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terça-feira, 20 de agosto de 2019

Dia 20 de Agosto de 2019 dia da Maçom GADU


O Dia do Maçom no Brasil é celebrado em 20 de Agosto porque é a data em que, numa Sessão Ordinária, de Grau de Aprendiz Maçom, Joaquim Gonçalves Ledo proferiu um discurso que influenciou a Loja aprovar a proposta e reconhecer a necessidade imperiosa de se fazer reconhecida a Independência do Brasil.
Importante se esclareça, primeiramente, que a indicação de datas não têm em si correspondência exata com os calendários, entre o da época, da referida Sessão Maçônica, e o atual, e a confusão se torna inteligível com a lição do renomado Mestre José Castelanni, na exposição didática que fez num de seus livros, a seguir transcrita:
{...} a assembleia em que se decidiu que era imperiosa a proclamação da independência e da realeza constitucional, na pessoa de D. Pedro. Mostra, também, que o dia da Sessão, 20.º dia do 6.º mês maçônico do Ano da Verdadeira Luz de 5822, era o dia 9 de setembro. Isso porque o Grande Oriente utilizava, na época, um calendário equinocial, muito próximo do calendário hebraico, situando o início do ano maçônico no dia 21 de março (equinócio de outono, no hemisfério Sul) e acrescentando 4000 aos anos da Era Vulgar. Desta maneira, o 6.º mês maçônico tinha início a 21 de agosto e o seu 20.º dia era, portanto, 9 de setembro, como situa o Boletim de 1874.
Nessa época, ainda não havia sido inventada a balela do 20 de agosto, baseada na errada suposição de que o Grande Oriente utilizava o calendário francês, que inicia o ano maçônico no dia 1.º de março. Se isso fosse correto, é claro que o 6o. mês teria início no dia 1.º de agosto e o seu 20.º dia seria o dia 20 do mesmo mês. Esse erro serviu para que autores mais ufanos do que realistas saíssem apregoando que o Grande Oriente “proclamou a independência antes do grito do Ypiranga, de 7 de setembro, e que este foi uma simples ratificação do que já havia sido decidido”. E o lamentável é que o erro, embora já largamente comprovado, continua frutificando até hoje, tendo gerado até um Dia do Maçom (brasileiro), sem a base histórica que lhe é atribuída.
É claro que o fato existiu e que é digno de ser lembrado e comemorado por todos os maçons, mesmo porque não era possível, no dia 9, os obreiros terem conhecimento dos fatos do dia 7, dados os escassos recursos de comunicação da época {...}[1].
Certo é que quando Dom Pedro proclamou a Independência do Brasil, encontrava-se ele às margens do riacho Ipiranga em São Paulo. Logo, se à época havia escassos recursos de comunicação, é coerente que a deliberação tomada no Rio de Janeiro, na 14.ª Sessão Maçônica, tenha ocorrido em 9 setembro de 1822, isto é, no 20.º dia, do 6.º mês, de 5822, com efeito, dois dias depois ao do Grito do Ipiranga, portanto, sem o conhecimento dos Obreiros da Loja, do que acontecera na cidade de São Paulo.
Feito esse modesto esclarecimento, a respeito da data comemorativa assim é o preceito Constitucional, contido em seu artigo 134, in verbis:
Art. 134 - São oficialmente considerados feriados maçônicos o dia dezessete de junho, como o Dia Nacional do Grande Oriente do Brasil, e o dia vinte de agosto, como Dia do Maçom[2].
Obviamente que os anais do Grande Oriente do Brasil contêm a Exposição de Motivos da prescrição legal, mas, em razão da distância, e por essa razão a nossa inacessibilidade, dá-se como verdadeiro o seguinte fundamento:
Não levando em conta a divergência ou a inadequação das datas de 7 (sete) para 9 (nove) de setembro, segundo o ensinamento antes transcritos, a designação do Dia do Maçom no Brasil, em 20 de Agosto, tem fundamento na Sessão conjunta, digna de figurar na história, das Lojas “Comércio e Artes” e “União e Tranquilidade”, ambas, do Rio de Janeiro, na qual o Maçom Gonçalves Ledo dirigiu à Assembleia discurso, deduzido nas circunstanciadas razões contidas na Ata da 14.ª Sessão da Assembleia do Povo Maçônico, na forma a seguir:
Aberta a Grande Loja, se franqueou entrada aos Irmãos dos três quadros metropolitanos, que se achavam na sala dos passos perdidos e com precedência de seus graus se lhes deu assento. Imediatamente o Irmão Primeiro Vigilante, no sólio, que ocupava, dirigiu à Augusta Assembleia um enérgico, nervoso e fundado discurso, ornado daquela eloquência e veemência oratória, que são peculiares a seu estilo sublime, inimitável e nunca assaz louvado, e havendo nele com as mais sólidas razões demonstrado que as atuais políticas circunstâncias de nossa pátria, o rico, fértil e poderoso Brasil, demandavam e exigiam imperiosamente que a sua categoria fosse inabalavelmente firmada com a proclamação de nossa Independência e da Realeza Constitucional na pessoa do Augusto Príncipe Perpetuo Defensor Constitucional do Reino do Brasil. Foi a moção aprovada por unanime e simultânea aclamação, expressada com o ardor do mais puro e cordial entusiasmo patriótico.
Sossegado, mas não extinto o ardor da primeira alegria dos ânimos por verem prestes a realizar-se os votos da vontade geral pela Independência e engrandecimento da Pátria propôs o mesmo Irmão Primeiro Vigilante, Presidente, no sólio, que a sua moção deveria ser discutida, para que aqueles que ainda pudessem ter receio de que fosse precipitada a medida de segurança e engrandecimento da Pátria que se propunha, o perdessem convencidos, pelos debates, de que a Proclamação da Independência do Brasil e da Realeza Constitucional na Augusta Pessoa do Príncipe Perpetuo Defensor do Brasil, era a âncora da salvação, da Pátria. Em consequência do que, sendo dada a palavra a quem quisesse especificar seus sentimentos, falaram os Irmãos Apolônio Mollon, Camarão, Picanço, Esdras, Demócrito e Caramuru e posto que todos aprovaram a moção reconhecendo a necessidade imperiosa de se fazer reconhecida a Independência do Brasil e ser aclamado Rei dele o Príncipe D. Pedro de Alcântara, seu Defensor Perpétuo Constitucional (ASLAN, Nicola. Biografia de Joaquim Gonçalves Ledo. Tomo I, Ed. Maçônica. Rio de Janeiro. p. 230. E, Boletim do GOB, número 6, 48.º ano, junho de 1923).
Em suma, ficou estabelecido o Dia do Maçom, em 20 de Agosto, por ter sido nesse dia que, dentro de um Templo Maçônico, foi aprovada a proposição da impreterível necessidade de proclamar e fazer reconhecer a Independência do Brasil e de ser aclamado como seu Rei o Príncipe D. Pedro de Alcântara.

Porto Alegre,  agosto
Luiz Fachin
CIM. 178981
GOB/RS






Na Coluna do Ruy Barrozo do Portal Paraná o Bruxo Chik Jeitoso destacou a importância dos serviços prestados pela Maçonaria no Paraná e no Brasil, prova disso que o Grande Oriente do Paraná promoveu uma corrida pela solidariedade no Parque Barigui, evento parabenizado pelo Bruxo Chik Jeitoso e também pela data do Maçom no Brasil.  


Encerrada a corrida, em forma festiva, a premiação dos atletas foi realizada pelos representantes das 3 Potências:
Grão-Mestre Adjunto (GOP), Cristian Flores, Grão-Mestre (GLP) Valdemar Kretschmer, Grão-Mestre (GOB/PR) Luiz Mario Luchetta.
Da parte do GOP, o Grão-Mestrado agradece, em especial, aos Irmãos: Guilherme Stival, Paulo Dieter, Emilio Trautwein e a todos que trabalharam para a realização deste magnífico evento.
Parabéns e estamos prontos para o próximo ano!
A arrecadação desta edição será doada para o CNEP - Centro de Neuropediatra do Hospital de Clinicas.

Fotos do evento: 
https://www.facebook.com/Grande-Oriente-do-Paran%C3%A1-GOP-223636994369068/?__tn__=%2Cd%2CP-R&eid=ARCEf1DwojDlwM_xsXfYl85RiM0J6WNymWqD3reF9Qtkxw35ecLsBPvxrHwPvod8JeOxyOGzQlR5-Yk3




Hoje, 20 de agosto de 2019 - Dia do Maçom. Reportamos abaixo as palavras do Sereníssimo Grão Mestre Irmão Valdemar Kretschmer, sobre esse dia, citadas no Boletim de Julho/2019.
"Respeitadas as diferentes compilações entre vários autores, prevalece a afirmação que a Independência do Brasil foi proclamada pela Maçonaria no dia 20 de Agosto de 1822, sendo que o dia 07 de Setembro foi apenas uma confirmação. A data baseou-se no dia da realização de uma histórica Sessão conjunta das Lojas “Comércio e Artes” e “União e Tranquilidade”, no Rio de Janeiro, em 1822, quando Gonçalves Ledo fez inflamado discurso sobre a necessidade da proclamação da Independência do Brasil. A Maçonaria enquanto instituição filosófica, esotérica e universal, alicerçada nos princípios da liberdade, da igualdade e da fraternidade, tornou-se tão forte e representativa, que em 20 de Agosto de 1918, foi instituído o Dia do Maçom no Brasil.
A efeméride vem sendo festejada com sessões especiais, jantares ritualísticos, bailes e outras comemorações, numa demonstração inequívoca de alegria, exteriorizando o orgulho saudável de ser Maçom. Esse contentamento deixa bem claro e transparente que o obreiro entrou para a Maçonaria, assimilou sua filosofia e sua doutrina, deixando-a que entrasse em seu coração e sua mente, tornando-se um autêntico construtor social de uma sociedade mais equitativa, justa e solidária ".

https://www.facebook.com/JamesAldousAnderson/videos/411811656348586/


Mais importante do que comemorarmos essa auspiciosa data simbólica representativa ao dia do Maçom brasileiro 20/08, é lembrarmos nossa missão principal como construtores sociais pertencentes ao Grande Oriente do Brasil, qual seja, a de promover a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade entre os membros da Ordem e da Sociedade.
E seguindo estes princípios de Liberdade, Igualdade e Fraternidade, concito a todos os nossos Irmãos, a fim de que possamos refletir sobre nossas efetivas ações como cidadãos, maçons, e chefes de família, buscando que estas sejam a mola propulsora do desenvolvimento moral, social e ético da sociedade brasileira, para que tenhamos uma nação próspera e igualitária.
Feliz Dia do Maçom!
Múcio Bonifácio Guimarães
Grão-Mestre Geral
É o GOB Junto de Você!
Gestão Múcio Bonifácio e Ademir Cândido
Secretaria Geral de Comunicação



Meus Amados Irmãos

O sentimento de pertencimento a instituição Maçônica, a cada dia se
torna mais latente, sendo essa relação um dos instrumentos para a
cultura da paz, unindo distintos indivíduos parte de um sistema maior,
universal, de um plano que transcende a nossa experiência como seres.

As nossas atividades maçônicas cotidianas, consignadas em um
conjunto de ideias, que nos levou voluntariamente a integrar o Grande
Oriente do Brasil, como verdadeiros e permanentes defensores da
Liberdade, da Igualdade e do alicerce básico que nos conduz a ser
maçom, que é a Fraternidade.

E, a participação na Maçonaria que sem dúvida é uma sociedade
universal, com total ausência de discriminação, nossa missão como
construtores sociais, devemos de modo insofismável refletir nossas
atitudes, como cidadãos, maçons e chefe de família, cultivando
humanidade, os princípios da liberdade, democracia, igualdade,
fraternidade e aperfeiçoamento intelectual.

Continuemos, pois, trabalhando na árdua tarefa de edificação do nosso
Templo Interior, estreitando cada vez mais os laços de fraternidade
que nos unem, com mais força e vigor, na conquista de nossos
objetivos e ideais comuns.

Feliz Dia do Maçom

Ademir Candido da Silva
GMGAdj - GOB





CONVITE

Importante Homenagem do Congresso Nacional no dia 23 de agosto 2019, estaremos lá prestigiando nosso Grande Oriente do Brasil.

E o Soberano Irmão Múcio Bonifácio Guimarães, Grão-Mestre Geral, estende o convite a todos os nossos irmãos, amigos, familiares e simpatizantes da maçonaria e do Grande Oriente do Brasil.

As 15h00 do dia 23 de agosto 2019, no Plenário do Senado Federal

Secretaria Geral de Comunicação do GOB

Sobre um dos "Joãos" ...
São João Evangelista nos ensina a subjugar nossas paixões, uma das primeiras lições que todo novo maçom aprende na Loja. Quando examinamos os escritos de São João Evangelista, vemos uma grande transformação de um jovem. Ele deixa de ser um jovem radical de temperamento quente para alguém que exibe a paz em sua velhice. Ele deixa de ser intolerante com os outros para trabalhar com os outros, compartilhando sua teologia de um "melhor modo de vida". Acima de tudo, João era leal. Ele foi o único Discípulo a participar do julgamento de Jesus, além de estar ao pé da cruz para a crucificação. Quando ele ouviu sobre o túmulo vazio naquela manhã de domingo, ele foi o primeiro Discípulo a chegar. Além disso, foi ele quem levou Maria, a mãe de Jesus.
Sabemos pelos escritos de São João Evangelista que sua mensagem é simples e direta - que conhecer e amar a Deus é obedecer a Sua lei, que a marca essencial da graça é o amor fraternal, e que a vida ideal é viver em comunhão com os outros.
Sabe-se que João Evangelista escreveu um Evangelho e três Epístolas. Para aqueles que são membros da Estrela do Oriente, é interessante notar que suas Epístolas foram escritas para uma "Senhora Eleita", que mais tarde se tornou Electa em nosso ritual da Estrela do Oriente. Muitos estudiosos maçônicos afirmam que o Evangelho de São João é de vital importância para todos os maçons - não por sua teologia cristã ,mas para as lições do amor fraternal que estão contidas nele. (A/D)
P.'.P.'.
93,93/93
S.'.F.'.U.'.
André Daniel .'.


Se as abelhas desaparecerem da face da terra, a humanidade terá apenas mais quatro anos de existência. sem abelhas não há polinização, não há reprodução da flora, sem flora não há animais, sem animais não haverá raça humana. #AlbertEinstein

ABELHAS ACABAM DE SER DECLARADAS O SER VIVO MAIS IMPORTANTE DO PLANETA.


O Earth Wathch Institute acaba de declarar as abelhas como as espécies mais valiosas do mundo no último debate da Royal Geographical Society of London. 

Os benefícios diretos que os produtos produzidos pelas abelhas representam para a vida e para a saúde humana são secretos para qualquer pessoa. 
Mas a realidade é que não devemos parar de pensar nos benefícios que traz à nossa saúde, mas de valorizar sua função mais extensa na cadeia natural que é a polinização, sem a qual a vida no planeta seria definitivamente impossível. 
A abelha é o único inseto que fornece alimento para os seres humanos. Abelhas e biodiversidade 
A biodiversidade é o processo de interação entre os seres vivos e o planeta, a relação entre eles e, é claro, a resposta biológica do ambiente às espécies.
Nesse processo a abelha tem uma função vital, pois a agricultura mundial depende de 70% desses insetos, mais claramente 70 de cada 100 produtos que usamos para alimentar dependem exclusivamente das abelhas. 
O equilíbrio é auto-explicativo: Sem plantas de polinização não poderiam se reproduzir e sem plantas a fauna também desapareceria e consequentemente, os humanos. 
Teorias que explicam seu desaparecimento
Uma das hipóteses que explica o desaparecimento maciço das abelhas é a telefonia móvel. Esta conclusão definitiva foi afirmada pelo Instituto Federal de Tecnologia da Suíça após provar que as ondas emitidas durante uma conversa são capazes de desorientá-las até a morte, perdendo seu senso de direção e, assim, sua dinâmica de vida.
Por mais de 83 experiências, o investigador e biólogo Daniel Favre mostraram inequivocamente que a presença de um abelhas de comunicação celular produzir um ruído de dez vezes mais elevados do que o normal e deste comportamento é o utilizado para avisar o grupo incitou a abandonar a colmeia causando o Fenômeno CCD ou "problema colapso das colônias". 
O outro, claro, é o uso de pesticidas na pulverização de culturas. Esses produtos contêm substâncias químicas que agem como as neutoxinas e aderem aos insetos, coletando as flores.
Posteriormente transportado colméias onde eles contaminam o resto dos produtos processados ​​em comum como a cera, própolis e vários méis com consequências fatais que afetam outras favo de mel, incluindo colmeia de abelhas rainha sem o qual desaparece infalivelmente.
Além disso, quando essas migrações massivas ocorrem, os jovens ou as larvas são abandonados e, logicamente, eles também desaparecem. 
Soluções 
É muito difícil para a comunidade científica propor soluções que possam ser executadas. infra-estrutura tecnológica e a mentalidade atual tornaria muito difícil para as pessoas a renunciar a viver sem o uso de telecomunicações ou rádio torres e abandonar o uso de sprays, mesmo internamente, assim que uma reação tardia é temido.
A organização internacional Greenpeace propõe as seguintes medidas urgentes a priori: 
-Pesquisa e monitoramento da saúde das abelhas. Proibir imediatamente o uso de pesticidas tóxicos. 
-Promover alternativas agrícolas naturais. 
-Crie um sistema de áreas protegidas livres de telecomunicações.
O Dr. David Susuki tem razão ao declarar: "As notícias diárias documentam a menor queda ou aumento no mercado de ações ou no setor de leilões, mas ignoramos deliberadamente o equilíbrio dos serviços prestados pela natureza, como a absorção de dióxido. 
liberação de carbono e oxigênio, proteção contra erosão e polinização de frutos e sementes e sem polinização, todos os sistemas econômicos entrariam em colapso.
Um mundo sem abelhas seria um mundo sem pessoas ".
















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