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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Procurador-geral do MP assume recurso contra decisão de Gilmar Mendes que liberou Richa


                                                   Foto MP PR 
O procurador Leonir Batisti, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime organizado (Gaeco), disse nesta segunda-feira (17) que o procurador-geral de Justiça do Paraná, Ivonei Sfoggia, deve assinar o recurso contra a decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a soltura do ex-governador Beto Richa (PSDB), candidato ao Senado, e de outras treze pessoas no âmbito da Operação Rádio Patrulha.
Richa, familiares e aliados são investigados pelo direcionamento de licitações e pela cobrança de propina para a contratação das Patrulhas do Campo, veículos e equipamentos utilizados para a manutenção de estradas rurais. Todos foram liberados na madrugada de sábado (15) depois de uma decisão de Gilmar Mendes. O ministro afirmou em despacho que havia indicativos de que a prisão do ex-governador teve "fundo político" e que foi decretada baseada em "fatos antigos".
O coordenador do Gaeco contestou os argumentos acatados pelo ministro e afirmou que vai recorrer da decisão. No entanto, ele reforçou que o Ministério Público ainda não foi notificado, diretamente, da determinação. "O prazo não está evidenciado ainda porque nós não fomos intimados diretamente e nós vamos eventualmente ingressar com recurso como interessados. À rigor, quem promove recurso no âmbito federal no Supremo seria o próprio Ministério Público Federal, mas também já há decisões precedentes, anteriores do Supremo, que admitem que o Ministério Público do Estado que esteja interessado tenha condições ele próprio de promover o recurso e isso que estamos estruturando", afirma. 
As audiências de instrução com o depoimento dos alvos da operação Rádio Patrulha foram finalizadas nesta segunda-feira (17), com o depoimento do empresário Joel Malucelli. "O que ele admitiu é que ele esteve sim em uma reunião e que, nessa reunião, foi tratada da repasse de dinheiro, assim como do contrato. Naturalmente, ele negou que tenha participado do procedimento para direcionamento da licitação", disse Batisti. 
A partir de agora, o Ministério Público se prepara para finalizar e, posteriormente, oferecer denúncia contra os investigados. Na sequência, os autos são encaminhados ao juiz Fernando Fischir, da 13ª Vara Criminal de Curitiba, que decide se aceita ou não a denúncia do MP. 
Entre os 15 alvos de mandados de prisão na Operação Rádio Patrulha, apenas o ex-chefe de gabinete de Beto Richa, Deonilson Roldo, continua preso. Ele também tinha um mandado de prisão da 53ª fase da Operação Lava Jato, a Operação Piloto.

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