Arquivo do blog

Theme Support

comunidade

Unordered List

esporte

Recent Posts

Tecnologia do Blogger.

Colombo

Postagem em destaque

EXCLUSIVO: Live com neste Sábado no Blog Chik Jeitoso com Roberto Requião

Foto Arquivo MDB  Confirmado para este Sábado 16 de Novembro ao Meio Dia Live Poderosa  EXCLUSIVA  no Blog Chik Jeitoso com Vossa Exclên...

Pesquisar este blog

Geral

Binho - Aviário

Binho -  Aviário

Flickr Images

Cultura

About us

About us

Flickr Images

domingo, 16 de setembro de 2018

Gaeco questiona decisão de Gilmar Mendes e diz que grupo de Richa tentou coagir testemunhas


da Banda B
O Ministério Público do Paraná (MPPR) afirmou, neste sábado (15), que vai examinar a possibilidade de entrar com recurso para reverter a decisão do ministro Gilmar Mendes, que concedeu habeas corpus ao ex-governador Beto Richa (PSDB). O procurador de Justiça e coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Leonir Batisti, disse que o órgão não concorda com a soltura do investigado, que teria sido realizada por um ministro “escolhido por estratégia duvidosa”.
Segundo ele, a decisão de Mendes é preocupante porque o grupo criminoso alvo da operação Rádio Patrulha, pela qual Richa foi preso, chegou a procurar, no mês passado, possíveis testemunhas para coagi-las. “Em face de informação colhida pelos investigados, de que havia em curso uma apuração dos fatos, eles entraram em contato com pessoas que poderiam testemunhar contra eles para que omitissem a verdade ou mentissem. Isso aconteceu especialmente no caso do pagamento do valor de R$ 1,4 milhão, em dinheiro vivo, na permuta de um apartamento em Curitiba, em que um corretor de imóveis foi abordado pelos suspeitos”, disse Batisti.
O coordenador ainda ressaltou que o MPPR e o Gaeco agiram “do modo mais correto e profissional possível” durante as investigações, sem nenhuma tentativa de perseguição política. “Embora fôssemos conscientes da situação dos investigados, nós entendemos que deveríamos manter o que a legislação estabelece, que é agir quando se tem o conhecimento de um fato e apurá-lo. Não há vedação legal para um trabalho de investigação ou prisão em período eleitoral”, completou.
Ele comentou que, na visão do Gaeco, a operação poderia ser igualmente criticada ou prejudicada se fosse realizada fora do período eleitoral. “Se fosse depois e o ex-governador tivesse vencido a eleição para o Senado, ouviríamos que estaríamos adotando uma ação para enfraquecê-lo e prejudicá-lo. Se, por outro lado, não fosse eleito, diriam que estaríamos nos aproveitando para persegui-lo em uma situação desconfortável”.
Recurso
Preso na terça-feira (11), Beto Richa foi solto na madrugada deste sábado por decisão de Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Agora, o MPPR vai avaliar as hipóteses de recurso em relação ao habeas corpus que tirou o ex-governador da prisão. “O pedido foi feito especificamente a esse ministro, que tem uma posição já sabida devido a entrevistas que concedeu à imprensa anteriormente. Esse habeas corpus é tão abrangente que pode causar problemas em casos extremos”, concluiu.
Defesa de Richa
Ao deixar o regimento da Polícia Montada, em Curitiba, onde estava preso, Richa declarou que vai retomar sua candidatura ao Senado nas eleições 2018 e que a prisão contra ele foi uma “crueldade”.
“O que fizeram comigo foi uma crueldade enorme, não merecia o que aconteceu, mas estou de cabeça erguida e continuo respondendo todas as acusações sem a menor dificuldade”, disse.
O tucano foi preso acusado de chefiar um esquema de desvios em um programa de manutenção de estradas rurais enquanto era governador do estado. A ex-primeira-dama Fernanda Richa, que também foi detida, recebeu o alvará de soltura antes do marido e foi solta por volta da meia-noite.


Gaeco vai recorrer da decisão da soltura de Beto Richa

O coordenador do Gaeco,Leonir Batisti adiantou que o Ministério Público vai recorrer da decisão do ministro Gilmar Mendes de conceder habeas corpus ao ex-governador Beto Richa (PSDB) e demais 14 presos. 
Batisti sustenta que Mendes foi escolhido pela defesa de Richa porque tinha posição conhecida sobre casos de prisão do tipo. 
"Vamos verificar a hipótese de recurso para ver se temos pelo menos a possibilidade de mostrar nosso inconformismo", colocou o procurador




“Decisão de soltar Richa foi direcionada à Gilmar Mendes”, diz coordenador do Gaeco










←  Anterior Proxima  → Inicio

0 comentários:

Postar um comentário

Faça Faculdade Uniandrade

Faça Faculdade Uniandrade
Vem pra Uniandrade

Publicidade

Publicidade

Seguidores