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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Morreu o Apresentador de TV, Radialista Ex Deputado Estadual Ricardo Chab




Netsa tarde de Terça Feira acabou de falecer o grande Deputado Estadual Radialista e Apresentador de Televisão Ricardo Chab, proprietário da Rádio Mais teve o AVC. O jornalista Ricardo Chab, da turma de 1982 da UFPR, sofreu um infart estava internado na UTI do Hospital Marcelino Champagnat.
Ricardo Jota Chab tinha 56 anos e é de Santa Izabel do Ivaí, Noroeste do Paraná. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), atuou em diversos programas de rádio e televisão. Atualmente, tem um programa na Rádio Mais (antiga Eldorado).
Ricardo Chab nasceu no interior do estado do Paraná em 1958 e mudou-se para a capital, Curitiba, em 1979, para cursar o ensino superior. Para manter os estudos, começou a trabalhar como "gillette press" (termo cunhado nas redações de rádios para o funcionário que recorta matérias de jornais para serem lidos nos programas) na Rádio Colombo.
Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná em 1983 e trabalhando como funcionário da Rádio Colombo, no início da década de 1980 foi promovido a radialista, apresentando o programa policial "Agente Colombo", das 23 às 24 horas, diariamente.
Nas décadas de 1980, 1990 e 2000, trabalhou como radialista em várias rádios de Curitiba e região, e a partir de 2002, passou a ser apresentador de programa policial na televisão, como "O Tribuna na TV" na TV Iguaçu e o programa "Na Hora do Almoço", na RICTV.
Política
Em meados da década de 1980, filiou-se ao PTB e concorreu a uma vaga de vereador de Curitiba em 1988, não obtendo sucesso. Em 1990, concorreu para deputado estadual na Assembleia Legislativa do Paraná e conseguiu uma suplência pelo partido. Em 1994, já no PMDB, foi eleito deputado estadual com com 32.707 votos. Em 1998, retornando para o PTB, foi reeleito para a Assembleia Legislativa do Paraná, com 38.427 votos. Em 2002, na tentativa de reeleição para o mesmo cargo e com apenas 22.856 votos, não foi eleito e seus votos não foram suficientes nem para uma vaga de suplência pelo PMDB.[8]
Nos oitos anos que exerceu o mantado de deputado, foi o autor da lei que criou o Serviço de Investigações sobre Crianças Desaparecidas no Paraná (Sicride), em 1995, e também fez a lei que estabelecia a fixação de cartazes com fotos para identificação de crianças desaparecidas nos ônibus intermunicipais com concessão ou permissão para funcionar no estado, em 1996, entre outras.
O candidato Ricardo Chab, de 46 anos, tem em comum com os outros dois radialistas políticos derrotados em 2002 o fato de ser do interior. Sua paixão pelo rádio começou na infância, em Paranavaí, onde costumava freqüentar um programa de auditório aos domingos. Chab se mudou para Curitiba em 1979 para cursar Jornalismo na Universidade Federal do Paraná. No mesmo ano começou a trabalhar na Rádio Colombo, fazendo o chamado gillete press, ou seja, recortando notícias de jornal para serem lidas no ar. Pouco tempo depois passou a apresentar o programa policial Agente Colombo, das 23 às 24 horas. Ainda trabalhando de graça, ao demonstrar bom desempenho no ar, passou a dar notícias ao longo do Revista Matinal, apresentado por Artur de Souza. Depois de três meses, foi contratado pela Rádio Colombo.
Durante a década de 80, entrou e saiu de várias emissoras como a Atalaia e a Cidade, deixando o rádio em 2002, após perder a eleição para deputado estadual pelo PTB, com 22.856 votos. Seu ingresso na política se deu em 1988, quando tentou uma vaga na Câmara Municipal de Curitiba, mas não conseguiu se eleger. Em 1990, ficou como suplente do PTB na Assembléia Legislativa do Paraná. Em 1994, foi eleito deputado estadual pelo PMDB com 32.707 votos e reeleito em 1998 com 38.427 votos, de volta ao PTB. Ricardo Chab diz que acabou sendo levado para a política pelas circunstâncias e que viveu um certo desconforto em conciliar sua atuação no rádio.
Eu acho muito desgaste. Desgaste emocional, desgaste familiar. Sabe, porque é uma coisa, agente tem que deixar isso bem claro, uma coisa é você ser jornalista, sabe? Você Levantar o assunto, discutir o assunto, com toda a isenção. Outra coisa é você ser jornalista e ter um mandato popular. Não dá certo. Olha, eu fazia assim...andava no fio da navalha dia e noite. Dia e noite, verdade. Você não pode trair sua consciência, senão ce num dorme. Mas se você fizer política... (RICARDO CHAB, 22//06/2004)
Em oito anos atuando como deputado estadual, Chab apresentou 51 projetos de lei, 13 foram arquivados, 2 rejeitados, 9 foram vetados, 17 propunham declaração de utilidade pública a instituições filantrópicas, 1 institui data comemorativa e 4 ainda estavam em tramitação nas comissões no período em que os dados foram coletados. Este total representa 90,19% dos projetos apresentados. Na criação de leis propriamente ditas, Chab foi o autor da lei que criou o Serviço de Investigações sobre Crianças Desaparecidas no Paraná, Sicride, em 1995. Também fez a lei que estabelecia a fixação de cartazes com fotos para identificação de crianças desaparecidas nos ônibus intermunicipais com concessão ou permissão para funcionar no Paraná, em 1996. Desde 2002, Chab passou a atuar somente na televisão. Atualmente, o programa Tribuna na TV, na TV Iguaçu em Curitiba, segue os mesmos padrões dos programas radiofônicos anteriores, dando destaque a casos policiais e fazendo campanhas para promover encontros de pessoas que perderam contato com familiares. O jornalista considera que a relação com os telespectadores é mais distante e fria do que com os ouvintes.
Ao avaliar os fatores que teriam influenciado as eleições de 2002 na Assembléia Legislativa do Paraná, Ricardo Chab menciona um erro estratégico ao se dedicar demais às candidaturas de Paulo Pimentel, proprietário da emissora de televisão em que trabalha atualmente, ao Senado, e de Roberto Requião ao governo do Estado. Além do que ele chama de excesso de confiança, por ter se dedicado menos ao corpo-a-corpo durante a campanha, Chab constata o surgimento de novos nomes que teriam dividido o eleitorado de Curitiba. Onde ele costumava fazer mais de 25 mil votos, conseguiu apenas 12 mil em 2002. Um dos nomes que teria conquistado parte de seu eleitorado é Ratinho Júnior, além de seis vereadores do município de Curitiba que obtiveram votações superiores aos radialistas em questão.
Ricardo Chab menciona também a questão da Copel, mas em seguida recua, dizendo que o caso não deve ter influenciado o pleito. Ele diz que pretende voltar para o rádio, mas somente depois da digitalização[1], pois considera que o rádio AM está muito empobrecido no Paraná, perdendo cada vez mais espaço para o FM, com equipamentos sucateados, baixos níveis de audiência, endividado junto ao Ecade[2], e com baixa profissionalização. Como o rádio AM tem sido pouco competitivo comercialmente, resta-lhe, segundo Chab, ser explorado de outras formas, como, por exemplo, pela evangelização.
Mesmo com a queda de popularidade refletida nas urnas em 2002, Algaci Túlio (20.623 votos), Luiz Carlos Alborghetti (24.896 votos) e Ricardo Chab (22.856 votos) poderiam ter sido eleitos se estivessem em outros partidos, por causa dos quocientes eleitoral e partidário de suas siglas. No caso de Alborghetti, o mais votado entre os três, o total de votos foi maior do que o resultado obtido por nove deputados eleitos. Desses nove, seis foram eleitos pelo PT. Buscando a melhor condição político-eleitoral, os radialistas costumam mudar de sigla partidária com freqüência.
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