorme”.

O Deputado ainda ponderou que o voto consciente também deve permear a escolha dos candidatos ao Governo do Paraná.

“No nosso Estado temos dois galhos da mesma árvore. Entre a Cida e o Ratinho, não tem diferença nenhuma. Eles são a mesma coisa: o congelamento do salário regional, a entrega da Copel e da Sanepar aos acionistas, o aumento da conta de água e da luz bem acima do que o salário pode pagar, e outras coisas que você não vai querer para o seu futuro”.


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